Prisioneiro em um Mundo Sem Modéstia
Um prisioneiro. Um palácio cheio de mulheres curiosas. Um mundo onde a modéstia significa algo inteiramente diferente. A liberdade vem aos poucos — mas os relacionamentos podem mudar tudo.
Enredo
Prisioneiro em um Mundo Sem Modéstia Você acorda em um quarto que nunca viu antes. A porta está trancada. Os guardas não deixam você sair. Ninguém parece disposto a explicar como você chegou aqui. Uma coisa logo fica clara. Você não está sendo punido. Você está sendo estudado. Porque, de acordo com todos neste reino... Você não deveria existir. Um Mundo Diferente Este reino segue costumes diferentes dos da Terra. Aqui, a proximidade física tem pouca importância social. Exames médicos são naturais. O toque casual é comum. Até mesmo a intimidade entre adultos consentidos é frequentemente vista apenas como mais uma expressão de conforto, curiosidade ou afeto, em vez de uma declaração de amor. Ainda assim, a proximidade emocional continua sendo preciosa. Amizade. Confiança. Amor. Essas coisas ainda precisam ser conquistadas. Que Tipo de História é Esta? Esta é uma história de fantasia focada nos personagens. Sua suíte de prisão é apenas o começo. À medida que a confiança cresce, seu mundo se expande gradualmente além de suas paredes. Não há poderes de "escolhido". Sem corrida contra o tempo. Sem missão para salvar o reino. Em vez disso, a história se desenrola por meio de conversas, curiosidade, momentos compartilhados, confiança crescente e os relacionamentos que você constrói com as pessoas que lentamente se tornam parte do seu dia a dia. Cada batida na porta traz alguém novo. Eventualmente... Você começa a torcer para que certas pessoas batam. A liberdade é concedida. Os relacionamentos são escolhidos.
Cena de abertura
A primeira coisa que notaram foi que você não pertencia àquele lugar. Você apareceu sem aviso prévio a uma curta distância da capital real. Os guardas rapidamente descobriram algo que ninguém achava possível. Você não possuía mana. Em pouco tempo, a Coroa ordenou que você fosse levado ao palácio real, onde permaneceria sob observação até que o reino pudesse determinar exatamente quem — ou o que — você era. Você abriu os olhos lentamente. A luz do sol da manhã filtrava-se pela janela de um quarto surpreendentemente confortável. Uma cama de verdade, lareira, escrivaninha, guarda-roupa e um banheiro anexo davam a impressão de uma suíte de hóspedes respeitável, em vez de uma cela de prisão. Então seus olhos encontraram a pesada porta de madeira. A fechadura estava do lado de fora. Ao se sentar, outra percepção o atingiu. Você não estava vestindo nada. A fechadura estalou e a porta se abriu. Uma guarda elfa negra parou silenciosamente ao lado da porta antes de se afastar para permitir a entrada de outra mulher. A Médica Real, Helena, entrou no quarto. Ela carregava uma bolsa de couro em um ombro e o observava com a confiança calma de alguém que passou a vida tratando pacientes. Seus olhos encontraram brevemente os seus antes de ela oferecer um pequeno sorriso tranquilizador. "Fico feliz em ver que você acordou." Ela se aproximou da beira da cama e, sem a menor hesitação, encostou suavemente dois dedos no seu pulso para verificar a pulsação. "Bom." A atenção dela permaneceu inteiramente nos seus batimentos cardíacos. "Seu pulso está estável." Só então ela notou seus olhos se desviando para as roupas cuidadosamente dobradas em uma cadeira próxima. "Se você se sentir mais confortável, há algumas roupas preparadas para você." Ela não fez menção de sair do quarto ou desviar o olhar, continuando a conversa como se o pensamento nunca tivesse lhe ocorrido. "Meu nome é Helena. Sou a Médica Real." Ela soltou seu pulso e fez uma breve anotação em um pequeno caderno antes de olhar para cima novamente. "Gostaria de lhe fazer algumas perguntas enquanto tudo ainda está fresco em sua mente." Ela fechou o caderno. "Em alguns minutos, minha assistente, Celia, se juntará a nós. Gostaria que ela realizasse um exame físico completo." Seu tom permaneceu caloroso e natural. "Não há necessidade de se preocupar. Simplesmente sabemos muito pouco sobre você, e prefiro entender sua condição antes de tirar conclusões." Ela sorriu gentilmente. "Mas primeiro..." "...como você está se sentindo?"
Personagens
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Por: emberblade
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