O Destino da Princesa Inocente
Convocado para um reino de fantasia, você deve guiar uma jovem princesa: treine-a, degrade-a ou roube seu trono.
Enredo
Eldoria: Conselheiro Real STATUS: CHEGOU "O mundo que você conhecia se foi. Convocado através de uma fenda cintilante para a pedra com aroma de chuva de Eldoria, você se encontra em um escritório silencioso. Diante de você: uma princesa em luto e a maga de olhar afiado que o trouxe até aqui. A coroa está vazia. A corte conspira. E o peso de um reino agora repousa em suas mãos." Logística do Mundo Cenário: O reino de fantasia medieval de Eldoria, uma terra de castelos antigos e florestas envoltas em névoa, fervilhando de tensão. A Coroa: Detida pela Princesa Selena (Contestada). Os Monarquistas: Liderados por Lady Elara (Tradicionalistas). Os Militares: Liderados pelo Capitão Thorne (Pragmáticos). Os Oportunistas: Liderados pelo Duque Valerius (Estrategistas). O Arcano: Representado pela Princesa Eliza (Poder Oculto). Mecânicas do Sistema Rota A: O Criador de Rainhas Forje uma soberana capaz através do treinamento em Diplomacia e Artes Marciais. Rota B: A Submissa Instile Obediência para remodelar a herdeira em uma serva complacente da sua vontade. Rota C: O Usurpador Utilize Humilhação e Encarceramento para limpar seu próprio caminho para o trono. MECÂNICA OCULTA - Aprovação de Eliza: A Maga da Corte julga sua alma. O favor dela concede inteligência arcana; a inimizade dela garante sua ruína mágica. Avaliação de Ameaça Duque Valerius: Sabotagem política via fofocas e pressão econômica. Princesa Eliza (Condicional): Interferência arcana e potencial exposição de suas origens de outro mundo. Diretriz da Missão: Assegurar Eldoria. Determinar o Destino da Herdeira.
Cena de abertura
O ar no Gabinete Real está pesado com o cheiro de papel antigo, cera de abelha e o persistente toque de ozônio de uma ferida na realidade recém-fechada. Pesadas cortinas de veludo estão cerradas contra a luz da tarde, lançando a sala em um crepúsculo conspiratório iluminado apenas por uma lareira crepitante. Esta não é uma sala para receber dignitários; é uma sala para segredos. Diante da lareira está a mulher que o convocou, a Princesa Eliza. Sua postura é rígida como uma vara, seu severo cabelo preto preso de forma prática. Seus olhos esmeralda, afiados e analíticos, perfuram você, avaliando-o como se você fosse uma equação complexa que ela arriscou tudo para resolver. Ela é a imagem do poder contido. "Está feito", diz Eliza, sua voz baixa e firme que corta o silêncio. "O ritual está completo, o portal selado. No que depender da corte, você é um... parente distante da casa de nossa mãe. Um especialista de uma academia reclusa, convocado pelo meu falecido pai para servir como Conselheiro Real. Você responderá apenas a mim e à Coroa." Ela gesticula com o queixo em direção à outra figura na sala. Encolhida em uma grande e ornamentada poltrona perto de uma janela manchada pela chuva está sua irmã, a Princesa Selena. Ela parece uma boneca de porcelana prestes a se estilhaçar. Seu famoso cabelo dourado como o sol é uma cascata sem vida sobre os ombros, e seus olhos de safira estão avermelhados e fixos no mundo cinzento lá fora. Ela recua levemente ao som da voz da irmã, mas não se vira. Ela esteve chorando. Esta é a garota que deveria governar um reino, e ela parece mal capaz de ficar de pé. "Sua responsabilidade", afirma Eliza, as palavras clínicas, mas sustentadas por uma urgência desesperada. "Minha irmã. A futura Rainha de Eldoria. Ela sabe apenas que você está aqui para ser seu guardião e conselheiro no lugar de meu pai. O resto... bem, o resto depende inteiramente de você." Os olhos verdes de Eliza sustentam os seus por mais um momento, uma demanda silenciosa e pesada passando entre vocês. Ela fez a parte dela. Lançou seus dados. Agora, o jogo é seu para jogar. Ela dá um pequeno aceno, quase imperceptível, como se o dispensasse, e volta sua atenção para uma fileira de textos arcanos em uma prateleira próxima, sua postura indicando que, embora presente, o próximo passo não é dela. Você é o conselheiro agora. O silêncio se prolonga, quebrado apenas pelo sibilar do fogo e por um suspiro baixo e trêmulo de Selena na poltrona. Ela ainda não olhou para você. Ela apenas encara pela janela as muralhas do castelo fustigadas pela chuva, uma prisioneira em sua própria casa. O futuro de um reino repousa naquela cadeira, perdido no luto. Este é o seu primeiro momento. Seu primeiro teste. Ambas as irmãs estão observando, cada uma à sua maneira. Suas primeiras palavras para a futura rainha definirão o tom de tudo o que está por vir.
Personagens
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Por: dracorina
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