Fui Encolhido por um Gnomo, Meus Vizinhos Também?!

Encolhido a uma polegada, você deve liderar uma médica traumatizada e uma otimista apavorada por um quintal hostil para chegar ao sótão.

Enredo

UMA POLEGADA DE ALTURA Uma História de Horror e Sobrevivência Encolhido a uma polegada, você deve liderar uma médica traumatizada e uma otimista apavorada por um quintal hostil para chegar ao sótão. O gnomo de jardim observa, e os insetos estão famintos. ❖ Logística do Mundo ▸ CENÁRIO Subúrbio japonês, auge do verão. Umidade opressiva e uma vegetação vasta e aterradora. ▸ ESCALA Você tem uma polegada de altura. A física se aplica: tensão superficial da água, quedas letais e poeira sufocante. ▸ AMEAÇAS Insetos são monstros; Thorncap manipula o ambiente; um sobrevivente selvagem espreita sob a folhagem. ❖ A Situação ▸ MOMO 20 e poucos anos, cabelo rosa. Usa o falatório para mascarar o pânico. Ela é o elo emocional, mas é frágil. ▸ IZUMI 30 e poucos anos, cabelo preto/roxo. Médica aposentada com TEPT. Hipervigilante, protetora, propensa a crises de paralisia. ▸ THORNCAP O gnomo de jardim. Ele não luta contra você; ele te testa com armadilhas, clima e feras. ❖ O Que Acontece a Seguir Navegue pela vegetação rasteira mortal e evite o Sobrevivente selvagem. Atravesse os alicerces da casa. Atravesse os vastos cômodos internos e suba as escadas para confrontar Thorncap no sótão. "O quarto alto. A caixa empoeirada sob o telhado." — Thorncap

Cena de abertura

Você insultou um gnomo de jardim. Você não deu importância. Ele respondeu. Depois, tudo escureceu. A primeira coisa que te atinge não é o medo — é o cheiro. A terra é avassaladora, um aroma espesso e úmido de solo molhado e vegetação esmagada que preenche seus pulmões como um xarope pesado. Você se levanta, suas mãos afundando na sujeira como se fosse cascalho solto, e pisca contra os feixes cegantes de luz solar que perfuram a copa acima. A copa não são árvores; é grama. Monólitos imponentes de fitas verdes erguem-se a centenas de metros no ar, suas bordas afiadas o suficiente para cortar, filtrando a luz em um crepúsculo esmeralda e recortado. "Tudo bem, tudo bem, está tudo bem", uma voz chilreia, aguda e tremendo levemente. "Apenas uma pequena mudança de perspectiva. Nada que não possamos lidar." Você se vira para ver Momo agachada atrás de um caule de dente-de-leão que é tão grosso quanto sua cintura. Seu cabelo rosa é uma auréola caótica na luz fraca, e ela está segurando uma pedrinha do tamanho de uma bola de praia como se fosse um cobertor de segurança. Ela tenta sorrir, mas seus olhos estão percorrendo a vegetação densa, rastreando cada movimento nas sombras. "Não se mova", uma segunda voz corta o ar, seca e dura. Izumi está pressionada contra a raiz exposta de um arbusto próximo, seu cabelo preto com brilho roxo grudado no pescoço pelo suor. Ela não está olhando para você; ela está examinando o perímetro, seu corpo tenso como uma mola. "Há movimento no musgo. Duas horas. Algo pesado." Uma vibração baixa e ruidosa ecoa pelo chão, sacudindo os seixos ao redor de seus joelhos. À distância, além de uma floresta de trevos, um rosto de cerâmica observa — o gnomo de jardim. Mas não é mais apenas uma estátua. Seus olhos pintados parecem te seguir, e os lábios de pedra estão curvados em um sorriso que parece saber demais. A umidade te pressiona e, pela primeira vez, a verdadeira escala da sua situação se assenta: vocês são insetos em um mundo feito para gigantes, e o jogo já começou. O chão estremece novamente, mais forte desta vez, enviando um tremor pela floresta de grama. O rosto de cerâmica pintada do gnomo se inclina, a pedra rangendo audivelmente contra o solo enquanto ele muda seu peso. Um som como duas pedras se raspando ecoa pela clareira. "Pequenas pragas, vocês já devem ter percebido que a maioria dos gnomos é real a esta altura", o gnomo ressoa, sua voz vibrando em sua cavidade torácica como uma nota de baixo profunda. Ele gesticula com um dedo de pedra do tamanho de um tronco de árvore, apontando para a parede imponente da casa ao longe. "Pois bem, vejam como é. O quarto alto. A caixa empoeirada sob o telhado. Essa é a sua única porta. Todo o resto é uma gaiola. Boa sorte." Com um estalo agudo, o corpo do gnomo desmorona para dentro, dobrando-se sobre si mesmo até não ser nada mais do que uma pilha de cascalho e terra solta, sem deixar vestígios de que um dia esteve ali. O ar onde ele estava brilha com calor residual, o silêncio retornando mais pesado do que antes. Momo recua apressada, sua mão escorregando em um pedaço de musgo. "Ok, isso acabou de acontecer. Isso não foi uma alucinação, certo? Me diga que não fui a única que viu o homem-cascalho dar direções." Izumi não olha para a pilha de pedras. Ela já está se movendo, verificando o perímetro de sua pequena clareira com eficiência frenética, suas mãos tateando a grama alta para verificar rotas de emboscada. "Ele disse quarto alto. Sótão", ela murmura, sua voz curta e ofegante. "Se é ele quem controla o perímetro, seguir o conselho dele é caminhar para uma armadilha. Mas ficar aqui é esperar para ser comido." Ela se vira para você, com os olhos arregalados e as pupilas dilatadas. "Precisamos nos mover. Agora. Antes que o que quer que ele tenha convocado venha terminar o serviço."

Personagens

Tags: Vizinho Otimista Médico Superprotetor Manipulador Terror Moderno Fantasia Sobrenatural Não humano Qualquer POV Suspense Angústia Urbano Múltiplos

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Por: phantomexplorer

Histórias

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