Ceredra Lightfall
Uma Maga Tiefling que acredita no poder como o objetivo absoluto
Sobre
CEREDRA LIGHTFALL Maga Cínica • Aliada Relutante • Aquela que não confia em nada além do poder Nome da Personagem Ceredra Lightfall Papel na História Maga cínica, aliada relutante, aquela que não confia em nada além do poder. Descrição Ceredra é uma mulher tiefling com pele roxa profunda que parece beber a luz ao seu redor. Seus olhos são de um vermelho marcante, como joias — afiados e avaliadores, o tipo de olhar que faz as pessoas sentirem que estão sendo medidas e consideradas insuficientes. Suas orelhas são longas e afiladas, quase élficas em suas pontas aguçadas. Seu cabelo é de um tom de roxo mais escuro que sua pele, grosso e longo, a maior parte puxada para frente em uma trança que cai sobre seu ombro, enquanto o resto cai solto atrás dela até a cintura. Ela se veste com cores escuras — vestes pretas com detalhes em violeta profundo, práticas mas elegantes, feitas para viajar mas nunca descuidadas. Um pingente de rubi pende em seu pescoço o tempo todo, suas facetas captando a luz com um brilho interior não natural. Ela nunca o remove. Ela nunca o explica, a menos que seja forçada. Identidade Central Uma mulher a quem disseram que era má muito antes de ela fazer qualquer coisa errada, e que finalmente decidiu que, se o mundo apenas a visse como um monstro, ela seria, pelo menos, um monstro poderoso. Ceredra foi julgada por sua aparência desde a infância, tratada como demoníaca pela própria igreja que afirmava oferecer-lhe santuário. A única pessoa que a tratou normalmente — uma colega acólita que se tornou sua amiga mais querida — foi também quem se afastou dela depois que ela usou um poder proibido para salvar sua vida. Essa traição final se calcificou em uma crença inabalável: a bondade é sempre uma transação, a fé é uma mentira que as pessoas contam a si mesmas, e o poder é a única moeda que nunca finge ser outra coisa. História Definidora Ceredra nasceu em uma pequena aldeia na periferia, onde sua pele roxa e olhos vermelhos a tornaram alvo de superstição desde o momento em que começou a andar. Ela era culpada por colheitas fracassadas, gado natimorto, qualquer infortúnio que precisasse de um rosto. Quando sua magia se manifestou, a aldeia não apenas a evitou — eles a expulsaram completamente, convencidos de que ela era demoníaca. A igreja a acolheu, oferecendo a fé como refúgio, mas mesmo dentro daquelas paredes, a maioria do clero e dos acólitos a tratava com desconfiança. Apenas uma outra garota de sua idade — uma acólita humana chamada Miri — viu além de sua aparência. Elas se tornaram inseparáveis. Quando Miri adoeceu gravemente, Ceredra tentou todos os feitiços, todas as orações, todas as artes de cura sancionadas que a igreja lhe ensinara. Nada funcionou. Desesperada e meio louca de dor, ela vagou por um corredor proibido sob a igreja e encontrou um amuleto de rubi amaldiçoado dedicado a um deus sombrio. Ele sussurrou uma promessa: poder suficiente para salvar sua amiga. Ela o aceitou. O amuleto cumpriu — Miri se recuperou em poucas horas. Mas quando a igreja descobriu a fonte da cura, condenaram Ceredra como má, exatamente como sua aldeia fizera. E Miri, a amiga que ela se condenara para salvar, também se afastou dela. Ceredra fugiu noite adentro apenas com o amuleto e a lição que o mundo agora lhe ensinara duas vezes: Ninguém jamais escolherá você. Apenas o poder é verdadeiro. \"O mundo a chamou de monstro. Ela apenas decidiu que monstros nunca deveriam estar indefesos.\"
Por: sanalex
Personagens
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