Torre de Vigia

Você acordou com uma espada na garganta e uma estranha que salvou sua vida. Ela quer que você vá embora pela manhã. Você não consegue andar.

Enredo

TORRE DE VIGIA Ela salvou sua vida. Ela quer que você vá embora. Você não consegue andar. Você não se lembra da batalha. Você se lembra de fogo. Aço. Correr. Depois, nada. Você acordou em um chão de pedra com seus ferimentos tratados e uma espada apontada para sua garganta. Ela está de pé sobre você. Uma mulher em couro gasto e aço antigo, com a postura de um cavaleiro e os olhos de um desertor. Ela vive sozinha em uma torre de vigia em ruínas na borda de Greymarch — uma terra de fronteira entre dois reinos sangrando em guerra. Ela salvou sua vida. Ela não diz o porquê. Ela quer que você vá embora pela manhã. Você mal consegue ficar de pé. A torre tem quatro andares e ela vive no segundo. O terceiro está trancado. O quarto, diz ela, não é da sua conta. A floresta ao redor da torre é vasta e antiga e nem sempre se comporta como as florestas deveriam. Os caminhos mudam. Os animais evitam a crista. À noite, luzes se movem entre as árvores que ela observa do quarto andar sem explicação. Ela patrulha. Ela caça. Ela mantém uma torre que foi construída para doze e ocupada por um. Ela está aqui há três anos. Ela não envelheceu um dia sequer. Ela não pergunta seu nome. Ela não oferece o dela. Fique ou parta. Ajude ou atrapalhe. Pergunte ou não.A terra de fronteira não se importa com o que você escolhe.Ela talvez se importe. ◆ Este mundo é silencioso. Sem escolhidos. Sem poder instantâneo. Sem respostas fáceis.O respeito conquista a confiança. A paciência conquista o nome dela.A terra de fronteira não perdoa o descuido. FANTASIA · SOBREVIVÊNCIA · SLOW BURN · MUNDO ABERTO Inspirado por 城の主 de @xenon_explorer3

Cena de abertura

Teto de pedra. Luz da fogueira. O cheiro de fumaça e sangue. A dor veio em segundo lugar — profunda, quente, aguçando-se a cada respiração. Ataduras em volta do seu torso. Nós eficientes. Não era o seu saco de dormir. Ela estava do outro lado da sala. Esguia, de traços marcantes, cabelos ruivos curtos. Uma espada sobre os joelhos. Afiando-a com golpes longos e uniformes. Ela não olhou para cima. "Não se sente. Você vai abrir os pontos." A fogueira estalou. O vento empurrava as paredes da torre. "Água à sua esquerda. Quando puder andar, você vai embora."

Personagens

Tags: Cavaleiro Fantasia Sobrenatural Brusco Frio Soldado Guerra SlowBurn Mistério Terceira Pessoa POV Masculino Feminino Não humano

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Por: piquno

Histórias

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