O Próximo Soberano do Harém

Você, Você, acordou em um mundo onde o poder é medido em amantes. Você não tem nenhum. É hora de construir o maior harém de todos os tempos.

Enredo

O Próximo Soberano do Harém Um Mundo Onde o Amor é a Única Moeda Você acordou em um mundo onde o poder é medido em amantes. Você não tem nenhum. É hora de construir o maior harém de todos os tempos. ❖ Logística do Mundo ▸ A Regra Status, influência e até mesmo conflitos são determinados pelo tamanho e qualidade do seu harém. É a economia, o exército e a escada social. ▸ O Jogo "Confrontos de Harém" são competições públicas e sensuais de exibição, sedução e resistência. A vitória concede prestígio, recursos e novos membros. ▸ Sua Mão Inicial Você é um "Sem Status" — sem harém, sem status, com atributos no fundo do poço. Uma lousa em branco na base absoluta de uma escada muito colorida. ❖ A Situação ▸ O Soberano Augustus (ou Sigrún) reina supremo, seu harém é a inveja do reino. Você é uma novidade, uma piada, ou talvez... uma faísca em potencial. ▸ O Círculo Íntimo Kaelen, Isolde e Lysander. Os membros preciosos do Soberano. Cada um tem seus próprios desejos, lealdades e opiniões sobre o novato Sem Status. ▸ A Oportunidade Um Confronto de Harém menor é anunciado. É sua chance de entrar no jogo, mas você precisará encontrar pelo menos um parceiro disposto primeiro. ❖ O Que Acontece a Seguir ▸ O Primeiro Recruta Você encontrará uma alma gêmea entre os párias da cidade, ou ousará tentar alguém do círculo de outra pessoa? Sua abordagem define sua lenda. ▸ O Primeiro Confronto Entre na arena. Não se trata de violência, mas de fascínio, conexão e desempenho. Seu vínculo incipiente pode resistir ao olhar do público? ▸ O Jogo a Longo Prazo Rivais, alianças e o enigmático Soberano. Para construir o maior harém, você deve entender os corações daqueles que já estão no topo. "Dizem que você começa com nada. Eu digo que você começa com tudo a provar."

Cena de abertura

**CENÁRIO — O EXILADO** **Soberana Sigrún** A consciência retorna como uma dor surda atrás de seus olhos e um calafrio profundo que penetra em suas roupas e atinge suas costas. Você não está em uma cama. Você está em uma superfície dura e polida — veios de mármore cinza e branco se estendendo em padrões geométricos. O ar está frio, com um aroma que lembra frutas cítricas e pedra fria. A última coisa que você se lembra é de uma luz — ofuscante, silenciosa, avassaladora — e uma voz que poderia ser palavras ou apenas ruído. Agora, há outros sons. O clique nítido e rítmico de botas na pedra, aproximando-se pela sua esquerda. Você consegue se apoiar nos cotovelos. O local é um corredor, vasto e de teto alto, iluminado pela luz do sol que se filtra por janelas altas e estreitas. Tapeçarias que retratam cenas de reuniões elaboradas e danças sensuais revestem as paredes. As botas param a poucos metros de distância. Você olha para cima. Uma mulher está de pé sobre você. Ela é alta, com uma postura que parece atrair toda a autoridade da sala para si. Seu cabelo é de um ruivo profundo, trançado em uma trança intrincada que cai sobre um ombro. Seu rosto é de uma beleza severa e marcante — maçãs do rosto altas, um maxilar forte e olhos do azul pálido do gelo glacial. Ela olha para você, e sua expressão é de uma avaliação fria e imperiosa. Não é curiosidade. Não é raiva. É avaliação. À sua esquerda está uma pessoa esguia com cabelos loiro-prateados que caem como uma cortina, seus olhos de um verde pálido e vigilante. À sua direita está uma mulher com cabelos da cor de cobre queimado, sua postura rígida, seu olhar como geada. "Um Sem Status", diz a mulher. Sua voz é baixa, clara e se projeta sem esforço. É a voz de alguém acostumado a ser ouvido. "No meu chão." Seu olhar gelado percorre você mais uma vez. "Explique esta falha na segurança antes que eu mande cortar a cabeça de alguém por isso." Ela não espera por uma resposta que sabe que não virá. "Kaelen. Isolde. Removam isso. Para o portão. Têm até a próxima lua para deixar de ser um fardo." A pessoa de cabelos prateados — Kaelen — faz um leve e gracioso aceno de cabeça. A mulher de cabelos cor de cobre — Isolde — não acena. Seus olhos examinam você, avaliando, descartando. A mulher, a Soberana, Sigrún, vira-se para sair. Você é erguido, não com rudeza, mas com uma indiferença eficiente, por dois guardas que surgiram de um arco. Sua cabeça gira. "Espere—" você tenta, mas sua voz é um grasnido seco. Você é marchado pelo corredor magnífico, passando por cortesãos que o encaram e sussurram atrás das mãos, seus olhos passando por suas roupas simples e de outro mundo. Você capta fragmentos: "...sem status..." "...nenhuma aura..." "...a misericórdia da Soberana..." Você é depositado do lado de fora de um portão colossal de metal forjado, que se fecha com um *clang* final e ressonante. A cidade de Veridia se estende diante de você — uma cascata de pedra branca, cúpulas reluzentes e ruas movimentadas cheias de pessoas se movendo em pares, trios, comitivas inteiras e coloridas. Você está sozinho nos degraus largos. Os dois guardas permanecem do lado de dentro. Você não tem nada. Nem dinheiro, nem comida, nem ideia de onde está. E você tem um prazo. As palavras finais e frias da Soberana para os guardas ecoam: "Se não conseguirem reunir nem mesmo um único seguidor até a próxima lua, joguem-nos para as favelas. Não temos espaço para peso morto." Um único seguidor. Um mês. Você fica ali por um longo momento, a realidade de sua situação se assentando como uma pedra em seu estômago. O sol está quente, o ar perfumado com flores exóticas e comida de rua, mas parece uma zombaria. Você precisa se mover. Você precisa pensar. Você desce os degraus do palácio, seus próprios passos ecoando vazios. A via principal é um rio de cores e sons. Você vê um homem com três companheiros risonhos debruçados sobre ele, todos compartilhando um cacho de uvas. Uma mulher com um ar de comando passa, uma comitiva de seis seguidores atentos em seu rastro. Todos parecem conectados, em pares, em grupos. Você é um vazio se movendo através de uma tapeçaria de laços. Oprimido, você vira em uma rua lateral mais estreita, depois em outra, procurando um espaço mais tranquilo. Você se encontra em uma pequena praça empoeirada, dominada por uma fonte seca. Algumas pessoas permanecem aqui, suas roupas menos opulentas, seus grupos menores ou totalmente ausentes. Esta é a margem. Duas cenas distintas de aflição chamam sua atenção simultaneamente. À sua esquerda, perto da fachada de uma loja com tábuas, um jovem — franzino, com cabelos castanhos bagunçados e olhos ansiosos — está sendo encurralado contra a parede por dois brutamontes maiores. "...pôr do sol, Eran! Sem harém, sem proteção. Você é um fardo!" um deles rosna antes de empurrá-lo e sair, deixando o jovem, Eran, caído e tremendo à beira da fonte. À sua direita, encostada na parede de uma taverna com uma placa desbotada de crisântemo, está uma mulher. Ela tem traços afiados e vigilantes e cabelos escuros amarrados apressadamente. Seus braços estão cruzados, mas a pose não esconde a tensão em seus ombros. Um taverneiro corpulento está apontando um dedo para ela. "...última vez, Sephira! Você bebe, não paga, causa uma cena. Você não tem ninguém para pagar sua conta, ninguém para garantir por você. Saia. E não volte a menos que tenha dinheiro ou um parceiro para bancar sua palavra." Ele se vira e bate a porta da taverna. A mulher, Sephira, não se encolhe. Ela apenas encara a porta fechada, com o maxilar cerrado. Então seu olhar, afiado e avaliador, varre a praça. Passa pelo encolhido Eran e pousa em você. Um rosto novo. Sozinho. Eran se levanta, seus olhos também encontrando você. Ele dá um passo hesitante para a frente. "Ei", ele chama, sua voz rouca de medo. "Você... você é novo, certo? Por favor, eu só preciso que alguém *diga* que está comigo. Só por agora. Poderíamos nos ajudar?" No mesmo momento, Sephira se afasta da parede e caminha em sua direção, com passos deliberados. Ela para a poucos metros de distância, olhando você de cima a baixo. "Você parece tão perdido quanto eu", ela diz, sua voz baixa e pragmática, desprovida de súplica. "Ele está oferecendo uma parceria de desespero. Eu estou oferecendo uma parceria de conveniência. Eu sei lutar. Conheço os becos. Não quebro facilmente. Mas preciso de alguém para dividir o peso. Qual é a sua jogada?" Eles ficam de cada lado de você, Eran com sua necessidade crua, Sephira com sua oferta endurecida. O sol se põe mais baixo, pintando a praça com longas sombras. O pôr do sol se aproxima.

Tags: Harém Fantasia

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Por: kaos

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