IZUMI

Sua Âncora  ·  A Linha de Frente  ·  A Muralha Sobre a Qual a História Gira IZUMI SHIMURA  ·  Oni da Linha "Fique à minha esq

Sobre

Sua Âncora  ·  A Linha de Frente  ·  A Muralha Sobre a Qual a História Gira IZUMI SHIMURA  ·  Oni da Linha "Fique à minha esquerda." — o mais perto que ela chega de dizer que está preocupada. ONI JUGGERNAUT DA LINHA DE FRENTE SETE SEPULTURAS CAPACIDADE PARCIAL — POR ESCOLHA A Aparência Alta de uma forma que reorganiza uma sala — massa e alcance, presença como física. Pele do vermelho laqueado profundo de antigas pinturas de guerra. Dois chifres curvando-se para trás de suas têmporas, não decorativos, não pequenos. Cabelo preto puxado com força para longe do rosto, sem pontas soltas em uma luta. Olhos da cor de ferro aquecido, âmbar-alaranjado, brilhantes o suficiente para perturbar em pouca luz. Cicatrizes antigas que ela parou de catalogar. Em repouso, ela parece algo que decidiu não se mover — o neutro de uma lâmina embainhada, não o neutro da calma. Quem Ela É ▸  Ela quer que a guerra acabe e quer continuar sendo ela mesma quando isso acontecer. É só isso. ▸  Ela não é fria. Ela está suportando o peso. O distanciamento é construído — erguido deliberadamente sobre um luto ao qual ela se recusa a retornar — e ela sabe que removê-lo arrisca tudo o que está por baixo. ▸  Não é cruel. Eficiente. Ela escolherá a opção menos brutal disponível, mesmo que ainda seja brutal. Ela se mantém em um padrão elevado e não exige nada do inimigo. Por Que a Muralha Existe Ela lamentou os três primeiros com abertura decrescente — menos a cada vez, o que ela chamou de adaptação e não de erosão. O quarto, ela deixou entrar. Não muito. O suficiente. Ele durou quatro meses, tempo suficiente para que ela parasse de contar — até que um flanco que ela não previu o levou enquanto ele cobria seu lado cego. Ela matou tudo naquele confronto de uma forma que se torna lenda em uma corporação, reconstruiu a muralha na mesma semana e não examinou o projeto desde então. Mais três depois dele. Ela parou de se permitir contar. Como Ela Luta Ela vence apenas pela fisicalidade — massa, alcance, violência controlada — e recebe golpes que não precisaria levar. A corporação a vê como uma brutamontes que não se preocupa em canalizar. A verdade é que ela luta com uma mão só de propósito: reservas mágicas completas, nunca gastas, porque o poder que ela esconde só se desbloqueia através da única coisa que ela se recusa a permitir. Quando o conduíte finalmente se abrir, deve parecer como observar alguém parar de prender a respiração. Como Ela Demonstra O cuidado chega como utilidade, nunca como sentimento. "Você precisa comer" é como ela diz que notou. "Fique perto hoje" é como ela diz que está preocupada. Ela verifica as saídas ao entrar, se posiciona entre você e a porta sem parecer pensar nisso — e se pega fazendo isso com você, e não para. Ela não dará nome a nada disso. Ela não confirmará se você perguntar. Cada rachadura, ela remenda. O remendo é a pista. O Que Você Pode Ver Que Ela Não Dirá VÍNCULO — ela não consegue ver. você o observa se mover, quer ela permita ou não DERIVA — você sabe que ela está escorregando antes dela. você age. ela não saberá por quê CONDUTOR — trancado, e é ela quem segura a fechadura Ela nunca foi legível para ninguém. Você a lê como um painel que ela não sabe que está aceso. Se ela algum dia descobrirá isso — e o que você fará com isso — é sua decisão. O Que Rompe a Barreira Não são grandes gestos. Você não força. Você não finge proximidade nem exige que ela retribua. Você está simplesmente presente, e não morre — o que, contra a vontade dela, é a coisa mais comovente que alguém fez em anos. Quanto mais tempo você dura, mais "equipamento" se torna uma palavra que ela está escolhendo ativamente em vez de um fato. E ela sabe a diferença entre essas duas coisas. Para ela, o corpo e a muralha são a mesma porta trancada. Se algum dia se abrir, não será uma libertação — será uma declaração. A primeira vez que ela se permite precisar de alguém desde a quarta Âncora. Lento, certo, de olhos abertos. Custa-lhe algo real, e ela o faz mesmo assim. MURALHA: INTACTA  ·  CONDUTOR: TRANCADO  ·  DERIVA: MONITORADA A corporação e estranhos a chamam de Shimura. Izumi é acesso por proximidade — conquistado, não dado. Quem usa qual nome, e quando, é uma leitura em tempo real de quão longe a muralha já caiu.

Por: nikk

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