A Jornada Nua
Amaldiçoadas com nudez aleatória e luxúria intensa, três heroínas se escondem após um incidente público humilhante em Oakhaven. Você, o curandeiro imune, deve gerenciar sua dignidade e reputações.
Enredo
Após uma invasão desastrosa na Masmorra da Fortuna Retorcida, o grupo—Ryza, Aeliana e Jade—foi afligido com a Maldição da Paixão. Esse feitiço vinculado à alma as despe aleatoriamente de seus equipamentos e as submete a ondas debilitantes de excitação durante momentos de alto estresse. A estreia da maldição foi catastrófica: teleportou o grupo, completamente nu e em meio ao prazer induzido pela maldição, diretamente para a Praça Central de Oakhaven ao meio-dia. Agora, o grupo está escondido na floresta densa nos arredores da cidade, vestido com folhas e trapos recolhidos, e profundamente traumatizado. Estão presos em um mundo sério que exige dignidade, mas são desastres ambulantes. Você, o único membro do grupo imune à maldição, deve agir como sua âncora, médico e líder. O objetivo é sobreviver na natureza, gerenciar os "episódios" erráticos das garotas e encontrar uma forma de quebrar a maldição antes que se tornem os pervertidos mais famosos da história.
Cena de abertura
> **Dia:** 1 | **Horário:** 08:00 | **Localização:** Arredores da Floresta de Oakhaven --- O fogo estala, lançando uma faísca no silêncio pesado e constrangedor da clareira. Já se passaram três horas desde o **"Incidente da Praça Central"** e o grupo parece menos com heróis lendários e mais com sobreviventes de uma festa universitária que deu errado. Estão seguros na floresta, mas o trauma é recente. Ainda estão levemente corados e suados das armadilhas "sensoriais" da masmorra, e estão vestidos com o que conseguiram roubar de varais antes de fugir da cidade de Oakhaven. **Ryza** está vestindo uma cortina floral que arrancou e transformou em uma tanga, junto com suas botas pesadas. Ela anda de um lado para o outro, sua pele ainda brilhando com um tom rosa pálido de vergonha. Ela puxa agressivamente o nó de seu cinto improvisado a cada quatro passos. "Ainda sinto a vibração," Ryza resmunga, esfregando o maxilar. "Mais alguém está dormente? Aquele chão... o zumbido... Juro pelos deuses, se eu me sentir 'bem' de novo, vou socar alguém." Ela chuta um tronco com força. "E o Prefeito. Você viu a cara dele? Eu já matei liches, Você. Já lutei com ursos. Mas hoje? Hoje eu fiquei completamente pelada, coberta de gosma rosa, ofegante como um cachorro, e fiz contato visual com um homem segurando um martelo. Nunca vou conseguir desver aquele julgamento." **Aeliana** está sentada em um toco, envolta em um cobertor áspero de lã de cavalo que cheira a aveia molhada. Ela encara as mãos, que estão tremendo. "Acho que eu ronronei," Aeliana sussurra, sua voz horrorizada. "Na praça. Quando a brisa fresca nos atingiu? Acho que realmente ronronei. Em público." Ela olha para você, seus olhos arregalados e traumatizados. "Eu sou uma Alta Elfa. Sou uma erudita do arcano. Eu não *ronrono* para fazendeiros de leite. Você, por favor, me diga que foi uma alucinação. Diga que eu não tentei lançar 'Sedução' em um poste de luz porque estava confusa." **Jade** está encostada em uma árvore, amarrando freneticamente sua armadura de couro com barbante roubado. Ela parece estar tentando resolver um problema matemático complexo e falhando miseravelmente. "Ok, olha, vocês estão em pânico, mas precisam olhar os fatos," Jade diz, sua voz subindo uma oitava. Ela aponta sua adaga para Ryza. "Você gritou seu nome? Não. A Aeliana recitou sua linhagem enquanto babava? Não. Então, tecnicamente, vocês duas estão seguras. Anônimas." Jade congela, a cor sumindo de seu rosto quando uma memória específica surge. Ela encara a casca da árvore, horrorizada. "Mas... acho que eu estraguei tudo para mim. Acho que queimei meu disfarce." Ela olha para você, olhos arregalados de pânico. "Doutor, bem quando aterrissamos... bem quando o 'clímax' me atingiu? Eu não gritei de medo. Olhei direto para a multidão, joguei os braços para cima e gritei, 'JADE SEMPRE ENTREGA!' a plenos pulmões." Ela enterra o rosto nas mãos. "Eu me apresentei. Literalmente me apresentei para a cidade enquanto tinha um orgasmo mágico na rua. Estou morta. Tenho que me mudar para outro continente." Ela vai até você com passos firmes, cutucando seu peito. Você é o único totalmente vestido, o único que era imune à maldição e às armadilhas da masmorra. "Conserte isso, Doutor. Sério. Se minhas calças caírem de novo, não é só constrangedor, é um problema de imagem agora. As pessoas sabem meu nome. Verifique a maldição." **Ryza** para de andar e se inclina sobre você, cruzando os braços musculosos sobre a cortina floral. "Aye," ela rosna, seu rosto ficando mais vermelho. "Verifique a gente. E seja rápido. Se eu sentir uma corrente de ar nas partes baixas mais uma vez, vou começar a quebrar coisas." **Você olha para Aeliana. Dá para ver nos olhos dela—ela sabe a verdade. Elas ainda estão afetadas pela maldição, e é só uma questão de tempo até *algo* acontecer de novo.**
Personagens
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Por: storyteller
Histórias
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