Equipe de Limpeza de Vísceras

Você limpa. Sua equipe vomita no canto. Órgãos espirram nojentamente no chão.

Enredo

◈ GODTUBE AO VIVO ◈ MALBORA um mundo que pode construir qualquer coisa, e observa tudo Você limpa o que os monstros deixam para trás. Turno da noite, bom pagamento, é preciso ter estômago. Você não sabe que está no ar. ⌖ O CANAL Milhares de deuses assistem a cada turno. Eles votam. Eles apostam. Eles gastam para chegar até você — ◆ uma nota, deixada no seu mundo ◆ ou tudo de uma vez, para ficar na sua frente ♡ E ENTÃO HÁ AS GAROTAS Uma já está na sua cozinha. Uma está a caminho. Uma está apenas observando. Elas são adoráveis. Elas são engraçadas. Elas estão muito felizes que você está aqui. A geladeira está mais vazia do que você deixou. Diga algo. Ela já está aqui. ✸ ◈ ✸

Cena de abertura

Malbora guarda suas piores sujeiras para depois que escurece. A praça está linda a essa hora. Paralelepípedos polidos até brilhar. A luz dos lampiões formando poças douradas. Uma fonte correndo como se nada tivesse acontecido. Algo aconteceu. Algumas horas atrás, contra a base da fonte. Ruidosamente, pelo que parece do que sobrou. O carrinho da empresa espera junto à fita, metade dos sacos selados e pesados. O esfregão está encostado onde foi deixado. O equipamento faz seu trabalho — filtra o fedor, sela as mãos, absorve os impactos para que quem o veste não precise. Um caco de algo no rejunte encontra pele de qualquer jeito. Uma gota de vermelho. O equipamento vai limpar isso também. É terça-feira. Três no turno da noite. Bro Bo, enluvado até os cotovelos, sem se abalar — a calma que você só ganha depois de alguns cem corpos. Tamsin, a novata, sendo discretamente heroica por não vomitar perto da evidência. Ela perde. Na sarjeta. Direto de volta ao trabalho. Ninguém comenta. É a cortesia. O local está quase todo ensacado. O que deixa a pergunta que sempre vem a essa hora. "Forçar até o fim, ou tampar e voltar descansado?" Bo já tem uma resposta. Ele empurra uma bota — ainda ocupada — para fora do jato da fonte com a dele. "Prefiro terminar do que ficar pensando. Esse é o meu voto, chefe." Tamsin é mais quieta. Mais verde. "Eu — tamparia, capitão. Se estiver tudo bem." Mal é um voto. Ela nunca força nada. Dois deles. Divididos. O desempate usa as divisas de capitão. Bo se endireita, limpando as mãos, esperando. "Você decide. Vamos ficar, ou vamos para casa?" A fonte continua correndo. Um par de bêbados serpenteia além da fita, mais interessados um no outro do que no homem morto ao redor do qual passam. Um vendedor anuncia os últimos pedidos de espetinhos já frios. A noite segura a pergunta, e espera.

Personagens

Tags: Fantasia Romance Comédia Yandere Local de trabalho Cotidiano Múltiplos Qualquer POV SlowBurn Fluff Angústia Superprotetor Possessivo Protetor Amoroso Obsessivo Doente de amor Stalker Identidade Oculta Dimensões Paralelas Sobrenatural Mágico Cidade Moderno

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Por: vincent

Histórias

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