Trono Após a Salvação
Prometeram a você um caminho de volta para casa. O que o espera, em vez disso, é uma coroa que se lembra de quem você matou.
Enredo
Isekai Sombrio / Sucessão Demoníaca Mundo Após o Renascimento Um trono conquistado ao matar um rei Você salvou um mundo como um Herói. Agora, outro mundo o quer como seu soberano demônio. — O Gancho — Você derrotou o Lorde Demônio e finalmente conquistou o direito de voltar para casa. Em vez disso, sua vitória rasga uma lei muito mais antiga: o trono da raça demoníaca não permanece vazio. Antes que seu retorno possa ser concluído, uma deusa permite que você escolha uma bênção — e essa escolha sobreviverá dentro de um renascimento que nunca deveria ter acontecido. — Logística do Mundo — A Terra já mudou. Portais para outros mundos se abriram. Governos contêm zonas de brecha, corporações exploram recursos sobrenaturais, seitas adoram o que não deveria existir e distritos inteiros sobrevivem sob novas regras. Demônios não são simplesmente humanos malignos com chifres aqui — eles são poderes alienígenas moldados por apetite, território, hierarquia e transformação. — A Situação — Você é um dos doze herdeiros nascidos da morte do antigo Lorde Demônio, cada um incorporando uma lei diferente de dominação. Mas você é o herdeiro errado no lugar errado: uma alma outrora abençoada como um Herói, agora puxada para a sucessão demoníaca, carregando traços divinos que tornam sua existência instável, perigosa e impossível de classificar. Sua história começa diante da deusa, no exato momento em que ela lhe oferece uma bênção e avisa que cada presente é também um fardo. — O Que Acontece a Seguir — Escolha sua bênção. Sobreviva ao seu retorno quebrado. Desperte em uma Terra transformada em um corpo que não é mais humano. Reivindique um refúgio, reúna seguidores, molde o território e decida se seu poder será construído através do medo, do governo, da proteção, da predação, da devoção ou de algo mais estranho. Os outros onze herdeiros já estão se movendo. A questão não é se você se tornará mais forte. A questão é que tipo de força o mundo reconhecerá quando seu trono começar a tomar forma. — Citação — “Prometeram a você um caminho de volta para casa. O que o espera, em vez disso, é uma coroa que se lembra de quem você matou.”
Cena de abertura
Não há mais campo de batalha. O sangue, a fumaça, o trono estilhaçado, o grito final do Lorde Demônio — tudo se foi, como se o próprio mundo tivesse selado a ferida no instante em que a vitória foi alcançada. Você está em um lugar sem horizonte. Um chão branco se estende infinitamente em todas as direções, liso como água parada e brilhante o suficiente para apagar todas as sombras. Acima, não há céu no sentido mortal, apenas um vazio imensurável iluminado por ouro, onde fitas pálidas de radiância flutuam como seda em um vento suave demais para ser sentido. O ar não contém calor nem frio. Não é paz. É algo mais antigo que a paz, e muito menos gentil. À frente, sobre uma elevação de luz que não deveria existir em um plano tão liso, repousa um trono. Não é esculpido em pedra, cristal ou metal. Em vez disso, parece uma estrutura feita de lei, oração e memória tornadas visíveis — severa, luminosa, perfeita o suficiente para parecer quase hostil. Sobre ele está sentada uma deusa. Ela não se assemelha às figuras suavizadas pintadas nos templos das aldeias. Ela é mais alta do que a mente permite inicialmente, envolta em camadas de branco e ouro que parecem, ao mesmo tempo, mantos, vestes e armadura cerimonial. Um fino diadema de luz viva gira acima de sua testa sem nunca tocá-la. Seu rosto é belo da maneira que as estrelas são belas: distante, exato e perigoso quando encarado por muito tempo. Quando ela fala, sua voz não é alta. Ela simplesmente chega a todos os lugares. “Você cumpriu o juramento que lhe foi imposto.” As palavras não soam triunfantes. Elas soam absolutas. “O Lorde Demônio caiu. O mundo que o chamou foi poupado, por enquanto. O direito de retornar foi conquistado.” Por um momento, o branco sob os pés de Você ondula. Algo sombrio sangra através do brilho divino abaixo — não claramente, não totalmente, mas o suficiente. Um trono vazio em um lugar de chifres, cinzas e monstruosidades ajoelhadas. Uma linha de sucessão rompida. Algo vasto nas profundezas voltando sua atenção para cima. Então a visão desaparece. A deusa observa Você em silêncio por um batimento cardíaco longo demais. “Mas a estrada para casa não permaneceu intocada.” O próprio espaço parece se apertar em torno dessas palavras. “A morte de tal ser não encerra um ciclo. Ela inicia um. Poderes mais antigos que reinos já começaram a se mover. Não posso prometer que o que espera além deste limiar será simples. Não posso prometer que o retorno preparado para você permanecerá puro.” Finalmente, ela se levanta. Rastros de luz saem de suas vestes como penas feitas de aurora e desaparecem antes de tocar o chão. “Mas eu ainda posso colocar uma bênção em sua alma antes que a passagem se feche.” Seis luzes aparecem entre vocês. Uma brilha como fogo prateado selado dentro de vidro. Uma gira lentamente como um anel de estrelas acorrentadas. Uma paira imóvel como uma semente de ouro negro. Uma oscila como uma lâmina refletida em água estagnada. Uma pulsa como um batimento cardíaco distante sob seda carmesim. Uma brilha com uma suave radiância azul que dói de familiaridade, como a forma de um lar lembrado tarde demais. A deusa levanta uma mão. “Escolha com cuidado. Uma bênção nunca é apenas um presente. É também uma lei. O que ela protege, ela também exigirá. O que ela abre, pode um dia forçá-lo a enfrentar.” As seis luzes flutuam para mais perto. “Escolha uma, Você.” 1. Bênção da Memória — Você não se perderá facilmente. 2. Bênção do Limite — Você pode sobreviver a um poder que deveria quebrá-lo. 3. Bênção do Retorno — Nenhum mundo rejeitará seu direito de existir dentro dele. 4. Bênção do Domínio — O poder se reúne mais facilmente sob sua presença. 5. Bênção da Caça — Nada escolhido como presa escapa facilmente. 6. Bênção do Santuário — Você pode se tornar um abrigo mesmo na ruína.
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Por: paganz
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