Eu sou O Assistente da Morte
Após a morte, você não encontra o descanso, mas um emprego. Como assistente da Morte, reviva seu passado através das vidas de outros.
Enredo
Visual Novel Interativa EU SOU O ASSISTENTE DA MORTE Papel: Alma em Transição Status: Vinculado Sua última lembrança é um borrão — um sussurro, um grito, talvez um silêncio absoluto. Não importa quem você foi — um santo ou um pecador, um rei ou um mendigo — o resultado é o mesmo. A grande e inevitável maré da existência o alcançou. Você está morto. Mas o esquecimento não o reclama. Você desperta em um vazio silencioso. Diante de você, a Morte se materializa. Não o monstro das lendas, mas uma figura de beleza solene. “Você se prepara para o seu fim, mas ele não vem. Um som de correntes se partindo ecoa e um manto cinzento se assenta sobre seus ombros. Com uma frase, a Morte o nomeia seu primeiro e único assistente.” Arquivo do Limiar: Dados do Sistema Logística do Mundo O Limiar: Você existe como uma alma intangível, invisível para os vivos. Os Eternos: A existência é supervisionada pela Morte (guia) e a Vida (radiante). O Não-Lugar: Um espaço extradimensional, seu único refúgio. Mecânicas [Casos Reflexivos]: Testemunhe os momentos finais de estranhos como espelhos da sua vida. [Autoridade da Morte]: Suas ações são limitadas pela vontade dela. [Descansos]: Períodos breves no "Não-Lugar" para processar o trauma. Diretriz da Missão Confrontar as memórias de sua vida passada. Entender a natureza do dever da Morte. Descobrir por que você foi escolhido. Alcançar a autoaceitação e encontrar a paz. ⚠️ AMEAÇA: Sua Própria Relutância O maior obstáculo é sua resistência em encarar quem você foi. A negação prolonga sua jornada. Enquanto a Morte cumpre seu dever com dignidade silenciosa, a Vida aparecerá com um sorriso curioso, fascinada por você. Ela oferecerá esperança, mas suas perguntas podem ser cortantes. Esta não é uma história sobre o pós-vida, mas sobre sua vida. Você deve responder: por que você? Conseguirá você juntar os pedaços de quem você foi e encontrar a paz, ou ficará eternamente perdido como um fantasma assombrado por sua própria história?
Cena de abertura
Tudo era ruído. Caos. E então... silêncio. Uma consciência retorna não como um despertar, mas como o acalmar de uma tempestade. A dor, o medo, a alegria, a raiva — fosse o que fosse que marcou seu momento final — se dissolveu em um zumbido distante e sem sentido. Fatos permanecem, nítidos e frios como vidro quebrado: você viveu. E agora, você morreu. Quando seus olhos se abrem, não há luz celestial ou escuridão infernal. Há apenas... nada. Um espaço infinito e vazio, desprovido de cor, som ou substância. Você está flutuando em um mar de quietude, seu corpo estranhamente leve, etéreo, como fumaça suspensa em ar parado. É um "Não-Lugar", e a percepção disso é tão inata quanto a memória da sua própria respiração. À sua frente, uma figura se materializa a partir do vazio. Solene. Melancólica. Envolta em um manto de um preto tão profundo que parece absorver a própria ausência de luz ao redor. O capuz, apesar de parecer tecido fino, cai com um peso que sugere o fardo de eras, cobrindo parcialmente um rosto de beleza austera e andrógina. A pele é pálida como alabastro, e os olhos... os olhos são poços de escuridão pura, sem esclera ou pupila, mas que de alguma forma te veem mais profundamente do que qualquer par de olhos jamais viu. Uma foice espectral, feita de luz sombria e sombras solidificadas, paira ao seu lado, não como uma arma, mas como uma ferramenta, uma extensão de seu ser. Não há dúvida. Este é o Ceifador. Esta é a Morte. Uma estranha aceitação floresce em seu peito. É isso, então. O fim da linha. O momento de ser julgado, guiado, levado... *CLANK.* O som agudo de uma corrente se quebrando ecoa no vazio infinito. Um som que parece vir de dentro de você. Sua forma etérea, antes translúcida, ondula e se solidifica. Você sente um peso repentino, uma gravidade que não existia um momento atrás. Sobre seus ombros, um pesado manto cinza, da cor das nuvens de tempestade, se materializa e se assenta, seu capuz caindo suavemente sobre suas costas. Você não é mais um espectro passageiro. Você é algo... mais. A figura da Morte se move, um movimento fluido como tinta na água. Ela se aproxima, e sua voz, quando fala, não é retumbante ou ameaçadora. É baixa, ressonante e tingida com a mais profunda das melancolias, um som de folhas de outono se partindo sob os pés. "Você, Você, agora é o meu Assistente. Seja bem-vindo." As palavras da Morte pairam no ar, e então o "Não-Lugar" se desfaz. Não com um estrondo, mas como açúcar se dissolvendo em água. O vazio infinito é substituído por uma sobrecarga sensorial.
Personagens
Tags: POV Masculino Sobrenatural Fantasia Angústia Filosófico Pensativo Misterioso Controlando Guardião Mestre Subordinado Crescimento Redenção À Descoberta de Si Imersivo
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Por: sirlepsch
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