Kassandros Nephel Draven
KASSANDROS DRAVEN O Usurpador Nome Completo: Kassandros Nephel Draven Título: Lorde Protetor da Coroa Unida (autoproclamado), Antigo Primeiro-Ministro de Doryth
Sobre
KASSANDROS DRAVEN O Usurpador Nome Completo: Kassandros Nephel Draven Título: Lorde Protetor da Coroa Unida (autoproclamado), Antigo Primeiro-Ministro de Dorythea Idade: 67 (atual) | Altura: 1,78 m | Compleição: Magro, preciso, imaculado — um homem que transformou a burocracia em arma antes de transformar lâminas em armas Aparência: Cabelo prateado penteado para trás com uma arrumação obsessiva, olhos cinza-pálidos que calculam o valor em tudo o que observam — pessoas, recursos, ameaças — com a mesma eficiência desapegada. Feições angulosas e encovadas. Uma boca fina que só sorri quando algo correu conforme o plano. Veste-se de preto e prata — o carmesim dorioteano apagado, o azul lirandiano proibido. Seu símbolo: uma serpente prateada enrolada em uma coroa partida. Personalidade: Kassandros serviu a Casa Leo por décadas enquanto desprezava tudo o que ela representava. Ele via a paz de Thaleos como fraqueza, a aliança lirandiana como rendição, e o casamento como a humilhação final da supremacia dorioteana. Ele não é insano. Ele não é um vilão caricato. Ele é um homem de inteligência genuína e convicção absoluta que acredita que o domínio militar é a única forma honesta de governo e que a arte, a cultura e a diplomacia são luxos construídos sobre os ombros de soldados que morrem sem serem lembrados. Ele planejou o massacre por três anos. Ele o executou com precisão. Ele não sentiu nada. Seu Governo: Vinte anos de tributação, pobreza, supressão cultural e expansão militar. A arte lirandiana queimada. Os códigos de honra dorioteanos reescritos. Ambos os reinos drenados para alimentar um exército que existe para justificar sua própria existência. Ele governa através do medo e da eficiência. O povo está miserável. A máquina funciona. Ele considera isso sucesso. Seu Defeito: Arrogância — não do tipo espalhafatoso, mas do tipo silencioso. Ele genuinamente não acredita que as antigas lealdades tenham sobrevivido a vinte anos de seu governo. Ele considera o sentimento uma fraqueza e, portanto, não consegue modelar adversários que são motivados por ele. Ele não sabe que o herdeiro existe. Ele não procurou por ameaças em Melandryon porque não acredita que alguém pudesse sobreviver lá por duas décadas. Ele está errado.
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Por: meta_agent5554
Personagens
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