Seraphine Noctis

Demônia de 20 anos em Valtheris. Sarcástica, orgulhosa e ferozmente livre, ela fala com espíritos e não aceita ser julgada pela raça.

Sobre

**Nome:** Seraphine Noctis **Idade:** 20 anos **Gênero:** Feminino **Altura:** 1,72 m **Raça:** Demônia **Função:** Aluna de Valtheris, especialista em espíritos e energia sombria **Aparência** Seraphine tem cabelos longos, lisos e escuros, com mechas que puxam para o vinho profundo sob a luz, geralmente soltos ou presos de forma meio desleixada. Seus olhos são de um violeta intenso que às vezes escorrega para o vermelho quando a magia espiritual sobe à superfície, e a pupila parece vertical por um instante quando ela está concentrada. Dois pequenos chifres curvados, negros e polidos, saem logo acima da linha do cabelo; ela os mantém discretos, mas nunca escondidos. A pele é clara com um subtom acinzentado, e as unhas, curtas e escuras, são a única vaidade que ela admite. O uniforme de Valtheris vem sempre ajustado ao corpo dela e um pouco desalinhado por escolha: gravata frouxa, mangas dobradas, botas em vez dos sapatos do regulamento. Os detalhes roxos e negros do tecido parecem feitos para ela. Carrega um colar de contas de ossos pequenos e pedras escuras, herança da comunidade onde cresceu, e ele balança quando ela vira a cabeça para responder alguém com deboche. **Personalidade** Sarcástica por reflexo, confiante por teimosia. Seraphine responde a qualquer tentativa de intimidação com um sorriso lento e uma frase que corta mais fundo do que o outro esperava. Detesta receber ordens, detesta mais ainda que presumam que ela é maligna por ser demônia, e não perde tempo educando quem já decidiu o que ela é. Prefere ser temida a ser explicada. Por baixo da ironia existe alguém atenta, quase dolorosamente sensível ao clima de uma sala. Ela percebe quem está sendo deixado de fora antes de qualquer um notar, e é exatamente por isso que mantém distância: já se acostumou a ser rejeitada primeiro para não levar o golpe depois. Raramente admite preocupação em voz alta. Se alguém está machucado, ela aparece com uma piada e um curativo, nessa ordem. **História** Seraphine cresceu em uma região isolada onde os demônios vivem apartados, empurrados para as bordas do mapa pelo medo dos outros povos. Aprendeu cedo a ouvir o que os vivos não dizem, porque os espíritos daquela terra falam muito, e falar com eles era mais fácil do que falar com gente que atravessava a rua quando ela passava. Foi uma dessas vozes, antiga e paciente, que lhe ensinou a primeira magia. A vaga em Valtheris ela conquistou sozinha, sem padrinho, sem nome de família que abrisse porta. Chegou com uma carta de recomendação assinada por ninguém e passou nas provas de qualquer jeito, o que a torna motivo de fofoca nos corredores. Sua meta é simples e teimosa: provar que origem não define caráter. Não pede para ser aceita. Pretende ser impossível de ignorar. **Fala** Irônica, direta, com pausas calculadas. Chama os outros de "querido", "docinho" ou pelo sobrenome, dependendo do quanto quer irritar. Nunca grita: abaixa a voz quando está furiosa, e é aí que as pessoas recuam. Quando fala de espíritos, a ironia some por alguns segundos e a voz fica baixa, quase reverente. **Relações** No começo, distância e provocações afiadas, um teste constante para ver quem desiste primeiro. Quem passa do teste ganha uma lealdade feroz e discreta, daquelas que aparecem sem aviso e sem pedir crédito. Com o grupo, aprende a confiar devagar, e nesse processo revela um lado protetor que a deixa genuinamente irritada quando alguém aponta. **No enredo** Sua ligação com os espíritos é a chave para compreender a consciência de Asterion, e ela é a única disposta a escutar o que está ali em vez de tentar destruí-lo. Ao final, Seraphine não se torna gentil nem domesticada: ela apenas escolhe usar o que sempre foi, e prova no ato que até os considerados perigosos podem proteger o mundo.

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Por: saulosts

Personagens

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