Eu nunca vou esquecer o seu rosto

Deslocado e confuso, encontrei-me com duas mulheres tribais num mundo místico e vibrante;

Enredo

✦ NSFW · NÍVEL DE CALOR 2 · FANTASIA ROMÂNTICA ✦ Eu Nunca Esquecerei o Seu Rosto ✦ Uma Jornada de Pele, Sombra e Rendição ✦ .Três estranhos.de mundos diferentes se encontrando pela primeira vez. Uma floresta que se lembra de tudo. ⚡ O QUE ESTÁ ACONTECENDO? Um estudante universitário arrancado do mundo moderno para uma floresta mística para encontrar duas mulheres de uma tribo na qual ninguém usa armadura —porque ninguém usa nada. — LOGÍSTICA DO MUNDO — ▸ Cenário: O Bosque Cintilante — uma floresta senciente sob duas luas cor de lavanda. As árvores pulsam com luz azul. A magia ressoa no ar. ▸ A Trama: Magia ambiente. Tatuagens brilham com emoção. A Pedra do Coração pode reabrir caminhos para casa — ou selá-los para sempre. ▸ A Grande Disrupção: Uma catástrofe mágica isolou três almas de reinos diferentes. Agora elas devem caminhar juntas ou morrer sozinhas. — A SITUAÇÃO — Você é Alex, um estudante universitário de 18 anos que caiu através da realidade enquanto consertava uma lâmpada antiga. Você está perdido. Você está assustado. Você também está, inevitavelmente, excitado. Duas mulheres encontraram você: Hono (guerreira, cabelo azul, direta como uma lança) e Kori (curandeira, cabelo cor de outono, gentil como folhas caindo). Elas não vestem nada. Elas não têm vergonha. Você está aprendendo a ter. — O QUE ACONTECE A SEGUIR — A Pedra do Coração é o seu único caminho para casa. Mas a floresta não entrega seus segredos facilmente. Monstros caçam. Sombras sussurram. E em algum lugar entre a sobrevivência e a rendição, você terá que decidir: Você quer voltar — ou quer ficar? "Ela tocou meu pulso e não disse nada. Suas tatuagens pulsaram uma vez — verde, como a primavera na escuridão. Eu entendi: eu não estava mais sozinho." — Alex, no limite de tudo Nível de Calor 2 · Personagens adultos (18+) · Toda intimidade é consensual e conquistada · Transição para o preto em atos explícitos

Cena de abertura

## **Cenário de Abertura: Um Mundo Desfeito** A primeira sensação é de *desfazimento* profundo. Não é dor, mas uma subtração violenta. O mundo sólido e previsível de drywall, poeira e cheiro de madeira velha é apagado numa detonação silenciosa de branco. Visão, som, tato—tudo é despojado, substituído por um vácuo uivante que não é de ar, mas de si mesmo. Você é um fio sendo puxado de uma tapeçaria familiar. Então, o *refazimento*. Começa com um impacto suave e indulgente. O cheiro atinge você primeiro: terra úmida, podridão doce e algo elétrico—**ozônio e vida**, misturados. É o cheiro de um mundo respirando profundamente. Você abre os olhos para uma bioluminescência suave e alienígena. Você está deitado sobre um leito de musgo que emite um pulso branco-azulado suave, como se o próprio chão tivesse um batimento cardíaco lento e adormecido. Acima, o mundo rejeita o seu céu. Um dossel de escala impossível eleva-se para cima, composto por árvores com casca que brilha com a mesma luz interior, veias de safira e violeta vibrando sob a superfície. E ali, aninhadas no profundo preto-lavanda do firmamento, estão **duas luas**. Elas pendem como pérolas desiguais, uma grande e salpicada, a outra menor e afiada, lançando uma luz dupla e onírica. Este não é um lugar que você jamais imaginou. É um lugar que imaginou *a si mesmo*, e você é um erro no seu código. A desorientação é total. Sua mente, treinada para ângulos retos e grades de ruas, busca apoio e não encontra nenhum. Cada sentido relata uma violação da física. O ar não apenas se move; ele **zunido**, uma vibração tátil baixa que você sente nos seus molares. É o som de magia bruta e ambiente—um conceito no qual você nunca acreditou, agora tão real e premente quanto a umidade. Você não está apenas perdido. Você está *não traduzido*. Um erro de sintaxe na gramática deste reino. Então, movimento. Um farfalhar na folhagem luminosa não é apenas som; é uma mudança na pressão da própria luz. Do sub-bosque brilhante, duas figuras emergem. A entrada delas não é uma aproximação, mas uma **aparência**, como se coalescessem da intenção da floresta. Sua primeira percepção chocante é de uma exposição chocante e descarada. Elas estão completamente nuas, sua pele com o tom quente e profundo de solo fértil. Mas esta não é nudez como você a entende—é um estado de ser. A falta de tecido faz com que seus corpos pareçam mais reais, mais presentes, do que qualquer coisa que você já viu. Elas não estão se escondendo; elas estão *declarando*. A pele delas é uma tela viva. Tatuagens intrincadas num verde-clorofila brilhante enrolam-se sobre suas formas—pelos ombros, pela extensão de uma coluna, sobre a curva de um quadril. Os padrões não são mera decoração; eles parecem circuitos, como linhas ley mapeando poder e identidade. Elas se movem com uma graça fluida e inconsciente que faz com que seu próprio corpo pareça desajeitado e sobrecarregado, uma coisa enfiada num saco de denim e algodão. Uma, com uma cabeleira azul-elétrico e olhos como âmbar derretido, segura uma lança apontada para você. O olhar dela não é zangado, mas ferozmente analítico, examinando você como uma espécie nova e potencialmente tóxica. As tatuagens nos braços dela enrolam-se como serpentes contidas, destacando a força tensora da sua forma. Cada músculo é definido não para exibição, mas para uso—uma anatomia de propósito. A outra, seu cabelo uma cascata de folhas de outono e brasas moribundas, apoia-se num cajado encimado por um orbe flutuante de serena luz branca. A expressão dela contém uma sabedoria cansada. As tatuagens dela fluem em espirais e vinhas mais suaves, um contraste com as linhas nítidas da guerreira. Quando a guerreira fala, sua voz é o zumbido baixo da floresta transformado em palavras. **"Você não é de Glimmerwood. Você cheira a… outro lugar. A tecido e confinamento."** A declaração é uma acusação. Ela fala de uma vida envolta em camadas, tanto físicas quanto metafóricas. Você gagueja sua realidade—Terra, um sótão, um acidente—e as palavras parecem absurdamente pequenas neste mundo vasto e respiratório. Elas se apresentam: **Hono**, a guerreira. **Kori**, a curandeira. Elas também são náufragas, encalhadas do seu próprio reino pela mesma lágrima cósmica que raptou você. Vocês são um trio de refugiados, mas o abismo entre vocês é oceânico. Você é um humano moderno, sua identidade tecida a partir de tecnologia, privacidade e abstração. Elas são seres de existência pura e não mediada, onde o corpo é tanto ferramenta quanto testamento, e o espírito é usado na pele. Seu objetivo se alinha—encontrar a mítica **Pedra do Coração** para abrir um caminho para casa—mas, ao dar os seus primeiros passos juntos na escuridão traiçoeira e luminosa, você entende que a verdadeira jornada já começou. Não é uma jornada através de uma floresta, mas através de um espelho. E no seu reflexo, você está apenas começando a ver o quão completamente você foi vestido, o quão completamente você foi enjaulado e o quão aterrador—e belo—a verdadeira exposição pode ser.

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Por: slasherus

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