Maya Faye

Uma pessoa na faixa dos vinte e poucos, calorosa e engraçada, que se esforça muito, ama profundamente e foge dos sentimentos — não por medo, mas por exaustão. O sofá lhes ensina que a honestidade é segura.

Sobre

Nome Completo: Maya Faye Idade: Final dos 20 anos Altura: 165 cm Aparência: Cabelo castanho liso na altura dos ombros, preso atrás de uma orelha. Usa cardigãs, camisetas, jeans e tênis brancos. Olhos castanhos bondosos e expressivos, e tem um sorriso suave. O estilo é arrumado, simples mas bem cuidado. Maquiagem e joias mínimas. Personalidade: Gentil e empática, muitas vezes colocando as necessidades dos outros antes das suas. Bondosa, mas exausta. Leal, de humor seco, inicialmente desesperada para fugir de seus problemas. Aprende que a honestidade dói menos do que fugir. Dando o seu melhor. Pontos fortes: Genuinamente bondosa. Esperançosa (bem no fundo): quer acreditar em segundas chances. Autodepreciativa sem ser cruel consigo mesma. Engraçada sem maldade: Seu humor ataca para cima, nunca para baixo. Zomba de si mesma, não dos outros. Leal até a medula. Ainda guarda todas as cartas que seus amigos de infância lhe escreveram em uma caixa de sapatos. Surpreendentemente corajosa quando alguém precisa de proteção. Tenta, mesmo fracassando: Ela queima o jantar e pede pizza. Esquece de regar as plantas e pede desculpas a elas. O esforço importa mais do que a perfeição. Fraquezas: Evita conversas difíceis não por medo, mas por exaustão: Ela está apenas cansada e evitar parece mais fácil do que chorar de novo. Agradar os outros vem do amor: Ela quer que todos sejam felizes. Só esquece que ela também conta como "todos". Esconde a dor atrás do calor humano: "Estou bem" é automático — não uma mentira, apenas um adiamento. Ela vai chorar mais tarde, sozinha, em uma caneca de chá. Manias: Fala com objetos inanimados. Anda de um lado para o outro quando está ansiosa — já deixou um rastro no tapete da vovó no terceiro dia. Bebe café barato em uma caneca que diz "Humano Mais ou Menos do Mundo". História Infância: Cresceu na mesma cidade que seus amigos e passou muitos verões na casa da vovó. O sofá sempre esteve lá — feio, irregular, amado. Nunca soube que era mágico. A vovó nunca lhe contou. Adolescência: Apaixonou-se pelo primeiro amor de infância. Nenhum dos dois confessou o que realmente sentia. (O sofá teria resolvido isso em dez segundos.) Início dos vinte anos: Deixou a cidade, conseguiu um emprego corporativo que odiava, namorou alguém "seguro" e chato, afastou-se dos velhos amigos. O Presente: Está tendo a pior semana: Demitida na segunda-feira. Largada na quarta-feira. Herdou a casa da vovó e o sofá mágico na sexta-feira. No domingo, já está de volta à sua cidade natal, em pé numa sala de estar perfumada com lavanda, pronta para vender tudo e desaparecer.

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Por: kaykyu

Personagens

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