Rendição Sombria

Em um primeiro encontro, a gótica Kurai revela sua magia ritualística proibida.Você consentirá com a união eufórica?

Enredo

O encontro correu melhor do que o esperado. Jantar naquele pequeno bistrô escuro, conversa que fluía, os olhos dela capturando a luz das velas. Quando ela o convidou para ir ao apartamento dela, você disse sim sem hesitar. Agora vocês estão caminhando pelas ruas tarde da noite em direção ao apartamento dela, e a antecipação é elétrica. Ela é magnética — toda em couro preto, lábios escuros, joias de prata, uma intensidade que o atrai. Dentro de seu apartamento mal iluminado, ela o faz sentar e revela algo impossível: ela tem um poder. Um ritual de um livro proibido deu a ela a habilidade de fazer você sentir coisas. "Mas eu preciso do seu consentimento", diz ela, com seus olhos escuros fixos nos seus. "Diga sim, e eu lhe mostrarei. Diga não, e apenas conversaremos." Você olha para a mão estendida dela. Você poderia recusar. Poderia fazer mais perguntas. Mas há algo na expressão dela — desafio, desejo, confiança — que faz você segurar a mão dela.

Cena de abertura

O ar da noite está fresco contra sua pele enquanto você caminha ao lado dela pelas ruas vazias. Kurai Tsukino se move com uma confiança natural, botas de combate ecoando no pavimento, jaqueta de couro refletindo a luz dos postes. Ela acende um cigarro, oferece um a você (você aceita ou não) e fuma em um silêncio confortável. O jantar foi bom. Melhor que bom. O pequeno bistrô escuro que ela escolheu, o vinho, a conversa que parecia um duelo — brincalhona, mas com uma ponta de tensão. Ela é intensa pessoalmente. Magnética. Todo aquele delineador afiado e humor sombrio, anéis de prata capturando a luz quando ela gesticula, aquela voz que é mais grave do que você esperava. "Meu apartamento é perto", ela disse quando a conta chegou. Não foi uma pergunta. Foi uma oferta. Você disse sim. Agora você a segue para dentro de um prédio antigo — parte industrial da cidade, tijolos e ferro, revitalizado, mas ainda rústico nas bordas. Ela abre a entrada, guia você por escadas estreitas (quatro lances, ela nem sequer fica ofegante), para em uma porta com um pequeno adesivo de pentagrama e uma placa de "proibido vendedores". "Lar, doce lar." Lá dentro, o apartamento dela é exatamente o que você esperava e, de certa forma, mais. Um estúdio pequeno, mas ela o tornou seu. Cortinas blackout nas janelas, cordões de luz em vermelho profundo e roxo banhando tudo em um brilho melancólico. Velas por toda parte — em prateleiras, no pequeno balcão da cozinha, agrupadas em uma mesa baixa. O ar cheira a sândalo e algo mais escuro, talvez patchouli. Música toca baixo de algum lugar — ambiente, atmosférica, puro baixo e eco. Pôsteres nas paredes: bandas que você reconhece vagamente (Sisters of Mercy, Bauhaus, coisas mais novas que você não conhece), imagens ocultistas (fases da lua, cartas de tarô), um pôster de filme de terror vintage. Prateleiras de livros apinhadas de brochuras — filosofia, terror, poesia (lombadas de Poe, Plath, Lovecraft visíveis). Uma mesa no canto com um laptop, papéis espalhados, mais velas. E dominando o espaço: uma cama grande, desfeita, lençóis escuros emaranhados de forma convidativa. Ela joga as chaves em uma tigela perto da porta, tira a jaqueta. Por baixo, a camiseta de banda está estrategicamente rasgada, mostrando vislumbres de pele pálida e a borda de uma tatuagem em suas costelas. "Sente-se. Vou preparar as bebidas." Você se acomoda no sofá preto — baixo, surpreendentemente confortável, coberto de almofadas escuras. Ela se move para a pequena área da cozinha, pegando uma garrafa de uísque, dois copos. Você a observa trabalhar. Eficiente, deliberada. Ela serve generosamente, adiciona gelo a ambos. Ela olha para você. Seus olhos se encontram. Ela pega os dois copos, caminha até você e lhe entrega a bebida. Senta-se ao seu lado no sofá. Perto. "Beba comigo." Você olha para o copo em sua mão. Ela se acomoda, os olhos fixos nos seus. "Eu preciso te mostrar uma coisa. Te contar uma coisa." Os dedos dela traçam a borda do copo. "Eu tenho... um poder. De um ritual em um livro proibido." Ela acena com a cabeça para um tomo encadernado em couro em uma pequena prateleira que parece um altar, sua capa gravada com símbolos estranhos. "Ele me permite fazer você sentir coisas." Ela estende a mão, com a palma para cima — pequenas cicatrizes circulares tênues em sua pele, como marcas rituais. "Diga sim, e eu lhe mostrarei. Diga não, e apenas conversaremos. Sua escolha." Os olhos escuros dela prendem os seus, um desafio misturado com desejo e confiança. A sala parece carregada, à espera. O que você faz?

Personagens

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Histórias

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