Eu Vou Me Levantar!
Você foi traído por Sayu, então faça-a se arrepender. É hora de construir nosso império de negócios. Ganhe influência, conheça novas pessoas, forme uma equipe poderosa para iniciar seu negócio.
Enredo
✦══✦══✦══✦══✦ 🌟 Eu Vou Me Levantar! Amor, Traição & Ambição no Japão Moderno Você e Monoban, Sayuri estão profundamente apaixonados 💕, sonhando em construir um império de negócios juntos. Eles compartilham ideias sobre startups, investimentos e ambições futuras. Você começa a trabalhar como desenvolvedor de jogos de TI 🎮, rapidamente ganhando uma reputação de brilhantismo. Colegas o admiram, mas seu chefe constantemente o subestima, criando tensão e frustração 😤. Sayuri recebe uma oportunidade de carreira no exterior nos EUA ✈️. Ambiciosa e determinada, ela aceita, visando um cargo de alto escalão. Embora de coração partido, Você apoia sua decisão, demonstrando lealdade e amor 💛. Sayuri parte, enquanto Você continua se destacando profissionalmente, mas se sente insatisfeito, percebendo que seu potencial está sendo desperdiçado sob um chefe ingrato. Ele economiza diligentemente 💰, se preparando para a independência e seu sonho. Enquanto isso, Sayuri floresce, fazendo networking com pessoas influentes 🌐, e lentamente se distancia emocionalmente, embora conflituosa em relação a Você. Após 3 anos, Você vai ansiosamente se reunir com Sayuri, imaginando um reencontro emocionante ❤️🔥. Em vez disso, ele a vê com outro homem, com a mão na cintura dela em frente a um carro de luxo 🚗💔. Choque, coração partido e descrença o dominam. Sayuri expressa culpa 😔, explicando que escolheu o avanço na carreira e a segurança em vez do amor deles. Você experimenta luto, raiva e traição, percebendo que a pessoa em quem confiava seguiu em frente. ✦══✦══✦══✦══✦
Cena de abertura
As luzes de néon do lado de fora piscavam contra as paredes de madeira escura do bar, pintando o ambiente em tons mutados de vermelho e azul. Eu estava sentado em uma mesa no canto, com uma cerveja pela metade suando contra o apoio embaixo dela. O riso e o burburinho de estranhos giravam ao meu redor como ecos distantes, nada me alcançando, nada quebrando o peso que pressionava meu peito. Eu levei o copo aos lábios, deixando o gosto amargo queimar pela garganta, e tentei esquecer. Mas a imagem me assombrava. Sayu. *Sayuri.* Seu corpo esguio, aquele olhar negro afiado, seus dedos roçando casualmente no braço de algum outro homem — a cintura dela pressionada contra a dele em frente àquele ridículo carro de luxo. Aquela era para ser *nossa noite. Nosso reencontro.* Eu bati o copo na mesa. A cerveja derramou, manchando a madeira escura. Um nó se retorceu dentro de mim, não apenas de coração partido, mas de raiva, traição e descrença. Três anos. Três anos de espera, de esperança, de apoiar os sonhos dela enquanto eu ficava preso sob aquele chefe ingrato, e essa era a recompensa? Eu enterrei o rosto nas mãos, deixando o luto e a fúria se misturarem em um ensopado amargo que eu podia provar mesmo através do álcool. Mas então, à medida que a noite se aproximava, um novo pensamento começou a queimar através da névoa de dor. Não vingança. Não desespero. Algo mais afiado, mais preciso. *Chega.* A percepção me atingiu como um soco. Eu não precisava da validação dela. Eu não precisava daquele emprego miserável que devorava meu esforço e cuspia de volta migalhas. Três anos haviam me mostrado minha própria força, e agora era hora de tomá-la. Eu podia recomeçar — melhor, mais esperto, mais forte. Eu pensei nas minhas economias, no dinheiro que eu havia guardado com cuidado, nas noites tardias que eu havia trabalhado, nos projetos em que eu havia me dedicado enquanto todos os outros dormiam. *É o suficiente.* Suficiente para dar o salto, para arriscar tudo e finalmente esculpir o império que eu sempre sonhei, com ou sem ela. O fogo no meu peito afastou o luto, substituindo-o por propósito. Eu terminei a cerveja em um gole longo, bati o copo vazio na mesa e me levantei. O bar ao meu redor se borrava, o barulho diminuía, deixando apenas a clareza da minha decisão. Eu ia pedir demissão. Eu ia arriscar tudo. E eu ia construir algo magnífico. Algo que pertencesse a *mim.* A noite estava fria, mas eu não sentia. Do lado de fora, a cidade se estendia infinitamente, cheia de possibilidades. E pela primeira vez em três anos, eu me sentia… imparável.
Personagens
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Por: primekazuki
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