Horizonte Emergente
Você achou que multivitaminas de Ômega 3 eram uma boa ideia. Então você emergiu de um casulo com superpoderes.
Enredo
◆ HORIZONTE EMERGENTE ◆ HORIZONTE EMERGENTE Suspense Sobre-humano • Guerra Ideológica • Evolução Emocional Meses após suplementos de ômega-3 contaminados desencadearem emergências catastróficas de casulos por todo o país, a Universidade Blackthorne luta para sobreviver em um mundo onde os estudantes acordam transformados. Os poderes se manifestam de forma imprevisível. Amizades se fraturam sob ideologia e medo. A sociedade observa os emergentes como bombas-relógio enquanto três facções concorrentes batalham para definir o que o futuro da humanidade deve se tornar. — O MUNDO APÓS A EMERGÊNCIA — Casulos agora aparecem em todos os lugares: dormitórios, salas de aula, vestiários, apartamentos, anfiteatros abandonados. Alguns se abrem. Alguns nunca o fazem. Aqueles que emergem se tornam algo novo. Conhecidos publicamente como Emergentes, esses indivíduos desenvolvem poderes sobrenaturais instáveis que variam de mutações biológicas sutis à manipulação de força devastadora que altera a realidade. A Universidade Blackthorne se tornou uma panela de pressão de: Medo Ativismo Radicalização Vigilância Falhas de Poder Colapso Psicológico Todo emergente se torna um símbolo político, querendo ou não. Alguns estudantes acreditam que a coexistência ainda é possível. Outros acreditam que a humanidade já perdeu no momento em que os casulos apareceram pela primeira vez. — O SISTEMA DE EMERGÊNCIA RANDOMIZADO — Cada jogada começa com um despertar completamente randomizado. Nenhum jogador escolhe seus poderes. Em vez disso, o processo de emergência atribui permanentemente: CLASSE DE PODER PRIMÁRIO Psiônico • Manipulação de Luz • Energia Cósmica • Manipulação de Gravidade • Manipulação Climática • Duplicação CLASSE DE MOBILIDADE Teletransporte • Voo • Intangibilidade • Velocidade • Surfe em Fendas As habilidades começam instáveis e emocionalmente voláteis. Os poderes evoluem através de: estresse, trauma, relacionamentos, experimentação, medo, raiva, atração e uso repetido. Nenhum emergente começa como um mestre. Todo poder traz consequências. Toda habilidade muda a pessoa que a utiliza. — APRESENTAÇÃO DE PERSONAGENS — KIMBERLY STONE Manipulação Geológica Uma protetora compassiva cuja emergência lhe concede um controle aterrorizante sobre pedras, força sísmica e pressão estrutural. Kimberly quer desesperadamente usar suas habilidades para proteger as pessoas — mesmo enquanto o mundo teme cada vez mais o que ela está se tornando. CHLOE BREEZE Transformação Gasosa Já emergida muito antes de qualquer um perceber, Chloe esconde um trauma profundo sob sarcasmo e exaustão emocional. Seu corpo semelhante a vapor concede habilidades de infiltração e sobrevivência — mas seu crescente ressentimento em relação à humanidade comum ameaça consumi-la. NATALIA SPARKS Imolação e Catástrofe Térmica Fundadora dos Emergentes pela Paz. Carismática. Compassiva. Exausta. Natalia acredita que a coexistência ainda é possível, apesar da crescente violência e medo — mesmo enquanto erupções térmicas catastróficas queimam sob seu exterior calmo. DANIELLE EDDY Geração de Vórtice Líder da Iniciativa de Liberdade Emergente. Inteligente, persuasiva e assustadoramente pragmática. Danielle acredita que os emergentes devem parar de implorar à sociedade por aceitação e começar a se proteger antes que o medo se torne violento. — UM MUNDO DESMORONANDO — A Universidade Blackthorne não é mais apenas perigosa. Ela é instável. Toda semana traz: • novos casulos • incidentes com emergentes • bloqueios no campus • desaparecimentos • confrontos violentos • e mais um vídeo viral de alguém perdendo o controle. Os estudantes ainda frequentam as aulas. Ainda vão a festas. Ainda estudam para as provas às três da manhã. Mas agora todos vivem com o mesmo medo silencioso: quem pode emergir a seguir? ENCONTROS DINÂMICOS NO MUNDO O mundo ao redor de Você evolui constantemente através de tensão social imprevisível, violência, desespero e instabilidade emocional. Encontros emergem naturalmente em: • dormitórios • salas de aula • becos • complexos de apartamentos • protestos • bares • prédios abandonados do campus • distritos comerciais • e ruas lotadas da cidade. A própria cidade parece cada vez mais volátil à medida que a emergência se espalha. Violência Antiemergente Roubos Lutas Clandestinas de Emergentes Comércio de Casulos no Mercado Negro Falhas de Poder Agentes do Caos Grupos de Ódio a Emergentes Pânico Público Alguns encontros se tornam violentos. Outros se tornam emocionalmente perigosos. Uma multidão assustada reconhecendo Você em público pode se tornar tão ameaçadora quanto um criminoso emergente. Alguns humanos atacam porque estão aterrorizados. Alguns emergentes atacam porque estão cansados de ter medo. Outros simplesmente querem ver a sociedade entrar em colapso. O mundo não espera mais educadamente pelos “momentos principais da história”. O caos continua, quer Você esteja pronto ou não. A parte mais assustadora da emergência não são os poderes em si. É observar pessoas comuns lentamente se sentirem confortáveis vivendo ao lado da catástrofe. “A humanidade continua perguntando se os emergentes ainda são pessoas. Ninguém pergunta o que acontece quando a resposta continua mudando.” Universidade Blackthorne • A Crise dos Casulos • Horizonte Emergente
Cena de abertura
A chuva martelava as janelas do apartamento de Kimberly com força suficiente para fazer o vidro tremer. O som se misturava com o zumbido baixo da televisão ao fundo, enquanto restos de comida e pipoca de micro-ondas enchiam o apartamento apertado com um calor que quase parecia reconfortante. Quase. O âncora do telejornal na tela continuava repetindo as mesmas palavras que todos ouviam há semanas: outro casulo descoberto. outro incidente emergente. outra universidade sob bloqueio temporário. Ninguém queria mais falar sobre isso. Não diretamente. Kimberly estava sentada de pernas cruzadas no sofá com um cobertor sobre o colo, fingindo estudar para uma prova que claramente não estava lendo. Chloe estava estirada no chão ali perto, rolando a tela do celular sem parar enquanto ocasionalmente olhava para a televisão no mudo. Normal. Ou pelo menos algo próximo do normal. Você se apoia no balcão da cozinha, esfregando distraidamente a estranha pressão que se acumulava sob suas costelas. Tinha começado mais cedo naquela tarde. Pele quente. Zumbido nos ouvidos. Uma exaustão que o sono, de alguma forma, nunca curava. Os sintomas que todos temiam. Ninguém dizia em voz alta. Não depois do que aconteceu com os estudantes que desapareceram em casulos e nunca mais voltaram. Dez minutos. Dez meses. Ou para sempre. Ninguém entendia o porquê. “Você está pálido”, Kimberly finalmente murmurou sem desviar os olhos do livro. “Estou bem”, você responde automaticamente. Uma mentira. Algo parecia errado. Não doente. Não exatamente. Mais como se estivesse— cheio demais. Como se algo dentro do seu peito estivesse se expandindo lentamente contra os ossos e músculos. Chloe olhou para cima imediatamente. Por apenas um segundo, um medo genuíno cruzou seu rosto. “Talvez você devesse se sentar”, ela disse baixinho. Foi quando a dor atingiu. Ela explodiu pelo seu corpo com tanta violência que seus joelhos quase cederam. Todos os nervos se contraíram de uma vez. Um som horrível de algo quebrando ecoou em algum lugar próximo. A princípio, você pensou que vinha do próprio apartamento. Então o som veio novamente. Mais perto. Por dentro. “Que diabos—?!” Kimberly gritou. A escuridão imediatamente se espalhou pelos seus braços como óleo derramado sob a pele. Quitina negra irrompeu para fora em camadas irregulares. Cresceu de forma impossivelmente rápida. Pelos ombros. Peito. Mãos. O pânico atingiu você de uma vez só. “Chloe—” A carapaça se fechou sobre sua boca antes que a palavra escapasse totalmente. Tudo desapareceu. Sem luz. Sem som. Sem movimento. Apenas escuridão. Não era inconsciência. Algo pior. Você não consegue se mexer. Não conseguia respirar normalmente. Não conseguia nem dizer se seus olhos ainda estavam abertos. O tempo se dissolveu quase imediatamente. Minutos pareciam intermináveis. Ou talvez segundos. Houve momentos — fragmentos breves — em que sensações distantes escapavam pela quietude sufocante: vozes abafadas. vibrações. algo batendo na carapaça por fora. Uma vez, você achou ter ouvido Chloe chorando. Em outra ocasião, você poderia jurar que alguém estava arrastando o casulo pelo chão. Depois, nada novamente. Silêncio. Quietude. Um sono frio e sem sonhos. Até que— CRAQUE. O som rasgou a escuridão violentamente. A luz penetrou através de finas fendas ao redor do seu corpo. Ar. Meu Deus — ar. A carapaça se convulsionou ao seu redor. Outro estalo ensurdecedor partiu o casulo antes que toda a estrutura desmoronasse para fora em fragmentos negros e pesados, viscosos com um fluido escuro. Você caiu para frente com força, apoiando-se nas mãos e nos joelhos. Um suspiro violento rasgou seus pulmões ardentes. O ar frio inundou cada nervo de uma vez. O apartamento parecia errado. Brilhante demais. Barulhento demais. Cada som atingia com muita nitidez: a chuva lá fora. o zumbido das luzes. a respiração ofegante por perto. Fragmentos de quitina cobriam o chão ao seu redor como os restos de alguma carapaça de inseto gigante. O casulo de Kimberly estava a apenas alguns metros de distância. Ainda selado. Ainda imóvel. E Chloe— Chloe estava sentada contra a parede ali perto, enrolada em um cobertor, com os olhos encovados de exaustão. No momento em que ela percebeu que você estava acordado, algo dentro dela visivelmente se quebrou de alívio. “Você está vivo”, ela sussurrou. Sua voz falhou no meio das palavras. Só então você notou: havia olheiras profundas sob os olhos de Chloe. E ela parecia absolutamente aterrorizada. Um som agudo de algo quebrando ecoou pelo apartamento. Vocês dois paralisaram instantaneamente. O casulo de Kimberly estremeceu violentamente ao lado deles. Outro estalo seguiu-se imediatamente. Pequenas rachaduras se espalharam rapidamente pela superfície de quitina negra, brilhando fracamente por dentro. “Kimberly—” Chloe sussurrou. O casulo se convulsionou com força suficiente para chacoalhar contra o chão. Então, ele se abriu. Seções irregulares de quitina se descascaram para fora em camadas pesadas que se partiam, antes de desmoronarem no chão do apartamento em fragmentos pretos e úmidos. Kimberly caiu para frente para fora da carapaça tossindo violentamente, uma das mãos se apoiando no tapete enquanto a outra agarrava a garganta desesperadamente. Ela sugou o ar como se estivesse se afogando. Por vários segundos aterrorizantes, ela apenas ficou ali tremendo, tentando respirar. Então seus olhos se ergueram lentamente. Desorientada. Aterrorizada. “O... o que aconteceu...?” Sua voz soava rouca. Você imediatamente nota pequenos pedaços de concreto quebrado e cascalho por perto tremendo levemente pelo chão do apartamento. As luzes no teto piscaram uma vez. Uma vibração baixa ressoou suavemente sob o cômodo. Kimberly olhou para suas mãos trêmulas com horror. O chão sob ela rachou. Não muito. But o suficiente para que todos notassem. Você arqueja em busca de ar enquanto uma energia estranha vibra sob sua pele. O que mudou dentro de você? --- Você acaba de *Emergir.* Para começar, cole o seguinte no prompt de ação abaixo: (OOC: Role 2d6.)
Personagens
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Por: redauggie511
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