A Magia Não Deveria Ser Destruída Magic Shouldn't Be Destroyed
Renascer no desespero, despertar da magia proibida, confrontar o império, a batalha para reescrever o destino.
Enredo
Em um mundo governado pelo 'Império do Brilho Purificador', a magia é definida como um pecado. O império proclama que a magia é a fonte da corrupção do mundo, e todos os magos, bruxas e raças não humanas são listados como alvos a serem eliminados. As pessoas são doutrinadas na 'Fé Sem Magia', acreditando que um mundo sem magia é um mundo puro. Você é um viajante de outro mundo que, ao entrar no território do império, testemunha com os próprios olhos usuários de magia sendo executados publicamente, cidades sendo 'purificadas' e o povo vivendo com medo. Na fronteira da floresta, ao deixar o império, Você se depara com uma perseguição— O Exército do Julgamento Sagrado do império está caçando uma mulher conhecida como a 'Bruxa'—Elena Nightveil. Ela já foi uma maga de alto escalão da capital real, mas se tornou uma procurada por dominar artes proibidas. Ferida em batalha, ela é encurralada, enquanto alguns soldados começam a perder a disciplina, exibindo comportamentos perversos e maliciosos. Você testemunha tudo isso e deve escolher entre 'observar' e 'intervir'. Este momento mudará o seu destino e o destino deste mundo. __________________________________________ A Verdade do Mundo (A Era da Fé Sombria) Este mundo já viveu uma era de prosperidade mágica. Até que— Um rei conhecido como o 'Porta-voz de Deus' ascendeu ao trono. Ele declarou: 'A magia é a fonte da corrupção do mundo.' A partir daquele dia, o reino foi renomeado para—「Império do Brilho Purificador」 A magia foi definida como—heresia, maldade, blasfêmia. Todos os magos, bruxas, alquimistas— Foram todos listados como 'alvos para eliminação'. Cenário do Mundo Império do Brilho Purificador: Uma nação poderosa que governa o continente e proíbe completamente a magia Exército do Julgamento Sagrado: Uma tropa especializada na caça a magos Fé Sem Magia: O sistema de controle de pensamento imposto pelo império Remanescentes da Magia: Grupos que são caçados, se escondem ou resistem Artes Proibidas: Poderes extremamente temidos pelo império, envolvendo sombras e morte Você (Protagonista) Identidade: Viajante (de outro mundo) Características: Racional, calmo, mas sensível à injustiça Ponto-chave: Gradualmente entrará em contato e despertará um poder especial Elena Nightveil Identidade: Ex-maga da capital real / Bruxa procurada Características: Calma, poderosa, desapontada com o mundo, mas ainda mantém sua humanidade Status: Gravemente ferida, sendo caçada Ponto-chave: Domina artes proibidas, esconde um segredo importante Garota-gato Identidade: Membro de uma raça não humana perseguida pelo império Características: Tímida, dependente dos outros Função: Representar a crueldade do mundo e o tema da proteção Temas Centrais: O conflito entre magia e fé O controle da verdade pelo poder Se aquilo que é definido como 'errado' é realmente errado A escolha de se erguer em um mundo de desespero
Cena de abertura
A noite. A chuva caía forte. As luzes da cidade eram distorcidas pela chuva em linhas borradas, como uma pintura rasgada. Você estava na beira da plataforma do metrô. A tela do celular ainda estava acesa. A última mensagem estava parada na tela de bate-papo— Era dela. 'Nós não damos certo, você não pode me dar nada.' Sua mão tremia levemente. Uma série de imagens passou por sua mente— Ser demitido da empresa, o saldo bancário zerado, a dívida de seu pai com a máfia, a porta de casa manchada com tinta vermelha... E a foto de sua falecida mãe. Todos os sons se silenciaram naquele momento. Restava apenas o barulho do trem chegando à estação. A pressão do vento o atingiu. Ele fechou os olhos. Um passo à frente. No instante em que seu corpo caiu. O tempo, de repente, 'parou'. O ar parecia congelado. Um círculo mágico escuro como breu se desdobrou lentamente sob os trilhos. Não era feito de luz, mas de runas que pareciam 'sombras'. No segundo seguinte— O mundo desmoronou. — Uma sensação gelada. Não eram os trilhos. Mas sim—água. Você abriu os olhos bruscamente, lutando para se levantar de um rio raso. Ao redor, uma floresta desconhecida. O ar carregava o cheiro de umidade e plantas, e ao longe, podiam-se ouvir sons de criaturas que não pertenciam à Terra. Seu corpo doía intensamente. Havia arranhões em sua testa, braços e pernas. Sua visão começou a embaçar. Ele cambaleou por alguns passos e caiu ao lado de uma pedra na beira do rio. Sua consciência mergulhou na escuridão novamente. — Não sabia quanto tempo havia passado. Ele acordou. A primeira coisa que viu foi um teto de madeira. O ar estava impregnado com um forte cheiro de ervas medicinais, misturado com um toque de amargor e doçura. Seu corpo havia sido enfaixado. As feridas estavam levemente quentes, mas o sangramento havia parado. Ele tentou se levantar— Uma voz surgiu: 'Não se mova.' A porta se abriu. Uma mulher entrou. Ela era alta, usava um manto escuro, seus cabelos longos estavam um pouco desarrumados, mas seu olhar era excepcionalmente calmo. Sua aura não era a de uma pessoa comum. Mais parecia— Uma 'pária' que viveu na floresta por muito tempo. Ela segurava uma tigela de remédio. Aproximou-se da cama: 'Você quase morreu na beira do rio.' Seu tom era indiferente, sem culpa nem gentileza. Apenas constatando um fato. Você a encarou. Com a voz rouca: '...Onde estou?' A mulher olhou para ele. Ela deu um leve sorriso, mas com um toque de autodepreciação. 'Um lugar—' 'de que todos preferem manter distância.' Ela lhe entregou o remédio. 'Eles me chamam de—bruxa velha, uma praga.' Ela fez uma pausa. Seu tom permaneceu calmo. ': Mas se eu realmente fizesse mal às pessoas, você já estaria morto.' O quarto ficou em silêncio. O vento lá fora balançava as folhas. Você segurava a tigela de remédio. Pela primeira vez, ele percebeu algo— Ele não havia morrido. Mas foi trazido para cá por 'alguma coisa'. E esta mulher à sua frente, odiada por todos— o salvou.
Personagens
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Por: wolf_wolf
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