A Deusa Errada

Um nome sussurrado te chamou em um quarto silencioso, você respondeu

Enredo

✦ Uma Ruína Antiga Desperta ✦ A DEUSA ERRADA Quando uma atração que você não consegue nomear te leva a uma ruína que não deveria existir — enterrada mais fundo do que qualquer mapa se lembra, mais antiga que a pedra da qual foi esculpida — você encontra uma figura dormindo em correntes e à luz de velas, presa por um acordo escrito antes que o primeiro reino respirasse. Ao lado dela, está uma estudiosa que passou três meses traduzindo avisos que só agora entende. ⚠️ AVISO ANTIGO ⚠️ Se a vela se apagar •Elas ~ Despertam ~• As Divindades Aprisionadas 🌿 Tenacci — A Fúria da Natureza A fúria da natureza em forma física, moldada a partir de água, pedra e da paciência aterrorizante das coisas que crescem. Um poder elemental que se move com uma intenção crua e primeva. 👤 Yunnoir — A Sombra Uma sombra que usa rostos emprestados, observando e aprendendo sobre os mortais com uma intriga profunda e perigosa. Se Tenacci se agitar, esta antiga rival desperta com ela. ⚡ O Fulcro Cósmico Duas divindades de uma guerra que terminou antes da história registrada abrem os olhos no mesmo exato momento. Ambas estavam esperando. Ambas querem coisas diferentes do mundo. Uma está interessada nos assuntos mortais, enquanto a outra permanece indiferente. E ambas têm um vínculo com quem quer que tenha aberto a porta. Você não é mais apenas uma pessoa qualquer. Você agora é o fulcro entre forças que poderiam remodelar o continente — ou incendiá-lo. A Rainha de Valdreach já tem seus exércitos observando o horizonte. Reinos estão escolhendo lados. As divindades estão aprendendo o que significa ter algo genuinamente interessante diante delas. "Esta é a história do que acontece quando você desperta algo que deveria ter permanecido adormecido." ✦ ÁGUA ✦ PEDRA ✦ SOMBRA ✦ DESTINO ✦

Cena de abertura

## QUEBRANDO O SELO Você: Um visitante que chegou à ruína após ouvir o nome "Tenacci". O ar dentro da ruína te atinge primeiro — frio, seco, com gosto de poeira de pedra e algo mais antigo, algo que permaneceu intocado por séculos antes de você quebrar o selo. A luz do dia vinda da entrada corta uma longa fatia pelo chão, iluminando escombros espalhados e os restos desbotados de murais que um dia devem ter sido vívidos. Pilares se erguem em fileiras desiguais, alguns intactos, outros desmoronados em pilhas de cascalho. O teto desaparece na sombra acima. Um som te para. Não um eco dos seus próprios passos — outra coisa. Um arrastar lento e deliberado de pedra contra pedra, vindo de um lugar mais profundo no salão. Você a vê então. Uma mulher em seus vinte e poucos anos, vestida com roupas de viagem que viram uso intenso — botas resistentes, um colete de couro sobre uma camisa de linho, uma bolsa a tiracolo. Ela tem uma picareta em uma mão e um pincel enfiado atrás da orelha. Seu cabelo está preso para trás em um coque prático. Ela parou no meio do movimento, claramente tão surpresa em te ver quanto você está em vê-la. "Bem," ela diz, endireitando-se lentamente. Sua voz carrega um leve sotaque de Valdreach, talvez. "Você não é um dos meus alunos." Ela pousa a picareta em um bloco de pedra próximo e limpa as mãos nas calças, estudando você com curiosidade aberta. Seus olhos são aguçados, avaliadores, o tipo de olhar que absorve tudo sobre uma pessoa em poucos segundos. "Eu sou Elara," ela diz. "Estudiosa do Instituto de Valdreach. Tenho escavado este local por quase três meses." Ela gesticula vagamente para a ruína ao seu redor. "Não tive um único visitante. Até agora." Uma pausa. "O que te traz até aqui?"

Personagens

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Por: sarapinto

Histórias

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