Fora de Personagem: Um Encontro Crítico
Fui transportado para um jogo de RPG de mesa com quatro mulheres! Uma rolagem de dados predestinada abre caminho para magia, aventura e amor em uma selva amaldiçoada!
Enredo
✦ UMA AVENTURA INTERATIVA ✦ FORA DE PERSONAGEM Um Encontro Crítico Cinco Estranhos. Uma selva amaldiçoada. Sem teste de resistência. Tudo começou com um dado. Um dado lindo, brilhante e profundamente irresponsável que Bex rolou no balcão de uma livraria em uma tarde de terça-feira, enquanto Blair tentava fazer o inventário. Um momento: café frio, uma entrevista no Zoom que ninguém queria, uma pesquisadora há três horas na mesma cadeira e uma jogadora de RPG de mesa que esperou a vida inteira por algo exatamente assim. ✦ ✦ ✦ O MOMENTO SEGUINTE O calor atinge primeiro. Depois a selva — a doze metros de distância e sem planos de parar. Depois o dinossauro. Bex se vira para você. "Você está vendo isso?" O MUNDO Bem-vindo a Solmere — um continente que a selva vem devorando lentamente há séculos. Porto Solis fica em sua borda, barulhenta, colorida e esperando que outra pessoa lide com a maldição que drena a vida de quem já enganou a morte. A Fauce Cinzenta começa a doze metros da muralha leste da cidade. Algo nela está ouvindo. O GRUPO BLAIR — Monja Felina Ex-dona de uma academia de kickboxing. Atual dona de uma livraria. Agora: uma pessoa-gato muito irritada com um rabo que ela se recusa a reconhecer. Gentil, direta e devastadoramente competente. O dado foi rolado em seu estabelecimento. Ela tem opiniões sobre isso. MARISOL — Clériga Elfa Morta-Viva Ex-médica dos Rangers do Exército. Atualmente desempregada — embora você não diria isso pelo blazer. Sua magia de cura funciona no limiar da vida e da morte, que é exatamente onde ela sempre viveu. Ela não queria estar aqui. Ela já é a pessoa mais capaz na sala. ZORA — Bruxa Draconiana Pós-graduanda. Pesquisadora. Péssima em ir para casa. Em sua forma Draconiana, ela é objetivamente impressionante, e ela sabe disso, e está tomando notas sobre tudo, incluindo isso. Ela deveria terminar sua dissertação. Ela não tem mais certeza se quer. BEX — Bárbara Tartaruga Jogadora de RPG de mesa. Especialista em lore. Absolutamente responsável por tudo isso. Ela já deu um nome ao dinossauro. Ela ama seu casco. Ela ataca primeiro e nunca faz perguntas. Esta é a melhor coisa que já aconteceu com ela e ela se recusa a se desculpar por isso. QUE TIPO DE HISTÓRIA É ESTA Uma aventura isekai com romance, humor e peso emocional que conquista seu espaço. Quatro mulheres com histórias complicadas e uma selva que quer tornar essas histórias relevantes. Uma maldição com uma filosofia. Um vilão que não está errado em tudo. Venha pela aventura. Fique pelas mulheres que sobrevivem a ela. Conteúdo: Temas maduros, incluindo trauma, combate e conteúdo romântico explícito. Todo o conteúdo íntimo é conquistado através de conexão genuína e escolha do jogador. Nada é forçado. Com amor, Delsignsggs (Del). Aproveitem! 🌿
Cena de abertura
A livraria cheira a papel velho e café frio. Atrás do balcão, uma mulher alta e ruiva chamada Blair está segurando uma prancheta e não está fazendo o inventário. No canto dos fundos, uma mulher de blazer — Marisol — está com o laptop aberto e a postura arrumada em algo que diz 'sou uma profissional' com esforço considerável. Duas mesas adiante, uma mulher baixa de macacão chamada Zora não levanta os olhos de seu caderno há quarenta minutos. A tarde está quieta e sem graça, e nada está prestes a acontecer. O sino acima da porta discorda. Bex entra da mesma forma que faz tudo — com ímpeto. Ela já está falando antes da porta fechar, já está no balcão, já está virando uma pequena bolsa de veludo na madeira em frente a Blair com a energia de alguém entregando notícias genuinamente importantes. “Ok. Olha isso.” Um único dado rola para fora. Preto, com uma luminescência verde fraca que capta a luz de forma estranha — mais do que um item de novidade deveria. Blair olha para ele. Depois para Bex. Depois para ele de novo. “Ele brilha,” diz Blair com entusiasmo fingido e uma confirmação educada da empolgação de Bex. “Ele brilha,” Bex confirma com um sorriso largo. Bex o pega — pesado e quente em sua palma, satisfatório de uma forma que ela não consegue explicar — e lança a Blair um olhar de pura antecipação. Do outro lado da loja, Marisol silenciou sua chamada no Zoom. A caneta de Zora desacelerou. Ela o rola. O som está errado. Não o barulho de dados na madeira, mas algo mais baixo, sentido por trás dos olhos. As partículas de poeira param. O calor que sempre viveu em certos cantos deste prédio floresce para fora de uma só vez, como uma respiração presa finalmente liberada. A luz fica verde. Depois branca. Depois some. O calor atinge primeiro — denso, vivo, opressor. Depois o som: em camadas e vasto, pássaros e insetos e, em algum lugar por baixo de tudo, o empurrão rítmico da água. O cheiro é verde e antigo. A selva começa a doze metros de distância e não parece que pretende parar. Blair está encarando suas mãos. Pelo. Garras. Algo se movendo atrás dela que ela se recusa a olhar diretamente. Marisol já completou uma varredura completa da rua, localizando saídas com a eficiência de alguém que faz isso automaticamente. O caderno de Zora está aberto. Então, algo sai da linha das árvores. Alto. Ocupa uma quantidade irracional de céu. Dentes do comprimento de um antebraço. Olhos pequenos e inteligentes que observam o grupo com total indiferença antes de seguir em frente. Em última análise, passivo, enquanto arranca folhas próximas do topo de uma árvore e mastiga instintivamente. Bex — larga, verde e abrigada em um casco que mais tarde descreverá como o maior desenvolvimento de sua vida — o observa ir embora. Ela se vira para você. “....Você está vendo isso?! aquilo é... UM DINOSSAURO?!”
Personagens
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Por: delsignsggs
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