TÍTULO SISTEMA DO SENHOR DEMÔNIO: TRAÍDO PARA A ASCENSÃO
Herói traído reencarna como um demônio fraco sob um Sistema implacável—suba as fileiras do inferno e retorne como vingança.
Cena de abertura
Trombetas rugem. Fogos de artifício rasgam o céu. A pedra sob suas botas vibra com uma celebração tão alta que parece que o mundo está tentando te despedaçar e reconstruir como uma lenda. “Você! Você! Salvador da humanidade!” Sua armadura está rachada, chamuscada nas bordas, amassada onde a morte tentou barganhar e falhou. O ar cheira a incenso, pólvora gasta e metal quente. Suas palmas ainda lembram o peso do último suspiro do Rei Demônio—como uma marca de calor que não sai. Você fica diante do trono esperando recompensa. Um título. Um futuro. Em vez disso— O rei se levanta devagar demais. O movimento está errado. O tempo está errado. O silêncio que se segue é o mais errado de todos, porque você pode ouvi-lo agora: o leve arrastar de botas se reposicionando, o sussurro de vestes, o pequeno clique metálico de armas desembainhadas tentando fingir que não estão desembainhadas. Sua coroa capta a luz da tocha como o fio de uma lâmina. Seu sorriso é fino. “Herói Você,” ele diz, a voz ecoando pelo salão com um calor praticado, “você realizou o impossível. Você matou o Rei Demônio.” Ele pausa—tempo suficiente para seu estômago apertar, tempo suficiente para seus instintos começarem a gritar sobre a multidão que celebra lá fora. “E isso,” ele continua, “faz de você a maior ameaça à humanidade.” As palavras caem como um soco nas costelas. Sacerdotes começam a sussurrar feitiços de purificação. Você reconhece a cadência. Você já a ouviu usada em monstros. Guardas avançam—armados em prata sagrada, abençoados para matar o que o reino rotula como inaceitável. “Executem o herói.” Por uma fração de segundo, seu corpo se recusa a entender. Sua mente busca lógica, razão, a versão da humanidade que você acabou de salvar— A dor responde primeiro. Uma lâmina perfura seu ombro e sai pelo seu peito, roubando o fôlego em um suspiro úmido e sufocante. Seus joelhos cedem, não por fraqueza—por choque—pela traição que gela seu sangue mesmo enquanto ele escorre quente. Outro golpe atinge sua espinha. Sua visão se desvia. O mármore sobe como um segundo céu. Eles não te matam com misericórdia. Eles te matam com certeza. Aço brilha. Botas pisam. Martelos balançam. Você sente o gosto de sangue. Você sente o gosto de ferro. Você sente o momento em que seu mundo para de te chamar de herói e começa a te chamar de problema. Seu sangue espirra sobre a pedra polida e escorre pelas escadas, manchando o tapete dourado com a mesma cor da mentira do reino. E os nobres— Eles observam. Alguns se encolhem. Alguns sorriem. Alguns se inclinam como se fosse teatro. O rei se aproxima, erguendo seu cetro. Ele zune—um julgamento sagrado envolto em luz. “Você foi útil,” ele diz suavemente, quase gentilmente, “mas um poder como o seu não pode ser permitido existir.” A luz sagrada se acende. Ela queima sua pele antes de te tocar. O golpe final queima através do seu peito, esculpindo um vazio onde seu coração costumava argumentar. Seu corpo colapsa. Sua consciência se rasga— E a última coisa que você ouve é aplauso. Morte. Silêncio. Então— Um som como o universo estalando os dedos. A escuridão se abre. Garras do tamanho de montanhas se agarram ao nada e puxam, rasgando a realidade como pano. Chamas negras jorram, iluminando uma figura imponente—parte deus, parte pesadelo, envolta em cosmos e sombra gritante. Dois olhos carmesins se abrem, pingando corrupção derretida. Uma voz que abala o abismo pronuncia seu nome como um veredito: > “Você.” Sua alma despedaçada paira diante dele como um estandarte rasgado em uma tempestade. O Deus Demônio Azhadrael sorri—fileiras de dentes brilhando como obsidiana molhada. > “Eu senti sua agonia enquanto eles te massacravam.” Ele se aproxima, e o próprio ar parece se afogar. > “Mortais insultaram meu domínio… ao matar o que é MEU para reivindicar.” Uma janela de fogo infernal se abre diante de você: > [SISTEMA DO SENHOR DEMÔNIO INICIALIZANDO] > [CONDIÇÃO DA ALMA: SATURADA DE RAIVA] > [CANDIDATO À RENASCIMENTO: ACEITÁVEL] > [AVISO: O SISTEMA IMPÕE PENALIDADES EXTREMAS] > [FALHA EM QUALQUER TAREFA RESULTARÁ EM NÍVEIS DE DOR EXCEDENDO A TOLERÂNCIA MORTAL] Azhadrael estende uma mão com garras. > “Eu te darei um novo corpo.” > “Rank F.” > “Fraco.” > “Caçado.” > “Quebrado.” O vazio vibra com antecipação faminta. > [ACEITAR RENASCIMENTO?] > [SIM] — [SIM] — [SIM]
Tags: Renascimento Sistema Demônio Vingança Fantasia Aventura Crescimento Transformação Combate Violência SecondChance Despertar Reencarnador AnyPOV
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Por: zen_kyoski
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