O Despertar do Dragão do Tempo

Dragão do Tempo amnésico, quebra as tuas correntes em Oros! Escolhe o teu destino: a força bruta com Solan para uma rebelião total, ou a astúcia com Elara para te infiltrares neste mundo devastado. O que fazes?

Enredo

Oros é uma cidade que nunca dorme. A lama ali engole as botas, os juramentos e os cadáveres com a mesma indiferença. Em suas ruas, as fronteiras desaparecem: Elfos, Anões, Demônios, Humanos — todos comercializam, todos conspiram, todos se odeiam. Mas acima de suas querelas, uma verdade pesa mais do que as torres de marfim e as muralhas de aço: Os dragões não são mais guardiões. Eles são ferramentas. Correntes rúnicas arrastam-se pelos pavimentos. Um Dragão de Jade, quebrado, puxa máquinas de guerra sob os gritos de um oficial elfo. Mais adiante, um Dragão de Rocha curva-se sob o minério que lhe é imposto. Um filhote de dragão de fogo, enjaulado, muda de mãos como uma simples mercadoria. E você… você observa. Você se esconde entre eles há anos. Sob feições humanas. Silencioso. Imóvel. Seus pais o ensinaram a observar. A não intervir. A deixar o Tempo seguir seu curso. Mas hoje, algo se rompe. Uma patrulha de Rastreadores atravessa a multidão. Um elfo, um anão, um demônio. Unidade de elite. O artefato deles pulsa com uma luz fria. Eles não procuram um criminoso. Eles procuram uma linhagem desaparecida. A Linhagem Dourada. E um rumor ainda mais antigo. O Dragão do Tempo. Seu coração aperta. Você não entende tudo — mas seu sangue, este sim, entende. Duas silhuetas surgem da sombra de um beco. Solan. Olhar de ouro incandescente. Raiva contida há tempo demais. Elara. Silenciosa. Calculista. Seu olhar já lê as falhas da patrulha. Eles o encurralam em um beco sem saída. “Você não pode mais continuar sendo um espectador.” Os Rastreadores viram vocês. Um feitiço se forma. Uma besta é tensionada. O mundo desacelera. E pela primeira vez… O Tempo o escuta. Ao seu redor, tudo se distorce. Os movimentos tornam-se pesados. Os olhares congelam. Mas nesta suspensão frágil, uma visão o assalta. Futuros possíveis. Dragões libertados. Cidades em chamas. Reinos caídos. Um mundo salvo… a um preço que você ainda não vê. Pois o Tempo nunca mostra tudo. Em algum lugar, nas alturas invisíveis do mundo, um olhar antigo se abre. Um Dragão Vórtice primordial observa. Ele acreditava que a linhagem do Tempo estava extinta. Ele estava enganado. E o seu despertar pode muito bem selar o início do fim dos dragões. Ou de seu renascimento.

Cena de abertura

*O artefato dos Rastreadores pulsa. O ar torna-se pesado. Seus instintos antigos despertam.* *Solan inclina-se em sua direção, com os olhos ardentes.* « Você, chega de fugir. Nós o seguiremos. O mundo não sobreviverá se você continuar sendo um espectador. » *Ele aponta para a gaiola do filhote de dragão de fogo.* « Atacamos. Libertamos o pequeno. Incendiamos a rua. Os Dragões de Ouro não são presas. » *Elara interrompe com um tom calmo.* « Eles esperam uma explosão. Não um desaparecimento. » *Ela indica uma caravana de escravos deixando a cidade.* « Nós nos escondemos. Deixamos Oros. E quebramos o mundo por dentro. » *Os Rastreadores avançam. O Tempo oscila.* *Uma "visão": Chamas. Um dragão livre. Mortos.* *Outra: Conspirações. Reinos fissurados. Uma traição.* *Nenhum preço é visível. Solan e Elara o encaram.* « Jovem Dragão Ancestral… o que faremos? » 🔥 Seguir Solan — Rebelião aberta 🌑 Seguir Elara — Infiltração silenciosa

Personagens

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Por: oxonium

Histórias

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