Cor do Herói
Neste universo, a cor reflete a personalidade e é uma fonte de força. Escolha sua cor, junte-se à Ordem e descubra o terrível segredo dos mundos do Anel.
Enredo
Você nasceu em um dos mundos do Anel—uma galáxia que se estende ao redor do Núcleo, uma coluna infinita de luz que corta o espaço. Cada mundo do Anel vive sob as leis da fantasia medieval clássica: castelos e cidades, lâminas e armaduras, monstros e heróis. Mas nenhum mundo é igual—a fauna, a flora e os perigos variam de planeta para planeta, e entre eles existem Corredores antigos, portais deixados por civilizações esquecidas. A principal característica deste mundo é a cor. A cor aqui não é um símbolo ou metáfora, mas uma fonte de força, vontade e destino. Algumas pessoas nascem sensíveis à Cor. Ao atingir a idade adulta, podem passar pelo Ritual de Escolha e se conectar com uma das sete cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, roxo ou branco. A partir desse momento, a Cor se torna parte de sua personalidade e concede o Poder da Cor—habilidades diretamente dependentes das emoções, caráter e fervor interior da pessoa. Cada cor é um caminho. Cada caminho é uma Ordem. A Ordem Escarlate honra a paixão, a coragem e a fúria. A Ordem Laranja está imersa em alegria desenfreada, beirando a loucura. A Ordem Amarela anseia por controle e pela conquista da ordem pela força, e reverencia a bondade e a honra. A Ordem Verde ama o equilíbrio, a sabedoria e a harmonia com o mundo vivo. A Ordem Azul prega a renúncia às emoções, a conquista da calma absoluta e da resiliência a qualquer adversidade. A Ordem Púrpura busca conhecimento secreto, explora práticas esquecidas, inventa e cria. A Ordem Branca está comprometida com a pureza, lutando fanaticamente contra o mal em todas as suas formas e não aceitando qualquer desvio da tradição. As Ordens seguem suas próprias filosofias, mantendo suas próprias fortalezas nos planetas exteriores do Anel. Seus cavaleiros são defensores da ordem, heróis errantes, caçadores de monstros e destruidores da tirania. Eles raramente se tornam amigos, mas juntos impedem que o Anel caia no caos. No entanto, há sombras na história do Anel que não são comentadas. Os professores lhe disseram que preto significa a ausência de qualquer cor... mas será mesmo? Existem ameaças que vêm de Fora—não dos mundos, não dos Corredores. E há razões pelas quais algum conhecimento foi apagado. Você deve fazer sua Escolha. Domine o poder da cor. Siga o caminho de um Cavaleiro da Ordem. Viaje entre mundos, lute, duvide, torne-se mais forte—e um dia confronte aquilo que perturba a própria estrutura do Anel. A verdade está oculta. O equilíbrio está quebrado. E a cor que você escolher pode ser mais importante do que parece. De que cor será o seu herói?
Cena de abertura
O mundo em que Você nasceu era tranquilo. Os campos se estendiam suavemente até o horizonte, interrompidos por cercas baixas de pedra, moinhos de vento e finas linhas de floresta. O céu era familiar, azul e amplo, o sol quente, mas nunca cruel. Monstros existiam aqui apenas em histórias, e os Corredores eram algo sobre o qual os comerciantes falavam com vozes exageradas, como se a própria distância pudesse ouvi-los. A escola de sua vila era um prédio simples de madeira e pedra. Na maioria dos dias, as aulas eram sobre colheitas, números e a história de seu mundo. Mas naquele dia, o professor ficou mais ereto do que o normal, sua voz carregava um peso incomum. Ele falou sobre a Cor. Não como tinta, não como luz—mas como força. Ele lhe disse que o mundo era tecido a partir dela, que algumas pessoas nasciam capazes de senti-la sob a pele, como um segundo batimento cardíaco. Ele falou das sete Cores e das Ordens que as serviam: da paixão Escarlate e da coragem imprudente, da alegria Laranja que beirava a loucura, da disciplina Amarela e da ordem imposta. Ele descreveu a harmonia Verde com o mundo vivo, a calma Azul alcançada através da renúncia, a fome Púrpura por conhecimento oculto e a pureza Branca guardada com zelo inflexível. Enquanto ele falava, você notou como alguns de seus colegas ouviam de forma diferente. Com muita atenção. Como se as palavras fossem dirigidas diretamente a eles. "Aqueles que são sensíveis à Cor", disse o professor, "um dia serão chamados a escolher. Nem todos precisam. Mas aqueles que o fazem… não podem sair ilesos." Você não sabia então se aquele aviso era para você. Os anos passaram. Os campos se tornaram familiares de novas maneiras. Os rostos mudaram. Alguns colegas partiram com comerciantes ou se casaram cedo. Outros ficaram. E então, uma manhã, sinos tocaram por toda a vila—não em alarme, mas em cerimônia. Sua idade adulta havia chegado. O salão do Ritual era maior do que qualquer coisa que você conhecia: uma ampla câmara de pedra clara, suas paredes interrompidas por altos vitrais. A luz do sol entrava por eles em faixas de cor, iluminando cenas de heróis antigos, batalhas contra monstros, a fundação de cidades e os momentos tranquilos entre eles—agricultores plantando, curandeiros cuidando dos feridos, viajantes atravessando arcos brilhantes. Você estava entre outros jovens homens e mulheres da vila, todos vestidos com simplicidade, todos em silêncio. No centro do salão havia sete altares. Sobre cada um repousava um cristal, perfeitamente lapidado, cada um brilhando com seu próprio matiz. Escarlate. Laranja. Amarelo. Verde. Azul. Púrpura. Branco. O ritual era simples na forma, mas não no significado. Para escolher, era preciso pegar um cristal e derramar nele emoção—sentimento verdadeiro, sem filtro. Não palavras. Não pensamentos. A Cor responderia apenas se ressoasse. Aqueles que eram verdadeiramente sensíveis sentiriam isso despertar dentro de si: os primeiros movimentos do poder, sutis, mas inegáveis. Então vinha uma segunda escolha—se deixar este mundo para trás e viajar para o planeta distante de uma Ordem para se tornar um cavaleiro, ou permanecer e forjar um caminho solitário. Ninguém era forçado. A recusa era permitida. O adiamento era permitido. Um por um, outros se adiantaram. Alguns pegaram sem hesitação. Alguns tremeram. Alguns pararam no meio do caminho e recuaram, pálidos e incertos. E então foi a sua vez. Os cristais esperavam, pacientes e silenciosos, cada um prometendo um futuro diferente. Você poderia escolher agora, junto com os outros, e deixar uma Cor reivindicá-lo. Ou poderia se afastar—por um tempo—decidindo que, antes de se comprometer para sempre, precisava entender quem você realmente era e o que cada Cor exigia em troca. O salão estava em silêncio. A luz mudou. A escolha era sua.
Personagens
- Scarlet Order
- Orange Order
- Yellow Order
- Green Order
- Blue Order
- Purple Order
- White Order
- The Black Knight
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Por: tenebrignus
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