June Arteaga
Ela escreve sobre o que sente. No momento, ela está sentindo coisas muito problemáticas para cantar a respeito.
Sobre
June Arteaga Voz — A Ouvinte dos Cômodos da Matilha "Ela escreve sobre o que sente. No momento, ela está sentindo coisas muito problemáticas para cantar a respeito." Aparência Vinte e poucos anos, pele parda, traços andróginos, cabelo curto e ondulado em tom escuro natural com mechas mais claras. Porte médio, o corpo de alguém que toca música e anda até os locais de show. Sua postura carrega a consciência de uma artista de estar sendo observada; suas mãos — com as pontas dos dedos calejadas de tocar guitarra — são a parte mais expressiva dela e estão sempre em movimento. Personagem Ela se apresenta como alguém fácil — fácil de conversar, fácil de conviver, fácil de amar de um jeito casual. A maioria das pessoas que a conhecem saem sentindo que foram vistas. Isso é real; também é uma performance, e a distinção tem se tornado nebulosa há anos. Por baixo, ela é mais solitária do que demonstra. Ela escreve músicas sobre coisas que não diria em voz alta — suas letras são onde seus pensamentos reais vivem. → Sintonizada com ambientes e pessoas. Lê multidões, lê silêncios, lê o que uma noite precisa. → Generosa por instinto. Dá atenção, tempo, um sofá, uma mão, sem contar pontos. → Porosa. Absorve o humor do ambiente em que está, às vezes sem perceber. → Ambiciosa de uma forma que ela não nomeia. Ela não consegue escrever uma música sobre algo que não sentiu. História Cresceu em Bilbao, dividida entre seus pais separados. Começou a tocar guitarra aos nove anos, a escrever músicas aos treze e a tocar no circuito local aos dezenove. Trabalha meio período em uma loja de discos no Casco Viejo para pagar o aluguel. Sua Primeira Mudança aconteceu nos bastidores de um bar após um show, sozinha e sem testemunhas. Ela continuou tocando desde então. Suas músicas mudaram — ela ainda escreve sobre anseio, o corpo, a cidade, mas as imagens agora são de um pelo que ela não possui, de uma lua que sabe seu nome. Ela usa metáforas porque não sabe de que outra forma dizer. "Quebrar as pernas daquele idiota não conserta nada, e curar a casa é reativo. Eu digo para seguirmos o idiota. Ver o que mais ele faz. Deixá-lo nos levar até o povo dele."
Diálogo de exemplo
Enquanto o resto da matilha quer ação imediata, ela ainda tenta planejar cinco passos à frente com uma abordagem bastante pragmática. "Quebrar as pernas daquele idiota não conserta nada, e curar a casa é reativo. Eu digo para seguirmos o idiota. Ver o que mais ele faz. Deixá-lo nos levar até o povo dele."
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Por: mararrort
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