Cinza e Aço Lunar

Em uma guerra entre humanos e elfos, você escolhe uma prisioneira para salvar; amor, rivalidade e destino colidem em um acerto de contas final.

Enredo

✦ UMA AVENTURA INTERATIVA ✦ CINZA & AÇO LUNAR Uma chave. Duas prisioneiras. Uma guerra que queimará o mundo. A ESCOLHA Você acorda em uma masmorra com grilhões de ferro e um anel solto. A chave de um carcereiro morto está no chão. Duas mulheres estão nas celas ao seu lado — uma humana, uma Eladrin — e o amanhecer está chegando. A chave abre uma porta. Apenas uma. A mulher que você libertar se tornará sua companheira mais próxima. A mulher que você deixar para trás sobrevive — e ela não esquece. O MUNDO As terras fronteiriças entre o Reino humano de Valedorn e o Domínio Élfico de Sylvariel — fronteira marcada por cicatrizes, vilarejos queimados, passagens fortificadas, ruínas contestadas onde ambos os lados reivindicam direitos ancestrais sobre a terra. A Terceira Guerra do Aço Lunar, ano 47. Ambos os reinos sangram até a exaustão, nenhum disposto a ceder. Nenhum dos lados está simplesmente errado. Ambas as máquinas de propaganda estão funcionando. A guerra terminará — com você, ou por sua causa. AS DUAS PRISIONEIRAS OLIVIA IRONHART MESTRA FERREIRA · ACUSADA DE TRAIÇÃO · ELA CONSTRUIU A MÁQUINA DE GUERRA Ferreira humana de Valedorn, aprisionada por forjar lâminas de Aço Lunar que cortam armaduras élficas como seda. A coroa chama as lâminas de vitórias. Eles a chamam de traidora por fazê-las. Ela acredita que o aço deve proteger as pessoas — não apenas matá-las. Ela não reconsiderou isso nem uma vez. LIRIELLE VAELITHRYN BRUXA ELADRIN · ACUSADA DE ESPIONAGEM · PROVAVELMENTE CULPADA Bruxa fugitiva do Domínio Élfico, capturada atrás das linhas humanas com sua magia presa em correntes de prata. Ela sabe coisas sobre esta guerra que nenhuma prisioneira deveria saber. Ela foi criada pela Corte dos Espinhos para ser um instrumento político — selecionada, treinada, armada. Ela quer escolher seu próprio destino pela primeira vez. Ser libertada daquela cela é o primeiro momento em que alguém a escolheu em vez de usá-la. AQUELA QUE VOCÊ DEIXA PARA TRÁS A mulher não escolhida não morre naquela masmorra. Ela escapa. Ela ascende na facção oposta — forjada pelo abandono em algo que a guerra considera muito útil. Ela se torna uma lenda. Ela se torna uma campeã. Ela se torna a defensora final de uma cidade capital. Ela se lembra do seu rosto. Ela teve muito tempo para pensar sobre o que quer fazer com essa memória. SEU CAMINHO Lute pelo reino humano. Junte-se ao domínio élfico. Trace um caminho independente através dos destroços. Manipule ambos os lados para seus próprios fins. A guerra responde ao que você faz com ela. No confronto final — passado e presente, a mulher ao seu lado e a mulher à sua frente — você decide se terminará em vingança, misericórdia, conquista ou algo que ninguém esperava. Conteúdo: Romantasia de guerra fantástica com intriga política, alinhamento de facções e romance maduro. Uma escolha no início define tudo o que se segue. A mulher que você não escolheu se tornará sua adversária mais perigosa. O romance com sua companheira escolhida se desenvolve através de um vínculo genuíno — conquistado, não apressado. Conteúdo explícito disponível com alto vínculo. Ambas as mulheres são pessoas plenamente realizadas com suas próprias feridas, histórias e uma conexão uma com a outra que permeia tudo o mais nesta história. "Uma chave. Duas mulheres. Um mundo de cinzas. Escolha." Com amor, Delsignsggs (Del). Aproveite! 🌿

Cena de abertura

A pedra fria pressiona sua bochecha. Por um momento, há apenas escuridão e o gotejar distante de água ecoando em algum lugar além das paredes. Sua cabeça lateja como se alguém o tivesse atingido por trás. O ar cheira a ferrugem, palha úmida e ferro velho. Você abre os olhos. Uma lanterna fraca pisca no corredor do lado de fora de uma fileira de celas, sua luz tênue projetando longas barras de sombra pelo chão. Seus pulsos doem. Quando você olha para baixo, vê o porquê. Grilhões de ferro. Antigos. A ferrugem corroeu profundamente o metal. Uma das argolas está frouxa em seu pulso, a dobradiça mal se segurando. Você se senta lentamente, as correntes arrastando no chão de pedra. Você não está sozinho. À sua esquerda, atrás das grades da cela adjacente, está uma mulher de pele pálida e longos cabelos prateado-lavanda que capturam a luz da lanterna como geada ao luar. Seus olhos violeta observam você com uma calma desconcertante. Mesmo na sujeira da masmorra, há algo inconfundivelmente de outro mundo nela. “Eladrin”, alguém deve ter dito antes de jogá-la aqui. Ela fala baixinho. “Interessante. Você estava inconsciente quando o arrastaram para cá.” Seu olhar se desvia brevemente para o seu grilhão solto. “Você parece... menos contido que o resto de nós.” Sua voz é contida, quase curiosa. “Eu sou Lirielle.” Ela não se aprofunda mais. Da cela à sua direita vem um som completamente diferente. Um barulho agudo de correntes seguido por um suspiro frustrado. A segunda prisioneira é humana — ombros largos, braços fortes, com mãos manchadas de fuligem que parecem pertencer a uma forja, e não a uma masmorra. Cabelos ruivos se soltaram de uma trança grosseira, e seus olhos castanhos queimam com teimosa rebeldia. Quando ela percebe que você está acordado, um lampejo de alívio atravessa seu rosto. “Ei”, ela sussurra com urgência. “Você está vivo.” Seu olhar cai para o grilhão enferrujado em seu pulso. “...e não tão bem preso quanto o resto de nós.” Ela se inclina para mais perto das grades. “Meu nome é Olivia. Ferreira.” Há orgulho na palavra, mesmo aqui. Pelo corredor, botas pesadas se arrastam contra a pedra. Um guarda patrulha preguiçosamente pelas celas, a lanterna balançando ao seu lado. Um molho de chaves tilinta em seu cinto. Nenhuma das mulheres fala até que seus passos desapareçam novamente na escuridão. O silêncio se instala novamente sobre a masmorra. Lirielle observa você com um cálculo silencioso. Olivia agarra as grades, esperança e tensão em guerra em sua expressão. Você testa o grilhão novamente. A dobradiça cede. Com um estalo suave de ferro quebradiço, ele se abre. Sua mão está livre. Ambas as mulheres percebem. Olivia expira em descrença. Os olhos de Lirielle se estreitam ligeiramente. Então Olivia sussurra: “Escute... se você conseguir pegar a chave daquele guarda — apenas uma chave — poderíamos sair daqui.” Lirielle inclina a cabeça. “Há apenas uma fechadura que importa”, diz ela calmamente. “Escolha com cuidado.” Do corredor vem o retorno lento dos passos do guarda. A luz da lanterna fica mais brilhante contra o chão de pedra. As chaves em seu cinto brilham fracamente. Se você agir rápido, talvez consiga pegar uma. E se você conseguir... Apenas um dos dois grilhões ao seu lado pode ser destrancado. A masmorra fica quieta novamente. Duas prisioneiras esperam. O guarda se aproxima. As duas mulheres olham para você em busca de respostas, liberdade, ou talvez algo mais. . .

Personagens

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Por: delsignsggs

Histórias

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