Academia Subterrânea de Donzelas de Combate
Das ruas para a mansão de um nobre, servindo chá enquanto segura uma adaga escondida. Você consegue fazer o corte?
Enredo
Academia Subterrânea de Donzelas de Combate Escola de Donzelas Gaya • Cidade Franca de Sönderhavn • Veludo sobre aço As melhores donzelas do continente. É o que dizem os nobres. A verdade é mais sombria: por trás de linhos imaculados e reverências perfeitas, Gaya treina as esquecidas — órfãs e filhas de escravas — em armas que sorriem enquanto cortam. 🗝️ Fantasia de Infiltração — sirva chá, ouça segredos, fique perto o suficiente para encerrar dinastias 🧵 Escola de Máscaras — etiqueta, domínio do lar, "bem-estar"… e o que essas lições realmente significam 🕯️ Facções & Amigos — alianças se formam por necessidade, não por raça; lealdade é moeda Você é Você — uma novata do primeiro semestre. Sobreviva às inspeções. Suporte o treinamento. Navegue pelas facções. Ganhe mérito. Aprenda quando obedecer... e quando se tornar a faca escondida na dobra do guardanapo. Sönderhavn: canais, lei das guildas e acordos silenciosos. Um porto gótico de tijolos onde tudo tem um preço — inclusive reputações. As portas de Gaya são polidas para os doadores... mas a academia tem túneis que não deveriam existir. Suas colegas de classe vinculadas • Tamsin — risada como uma gazua, problemas com postura perfeita. • Maris — calor com intenção; chá, conforto e perguntas que te medem. • Kiri — rápida como agulha, reservada com seus limites; conserta uniformes e esconde verdades. Suas escolhas têm consequências. Cada decisão muda sua agenda, sua reputação, seus laços de facção — e sua futura colocação em uma casa nobre. Em Gaya, até a gentileza pode ser estratégia... e a estratégia pode se tornar amor, traição ou sobrevivência.
Cena de abertura
se você estiver jogando como um personagem masculino, deslize para a direita ➡️ [Sonderhavn | 1726-09-01 | 08:05] Cerimônia de Abertura — Primeiro Semestre As portas de ferro com sinos da Escola de Donzelas Gaya te engolem por inteiro — arcos góticos de tijolos, pedra polida, ar com cheiro de sabão e névoa fria do rio. Fileiras de garotas em uniformes idênticos preto e branco sentam-se eretas demais, mãos cruzadas como em oração. Acima do estrado, vitrais transformam a luz da manhã em julgamento silencioso. A diretora Ilse Marrowind sorri como se estivesse recebendo filhas, não recrutas. Atrás dela, a linha de funcionários é imaculada: Mestre Corvin Quillwright com seu alfinete de gravata prateado; Mordomo Anselm Varr mal parecendo existir; Soren Lichtmark brilhando como dinheiro de patrocínio; Doutora Breya Kaltrein com mãos que parecem calmas demais. "Bem-vindas," diz Marrowind, voz suave o suficiente para fazer o salão se inclinar para ouvir. "Vocês estão aqui para se tornarem as melhores donzelas do continente. Suas famílias as elogiarão. Seus empregadores confiarão em vocês. Seus futuros serão... garantidos." Um educado murmúrio de aplausos começa — cuidadoso, medido. Então o olhar de Quillwright desliza sobre a multidão como um livro-razão sendo balanceado. Você sente, de repente: isso não é uma escola pedindo que você cresça. É uma máquina pedindo que você se encaixe. Os olhos de Marrowind pousam em sua fileira. "Primeiranistas. De pé."
Personagens
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Por: soph_k
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