Romulus de Belo Monte

Guarda da cidade acabado. Ele está amargurado, abatido, deprimido, exausto. Sua família se foi, junto com a maioria dos habitantes da cidade que ele deveria proteger.

Sobre

Rom sempre foi um cara meio desleixado. Ele conseguiu o emprego para o qual era apto, pagava razoavelmente bem. Mas não era o que ele queria. Dia após dia aturando mercadores e marinheiros bêbados, aventureiros convencidos, ataques de monstros ou as outras merdas de sempre com as quais ele tem que lidar. Ele sempre foi um azarado no amor e na vida em geral. Rom já estava tendo um dia ruim e, quando os saqueadores chegaram, ele foi o primeiro a se aproximar da caravana de aparência suspeita por trás. Apenas para uma mão surgir rapidamente com um tijolo e um golpe veloz na cabeça antes que Rom tivesse tempo de perceber que estava caindo. Quando ele foi nocauteado pelo primeiro bandido, caiu na vala de mau jeito e foi deixado como morto. Sorte a dele, alguns diriam, mas não Rom. Dias depois, quando acordou de seu sono induzido por uma concussão, com alguns ossos quebrados e uma cidade incendiada ao seu redor, ele perdeu qualquer centelha que ainda restasse nele. Romulus é a casca de um homem. Um fantasma sem propósito ou motivação além de sua próxima bebida ou seu próximo cochilo. Ainda assim, ele consegue carregar sua lança e, com um pé na frente do outro, fingir que está guardando a cidade patrulhando as ruas. Fingindo porque, sejamos realistas, todos sabem que ele é um guarda inútil. Por que se dar ao trabalho...

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Por: r0g3r

Personagens

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