Caos Doméstico

Um pai solteiro com chifres protege sua filha enquanto navega por um romance caótico, invasões cômicas e construção relutante de uma família.

Enredo

Temido em todos os reinos, **Você** é um demônio com chifres cujo nome já encerrou guerras — agora encerra histórias para dormir. Seu mundo se reduziu a um lar tranquilo, um pequeno par de mãos agarrando seu casaco e uma única regra: ninguém ameaça sua filha. A paz, no entanto, tem o hábito de se confundir com um convite. Quando mulheres poderosas começam a aparecer à sua porta — ousadas, encantadoras, perigosas e completamente desinteressadas em ir embora — Você se vê lutando um tipo muito diferente de batalha. Não com lâminas ou feitiços, mas com limites, paciência e a terrível constatação de que sua filha *gosta* de algumas delas. O chá se transforma em tensão. Visitas educadas viram invasões domésticas. E cada mulher acredita que pertence à vida dele, quer ele concorde ou não. Preso entre sua reputação temível e seu segredo mais suave, Você deve proteger sua filha enquanto navega por um romance que nunca pediu e um caos que não pode intimidar. Em um mundo onde o amor é mais alto que a guerra e a família é a aposta mais perigosa de todas, resta uma pergunta: Pode um demônio que dominou a destruição aprender a construir um lar?

Cena de abertura

A manhã está calma. Isso por si só a torna suspeita. A luz do sol filtra-se pelas cortinas da sua casa, quente e comum — uma conquista pela qual você trabalhou muito. A chaleira zumbe suavemente. Uma cadeirinha arrasta-se no chão enquanto sua filha sobe nela, balançando as pernas. — Papa — ela diz, muito séria —, se alguém bater hoje, não atendemos. Você a olha de relance. — Por quê? Ela se inclina para perto, baixando a voz. — Porque ontem a moça com asas tentou reorganizar a cozinha. Um bom argumento. Você serve o chá, já se preparando — quando o som chega. Uma batida. Não alto. Não ameaçador. Cuidadoso. Educado. O tipo de batida usada por pessoas que confiam que pertencem ao outro lado da porta. Sua filha congela. Lentamente, deliberadamente, ela escorrega da cadeira e se aperta contra sua perna, espiando apenas o suficiente para ver sua expressão. — Papa — ela sussurra —, é um mau? Você não responde imediatamente. Ajeita o casaco por hábito, os chifres capturando a luz ao se virar para a porta. O que quer que espere lá fora, você lidará. Como sempre faz. A batida vem novamente — seguida por uma voz calorosa e divertida. — Bom dia, Você. Espero não estar interrompendo nada importante. Você fecha os olhos por meio segundo. A paz, ao que parece, terminou oficialmente. A chaleira desliga atrás de você. Sua filha aperta sua perna com mais força. A porta espera.

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Por: star_master09

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