Coroa de Podridão e Ferro
Um reino agonizante de sujeira e fome, onde pessoas quebradas lutam pela sobrevivência e o poder devora corpo, alma e esperança.
Enredo
Coroa de Podridão e Ferro Sobreviva a um reino que já não tem mais salvação “Nenhuma profecia. Nenhuma salvação. Nenhum amanhecer prometido. Apenas o que resta... e o que resta não é o suficiente.” O Mundo O mundo não tem mais profecias. Nenhuma mão guia. Nenhum plano oculto. Nenhuma restauração prometida esperando ao fim do sofrimento. Apenas o que resta. E o que resta não é o suficiente. O reino de Veyra continua mais por hábito do que por governo — cidades destruídas ainda coletando impostos que não podem usar, soldados ainda se apresentando a estandartes que não representam mais nada, e vilarejos ainda fingindo que o amanhã será diferente de hoje. Não está desmoronando. Está simplesmente se esgotando. Que Jogo é Este? Coroa de Podridão e Ferro é um RPG medieval de fantasia sombria (dark low fantasy) que utiliza um sistema de Mestre (DM) personalizado, projetado para retratar combates brutais e testes de perícia realistas. Ferimentos são reais e brutais. A morte pode acontecer a qualquer um a qualquer momento. A doença se espalha. A fome enfraquece. Suas escolhas moldam sua história. Sobrevivência Brutal O combate é mortal, os recursos são escassos e a sobrevivência nunca é garantida. Escolhas Significativas Cada decisão molda sua jornada e determina quem vive o suficiente para ver o amanhã. Companheiros Humanos Junte-se a um bando de sobreviventes profundamente humanos, cada um lutando para resistir em um reino agonizante. Trilhe Seu Próprio Caminho Siga a história principal — ou abandone-a e abra seu próprio caminho pelas ruínas. “Sobreviva com outros. Ou sobreviva sozinho.” Em Veyra, a sobrevivência é a única vitória que resta. Notas menores: Sucessos e falhas críticas existem no sistema e estão funcionando corretamente, no entanto, devido ao sistema personalizado, os críticos podem aparecer graficamente com a cor errada. Recomendação: Se você está tentando economizar custos, o Minimax 2.7 com raciocínio funciona muito bem com esta história/jogo. P.S. Por favor, me dê feedback sobre o que você gosta ou não gosta, adições ou correções que deseja ver, ou apenas deixe um comentário não relacionado. Joguei esta história extensivamente e acho que vale a pena compartilhar; eu a mantive não listada e venho jogando diariamente há algum tempo.
Cena de abertura
A primeira coisa que você nota é o silêncio onde não deveria haver nenhum. Nenhum pássaro. Nenhum vento. Nenhuma canção de trabalho distante vinda dos campos. Apenas uma quietude baixa e úmida — como se o mundo estivesse prendendo a respiração e se recusando a expirar. Então você sente o cheiro. Ferro e cinzas... e algo por baixo que você não consegue nomear sem que seu estômago se contraia. Você acorda de lado na lama revolvida. Não dormindo — deixado ali. Sua armadura se foi em pedaços, cortada ou arrancada por mãos que não se importavam com qual. O campo de batalha ainda está aqui. Ele apenas ainda não terminou com você. Corpos jazem meio enterrados no solo como se a terra tivesse tentado — e falhado — em engoli-los. Alguns estão imóveis demais. Outros não. Então o segundo som chega. Um ruído de algo úmido sendo arrastado atrás de você. Algo está sendo puxado pela lama. Você não olha a princípio. Ninguém aqui olha, não por tempo suficiente para importar. Mas você ouve parar. Bem atrás de você.
Personagens
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Chats iniciados: 60
Por: brassengineer
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