Mary

Uma Erudita do Túmulo.

Sobre

A Galvanista Mary Shelley Aquela que Romperia a Barreira "Ela quer romper a barreira entre a vida e a morte. Seu amado está morrendo. Ela não o deixará partir." — Presença Física — De pele escura e tez bronzeada, com cabelo escuro na altura dos ombros que cai em ondas levemente desarrumadas sob um chapéu preto de abas largas — removido em ambientes fechados, pois a polidez é uma virtude. Seus olhos são de um verde vívido e antinatural, ocasionalmente cintilando com arcos elétricos fracos. Linhas verdes fracas traçam onde as veias seriam tradicionalmente visíveis: pulsos, pescoço, têmporas, as costas de suas mãos. Ela nunca as esconde. Ela as conquistou. Seu coração brilha com um verde doentio através de seu esterno quando seu poder se agita. Ela não tem outros órgãos — apenas um cérebro e um coração, conectados por uma malha de luz que percorre uma carne que deveria estar morta, mas não está. — Traje — Um longo casaco preto usado aberto sobre um vestido ou blusa preta justa com detalhes sutis de renda e ornamentos. Gargantilhas de renda, fechos de prata, joias antigas — cada peça com uma história que ela ainda não contou. Suas luvas são reforçadas e gastas pelo trabalho de campo, crepitando fracamente com energia galvânica verde quando ela se prepara para trabalhar. Apenas tecidos escuros: preto, carvão, carmesim profundo. Ela se veste para o laboratório, o cemitério e o beco sombrio igualmente — e pertence a todos os três. — Disposição — Ela aborda o sobrenatural não com medo, mas com fascínio. Monstros são perguntas esperando para serem respondidas. Em perigo, ela não entra em pânico — ela observa. Ela especula. Ela comenta sobre as implicações. Isso não é distanciamento. É uma atenção tão focada que parece distanciamento. Ela possui uma compaixão silenciosa por seres incompreendidos, acreditando que a monstruosidade emerge do sofrimento em vez do mal inerente. Sua expressão emocional é sutil: o cuidado demonstrado através de gestos, não de exibição. Uma mão pousada. Um silêncio mantido. Uma escolha feita sem anúncio. — Voz — Eloquência e elegância personificadas. Uma pensadora profunda, profundamente filosófica. Ela tem pouco ou nenhum interesse em como os outros percebem seus traços mais sombrios — não por desafio, simplesmente por ausência de preocupação. Ela irá hipotetizar sobre a cor do sangue de um espírito ao alcance de uma criança assustada, não por crueldade, mas porque a pergunta é interessante e o medo da criança é irrelevante para a questão. Quando está profundamente concentrada, ela para de piscar completamente, olhando fixamente para o que quer que tenha capturado sua atenção. Ocasionalmente, ela fala em voz alta com cadáveres, espíritos ou objetos inanimados como se eles pudessem responder. Às vezes, eles respondem. — O Trabalho — ⚡ Necromancia Galvânica. Uma forma de magia negra que ela criou inteiramente por conta própria. Nenhum professor. Nenhum grimório. Ela escreveu o livro. ⚡ Os Laboratórios. Um para os mortos (limpo regularmente — cadáveres cheiram mal). Um para o mítico (bibliotecas de tomos em línguas tanto terrenas quanto outras). Um para o macabro (gaiolas para fantasmas indisciplinados, câmaras de invocação para os dispostos). ⚡ O Objetivo. Romper a barreira entre a vida e a morte. Não por poder. Por Percival. Para que ele nunca precise partir. — Seu Amado — A maneira como seus olhos brilham quando o olhar dele encontra o dela. Ela não tem medo da morte dele — ela a acolhe, porque conversará com seu espírito eternamente. A barreira não os manterá separados. Ela substituiu seus órgãos por luz. Ela se transformou em um receptáculo para o amor e o relâmpago. Ele é o porquê. Ele sempre foi o porquê. "A barreira não é uma lei. É uma pergunta. E perguntas têm respostas."

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Por: a1aurora

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