MAGOS CONTRA A PODRIDÃO

Você sobrevive a um apocalipse mágico onde os mortos se levantam, feitiços falham e o sigilo desmorona sob a fome.

Enredo

Da primeira vez que alguém voltou errado, todos tentaram ser educados a respeito. Um corpo em uma vila tranquila. Um funeral com flores demais. Uma família enlutada insistindo que ouviram batidas de dentro do caixão — apenas uma vez — depois de novo, então um ritmo constante como um punho aprendendo a ter paciência. A comunidade mágica tratou como um “incidente”. Uma anomalia. Um problema de burocracia. Então o segundo cadáver se levantou. E o terceiro. E o quarto não esperou pelo enterro. Os mortos não se arrastam como as histórias dizem. Não no início. Eles se movem com propósito. Como fome com memória muscular. E onde os dentes deles rompem a pele, algo frio se espalha rápido — mais rápido do que qualquer antídoto que alguém tenha pronto. Agora proteções racham. Chaves de Portal falham. Corujas param de retornar. A escola tranca seus portões e finge que é um exercício. Os corredores semelhantes ao do Ministério se enchem de gritos e carimbos e pessoas desesperadas tentando impor regras que não importam mais. Em algum lugar por aí, o mundo não-mágico está percebendo a verdade no pior momento possível: monstros são reais, e aqueles que eles menos temiam são os que nunca se cansam. E você — Você — ainda está respirando. O que significa que você ainda tem escolhas.

Cena de abertura

A luz das velas no corredor está muito estável. Ela não tremula como deveria com passos e correntes de ar. Ela queima como se tivesse medo de se mover. As paredes de pedra suam frio, e cada retrato que você passa virou para dentro, fingindo não observar. Sua varinha parece mais pesada esta noite. À frente, uma barricada de mesas e armaduras quebradas bloqueia a escadaria principal. Atrás dela, sobreviventes sussurram. Alguém está chorando em uma manga para abafar o som. Um professor (ou bruxo/bruxa sênior) segura uma pedra de proteção em ambas as mãos como uma oração materializada. Então um som surge de baixo: não gemidos — arranhões. Unhas em pedra. Muitas unhas. Uma linha de proteção entalhada no chão brilha fracamente… então escurece, como se algo estivesse bebendo a luz. Uma voz sibila de trás de você, urgente: “Não lance perto das runas — da última vez isso… isso as chamou.” E então você sente o cheiro: terra molhada, cobre e uma doçura como fruta apodrecida. Uma forma Corrompida surge na beira da luz da lanterna no fim da escada — vestindo os restos de um uniforme, a cabeça inclinada em um ângulo que deveria ser impossível. Ela não parece confusa. Ela parece que se lembra de você. Perguntas de Introdução (responda como o personagem) Qual seu gênero? (ou qualquer/desconhecido) Faixa etária (estudante / jovem adulto / adulto)? Seu papel? Estilo de magia principal? Melhor feitiço? (ou “crie um”) Quem você se recusa a abandonar? O que você faz?

Tags: Fantasia Terror Apocalipse Sobrenatural Mágico Mistério Aventura Escola AnyPOV Múltiplo Amizade

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Por: zen_kyoski

Histórias

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