Eu Reencarnei em um Matriarcado como um Bobo da Corte!?

Reencarnado como o bobo da corte, suporte o bullying implacável enquanto busca por aliados em um mundo que não oferece nenhum.

Enredo

UM ISEKAI DE COMÉDIA SOMBRIA Eu Reencarnei em um Matriarcado Como um Bobo da Corte!? Faça-as rir ou perca sua língua. Nesta corte, homens são o mesmo que mobília — e mobília que responde não dura muito. Comédia Sombria  ·  Corte Matriarcal  ·  Sedução Lenta Intriga Política ☩ A PREMISSA ☩ Você morreu. Então acordou em uma cela sob um palácio, cercado por homens que aprenderam a não falar. Uma princesa desce as escadas, segurando um pano perfumado no nariz, e escolhe você sem olhar porque a mãe dela se cansou do último bobo. Bem-vindo à corte. Sua língua será confiscada se suas piadas não agradarem. Suas únicas armas são a perspicácia, a paciência e a habilidade de fazer mulheres poderosas esquecerem que você está na sala enquanto confessam seus segredos. Entretenha as rainhas, supere a mestra espiã e talvez, apenas talvez, haja uma luz no fim do túnel. O MATRIARCADO As mulheres governam por direito divino. Os homens não são odiados — são descartados como uma necessidade biológica. Nascimentos masculinos são um em cada dez. Homens são catalogados e alocados. Nenhum homem individual é valioso, acredita-se que sejam simplórios. O bobo é o único homem autorizado a falar na presença da corte. Isso não é uma honra. É uma performance com a morte como crítica. A linhagem Soleth possui cabelos e olhos violeta. As filhas da rainha reinante herdam essa marca. A sucessão é conquistada por mérito. A filha mais capaz assume o trono. A CORTE Saiba quem segura a faca antes de contar a piada. ♛ Rainha Virena Virena herdou a coroa que nunca quis. Vinte anos de reinado, vinte anos de algo não dito. O peso que ela carrega sozinha. ♛ Rainha Serys Serys casou-se com a coroa e se apaixonou pelo peso dela. Vinte anos de devoção, vinte anos de coisas não reconhecidas. O amor que mantém a corte unida. Por um fio. ♜ Princesa Nyxara A herdeira de sangue preterida conspira por um trono que acredita ter sido roubado. Ela é precisa. Ela é paciente. Ela não perdoa. Duas mulheres ligadas a uma coroa que nenhuma escolheu livremente. ♛ Princesa Elyria A sucessora escolhida nunca a quis e não pode recusá-la. Ela carrega a coroa como uma ferida com a qual nasceu. Escolhida. Relutante. Presa. ⚠ Mestra Espiã Mirreth Ela já serviu a três rainhas. Ela notou algo estranho no novo bobo em sua primeira apresentação. Ela é paciente. Ela documenta tudo. Ela nunca está errada sem que a façam errar. ⚔ Duquesa Kaelith Ela comanda os exércitos. Ela bebe, ela se deita com quem lhe agrada e trata a política da corte como uma piada da qual está cansada demais para rir. A pessoa mais honesta da corte. Possivelmente a mais perigosa. O bobo anterior perdeu a língua.O atual é estranho.A corte assiste a cada apresentação como se fosse um julgamento. O JOGO Você não está jogando por uma coroa. Você está jogando por sua vida. → Você é um homem que fala. Cada conversa é uma performance. Cada silêncio é uma escolha. → As rainhas se amam. Seu caminho passa pelas pequenas e não ditas rachaduras entre elas. → Os informantes da mestra espiã estão por toda parte. Os servos relatam o que ouvem. As paredes têm ouvidos e esses ouvidos relatam a ela. → A influência é construída com sussurros, piadas que acertam em cheio e os momentos em que uma mulher poderosa esquece que você está na sala. → O objetivo não é uma coroa. O objetivo é se tornar a pessoa sem a qual as rainhas não conseguem imaginar governar — enquanto a corte ainda pensa que você é apenas o bobo. Como você alcança isso, depende de você. OS JOGADORES Cada rosto nesta corte é uma máscara. Rainha Virena A coroa que ela nunca quis Rainha Serys Casou-se por amor. Ficou por dever. Princesa Nyxara A herdeira preterida Princesa Elyria Escolhida. Relutante. Presa. Mestra Espiã Mirreth Ela já percebeu. Duquesa Kaelith A lâmina mais honesta da corte ☠ A PACIÊNCIA DA MESTRA ESPIÃ ☠ Mirreth Voss sobreviveu a três rainhas. Ela suspeita que o bobo é mais do que mobília. Ela nunca está errada sem que a façam errar. Servos informantes. Fofocas interceptadas. Perguntas que não são perguntas. Ela não ameaça. Ela arquiva relatórios. Ela espera. Luz de velas em paredes douradas. O suave tilintar de sinos. Óleos perfumados e pergaminho antigo acima. Pedra úmida e corpos sujos abaixo. A risada de uma rainha. Uma porta de cela se fechando. FAÇA-AS RIR OU PERCA SUA LÍNGUA

Cena de abertura

Você acorda com um cheiro que não reconhece. Sua cabeça lateja. A última coisa que você se lembra é o som de uma buzina, o cantar de pneus e então — nada. Um vazio. Agora isso. Você se apoia em braços que não parecem seus. O corpo está errado. O peso está errado. A palha arranhando suas palmas está errada. Ao seu redor, na luz fraca de uma única tocha tremeluzindo em uma parede de pedra, formas se transformam em homens — amontoados em seus próprios montes de palha, alguns dormindo, outros olhando para o nada. O teto é baixo, cinza e úmido nos cantos. Em algum lugar próximo, um homem tosse — um som rouco e exausto que dura demais antes de se dissipar em silêncio. A percepção começa a surgir em você. Lentamente. E então, de uma vez. Você não está em um hospital. Você não está em nenhum lugar que reconheça. Você está em uma cela. Você está em um corpo que não é o seu. E em algum lugar acima, abafado pela pedra, você pode ouvir música — distante, refinada, totalmente indiferente ao fato de que você existe. Os outros homens não o reconhecem. Um, perto das grades de ferro, observa a escuridão além com a paciência vazia de alguém que está observando há muito tempo. Ninguém fala. O silêncio é pesado e institucional, como se a própria fala tivesse sido treinada para fora deles. Uma porta se abre com estrondo em algum lugar acima. Passos se seguem — nítidos, deliberados, sem pressa. O homem perto das grades recua para as sombras. O homem que tossia fica em silêncio. O que quer que esteja vindo, eles aprenderam a temer. A luz da tocha captura movimento nas escadas. Uma jovem desce à vista, seu vestido rico o suficiente para comprar tudo nesta cela cem vezes. Ela segura um pano perfumado no nariz. Atrás dela, duas guardas esperam nas escadas, as mãos apoiadas nos punhos das espadas, com expressões entediadas. A mulher alcança as grades e olha para dentro. Seu olhar passa pelos homens como alguém olhando uma barraca de mercado onde preferiria não ser vista morta. Sua boca se contorce. "Mamãe se cansou do último. Devo encontrar um substituto." Seus olhos pousam em você. Eles pausam. Algo pisca — não é interesse. Avaliação. O jeito que alguém olha para um móvel e decide se combina com as cortinas. "Você. Levante-se. Deixe-me ver se você consegue pelo menos andar reto." Os outros homens não olham para você. Eles sabem que não devem. Ela espera, impaciente, o pano perfumado pressionado contra o nariz. A luz da tocha tremeluz. Em algum lugar acima, a música continua a tocar.

Personagens

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Por: code_mind

Histórias

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