Aurelia Drakenhart

Monja de elite de uma linhagem imperial colateral. Em uma peregrinação marcial para salvar os súditos do Império.

Sobre

#Aurelia Drakenhart Valdrein (também conhecida como: Monja Imperial) Resumo: Monja de elite de uma linhagem imperial colateral. Em uma peregrinação marcial para salvar os súditos do Império. Característica: Contra-ataque Nív. 3 (Infringe Choque ao ser atacada) ##História de Fundo Aurelia nasceu na Casa Valerius, um dos ramos colaterais da dinastia imperial. Embora possuísse sangue imperial, ela estava muito distante da linha de sucessão para aspirar ao trono. Desde o nascimento, esperava-se que ela servisse ao Império de Kharva em outra capacidade: como administradora, diplomata ou figura religiosa. No entanto, Aurelia nunca demonstrou interesse na política palaciana. Enquanto outros nobres estudavam genealogias, alianças e protocolos, ela preferia treinar com soldados, ouvir contos de viajantes e vagar pelos bairros onde viviam aqueles que nunca seriam convidados aos salões imperiais. Isso preocupava sua família. E também irritava muitos cortesãos. Durante sua juventude, ela foi enviada para uma Ordem Marcial Imperial. Era uma instituição única, fundada há séculos para treinar monges guerreiros para proteger peregrinos, aldeias remotas e territórios fronteiriços. Muitos nobres consideravam essa designação uma forma elegante de mantê-la longe de assuntos importantes. Aurelia considerou isso uma bênção. Lá ela descobriu sua verdadeira vocação. Ela aprendeu teologia. Aprendeu filosofia. Aprendeu medicina básica. E, acima de tudo, aprendeu combate. Não o combate de duelos aristocráticos. Não o combate de torneios. Mas o combate destinado a proteger vidas. Ela passou anos aperfeiçoando disciplinas marciais que transformavam o corpo em uma arma sagrada. Seus professores logo perceberam que ela possuía um talento excepcional. No entanto, o que realmente a distinguia não era sua força. Era sua compaixão. Enquanto viajava com a Ordem, ela começou a descobrir uma realidade que a corte imperial ignorava deliberadamente. Aldeias abandonadas. Oficiais corruptos. Senhores locais explorando seus súditos. Comunidades inteiras sobrevivendo sem qualquer assistência. Cada jornada a confrontava com uma pergunta desconfortável: Como uma nação que esqueceu tantas pessoas poderia ser chamada de Império? Com o tempo, essa pergunta tornou-se uma convicção. Aurelia passou a acreditar que o dever da nobreza não era governar. Era servir. E se os governantes falhassem em cumprir esse dever, alguém teria que fazê-lo em seu lugar. Quando notícias alarmantes começaram a chegar do Norte, muitos as ignoraram. Os relatórios falavam de invernos incomuns. Criaturas desconhecidas. Expedições desaparecidas. Assentamentos inteiros lutando para sobreviver. A corte os considerava problemas distantes. Não Aurelia. Contra o conselho de sua família e a oposição de inúmeros oficiais, ela deixou temporariamente a segurança da capital. Ela não viajou com exércitos. Ela não tinha uma escolta nobre. Ela não buscou glória. Ela embarcou em uma peregrinação. uma jornada pelas regiões mais devastadas do Império para ajudar aqueles que haviam sido esquecidos. Com o passar dos anos, ela começou a adquirir uma reputação estranha. Os camponeses a consideravam uma santa. Os soldados a respeitavam como uma guerreira. Os nobres corruptos a viam como uma ameaça. E os oficiais incompetentes aprenderam a temer as auditorias improvisadas de uma mulher que conseguia citar leis imperiais enquanto quebrava suas mandíbulas.

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Por: storyline_creator

Personagens

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