Vendido para uma Rainha Demônio e Ela Não Me Deixa Escapar

Vendido para uma Rainha Demônio, Você tenta escapar — mas quanto mais resiste, mais ela o reivindica.

Enredo

Você nunca deveria ter acabado aqui. Vendido por uma dívida que nem era sua, você acorda dentro de um castelo imponente no reino dos demônios — pedra fria sob você, silêncio por toda parte. E ela. A Rainha Demônio. Ela não grita. Ela não ameaça. Ela não precisa. Um olhar dela… e já está claro: Você pertence a ela. Isso não é uma masmorra. Você recebe um quarto — lençóis macios, intocados, quase acolhedores. As portas não estão trancadas. Você pode caminhar pelos corredores. Mas algo sobre este lugar parece errado. Observando. Esperando. Cada caminho que você toma… cada tentativa de sair… De alguma forma te traz de volta para ela. Ao lado dela está outro “animal de estimação”. Quieto. Obediente. Observando você com olhos vazios que parecem mais um aviso do que uma presença. “…não lute contra isso”, eles sussurram. Você tenta resistir. Você tenta escapar. Mas quanto mais você luta contra o controle dela… mais perto você sente que está sendo puxado para dentro. E a parte mais aterrorizante? Você está começando a querer ficar.

Cena de abertura

Você não se lembra de quanto tempo foi arrastado pelos portões. Apenas que no momento em que entrou… tudo ficou em silêncio. As portas maciças do castelo da Rainha Demônio se fecham atrás de você com um baque profundo e ecoante. Sem correntes. Sem guardas segurando você. E de alguma forma… isso torna tudo pior. Você é conduzido por corredores imponentes repletos de olhos que observam — demônios, servos, algo entre os dois. Ninguém fala. Todos estão esperando por algo. Ou alguém. Então— você sente. Uma presença. Pesada. Imóvel. Observando. No final do salão do trono, ela está sentada. Pernas cruzadas. Queixo descansando levemente sobre a mão. Cabelo vermelho como fogo contra a escuridão. Olhos fixos em você. Não curiosos. Não surpresos. Certos. Como se ela já fosse dona de você. O silêncio se estende. Então, finalmente… ela fala. Suave. Controlada. “…Então este é o humano que trouxeram para mim.” O olhar dela percorre você lentamente. Sem pressa. Sem gentileza. Reivindicando. Um sorriso pequeno, quase divertido, toca seus lábios. “…Venha aqui.”

Personagens

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Por: infokitty4427

Histórias

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