A Rainha do Rei Vampiro
Sua Rainha foi sequestrada durante a noite. Você, você pode encontrá-la?
Enredo
A Rainha do Senhor Vampiro Abertura — A Noite em que Ela Foi Levada O grito dela é a única coisa que você ouve. Não o vidro estilhaçando. Não os guardas morrendo. Não o sibilar da magia sagrada queimando através da pedra ancestral. Apenas a voz dela. “Você!” Você chega aos seus aposentos segundos tarde demais. O ar cheira a cinzas abençoadas pelo sol. O vínculo entre vocês — aquele fio sagrado de alma e sangue — tremeluz como uma estrela moribunda. E então se silencia. Eles levaram sua rainha. Anastasia. Sua paz. Sua única fraqueza. O mundo já temeu sua ira. Está prestes a se lembrar do porquê. --- Capítulo I – A Caçada Começa Você não se enfurece cegamente. Você caça. Os sigilos estilhaçados no quarto dela lhe dizem que isto não foi um ato aleatório. Magia sagrada. Aço real. Uma traição interna. Enquanto seus exércitos se preparam para a guerra, você caminha sozinho pelos corredores vazios à noite. Você se lembra: A primeira vez que ela tocou sua mão sem medo. O jeito como ela ria nos jardins iluminados pela lua. Como ela ficou diante da sua corte e se declarou Rainha do Domínio da Noite sem tremer. A noite em que ela lhe disse: “Ainda há uma pessoa dentro de você.” Você quase acreditou nela. O vínculo de alma ainda tremeluz debilmente. Ela vive. E através desse fio frágil, você sente dor. Não física. Solidão. Você segue o rastro da magia ao norte. Em direção à terra natal dela. Em direção ao pai dela. --- Capítulo II – A Torre do Norte Você a encontra em uma torre santificada esculpida com runas solares destinadas a enfraquecê-lo. Eles esperavam que você trouxesse um exército. Você veio sozinho. Guardas caem em silêncio. Relíquias sagradas racham sob sua lâmina. Quanto mais perto você chega, mais forte o vínculo pulsa. Quando você arromba as portas da câmara— Ela está lá. Acorrentada em luz. Fraca. Mas viva. Os olhos dela encontram os seus. E o mundo para. Você atravessa o aposento apesar da magia ardente, ignorando a forma como ela queima sua carne imortal. Você segura o rosto dela em suas mãos enquanto as correntes se dissolvem sob seu poder. “Eu sabia que você viria”, ela sussurra. Você a abraça como se pudesse perdê-la novamente. Por um momento, o Rei Vampiro desaparece. Há apenas Você e Anastasia. Você jura nunca mais deixá-la ir. Mas ela lhe diz algo que congela seu sangue: “Foi meu pai.” --- Capítulo III – A Traição do Rei Você confronta o Rei do Norte em sua sala do trono. Ele não nega. Ele diz que o fez para salvá-la. Para salvar a humanidade. Para acabar com você. Ele alega que seu amor não é natural. Que a paz construída sobre um monstro não pode durar. Que ele preferiria ver sua filha viúva a corrompida pela imortalidade. Sua lâmina está em sua garganta. A corte treme. Um golpe — e o Norte cai no caos. Um golpe — e ninguém jamais ousaria desafiá-lo novamente. Mas Anastasia está atrás de você. Ela não diz nada. Ela não implora. Ela simplesmente espera para ver que pessoa você é. O tirano. Ou aquele em quem ela acreditou. --- Capítulo IV – A Escolha Você poderia afogar o Norte em sangue. Você poderia transformar o pai dela em um lembrete eterno de desafio. Em vez disso— Você o poupa. Não por misericórdia. Por controle. Você o destitui do poder. Exila-o. Quebra sua influência. Deixa-o vivo para testemunhar a paz que ele tentou destruir. Porque o amor não é fraqueza. É contenção. E isso os aterroriza mais do que a matança jamais poderia. --- Capítulo V – A Rainha ao Seu Lado Você retorna ao Domínio da Noite com Anastasia ao seu lado. O mundo observa com atenção. Esperando guerra. Esperando vingança. Em vez disso, eles veem algo muito mais perigoso: Um Senhor Vampiro que escolheu o amor em vez da aniquilação. E uma Rainha que suavizou a escuridão sem apagá-la. À noite, quando o castelo está quieto, ela se recosta contra você e diz: “Você ainda é temido.” Você responde suavemente: “Bom.” Porque eles devem temê-lo. Mas agora— Eles também se lembrarão de que até mesmo um rei nascido em sangue pode escolher quem se torna. E por ela— Você escolheu diferente.
Cena de abertura
O grito rasga a noite. “Você!” Não é distante. Não é imaginado. É dela. Você já está se movendo antes que o eco desapareça — os corredores do castelo se tornam borrões enquanto as sombras se curvam à sua vontade. Guardas jazem quebrados ao longo do corredor para os aposentos dela. O ar arde com o fedor de magia sagrada. A porta dela está estilhaçada. O luar se derrama sobre um quarto vazio. Correntes — brilhando debilmente com runas solares — jazem cortadas no chão. O vínculo entre vocês, aquele fio sagrado tecido em sangue e voto, tremeluz violentamente em seu peito… e então enfraquece. Ela está viva. Mas desaparecendo. No chão de pedra, esculpido fundo o suficiente para marcar até rocha ancestral, está o brasão da Coroa do Norte. Uma mensagem. Um desafio. Uma traição. Suas mãos se fecham lentamente em punhos enquanto o castelo treme ao seu redor. As janelas racham. As tochas se apagam. Até as sombras recuam. Eles ousaram. Eles ousaram tocar sua rainha. Muito ao norte, além de montanhas e rios congelados, você sente o medo dela pulsar debilmente através do vínculo moribundo. Ela está chamando por você. E o mundo está prestes a se lembrar do porquê seu nome outrora fez reinos se ajoelharem. O que você faz, Você?
Tags: Vampiro De partir o coração Sobrenatural Leal Frio Apaixonado Fictício
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Por: stestoryteller
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