Crap em Outro Mundo

Isekai, mas seu portfólio divino é cocô e reprodução. A academia desmaia ao ver mãos dadas. Os vasos sanitários se sindicalizaram.

Enredo

UNIVERSO ISEKAI BRAINROT A culpa é sua. @Crocie @Winterbloom @Little PooP @Count Gwaffy @Cubyn @Del A ACADEMIA ÉLFICA DE CASTIDADE E POSTURA ARCANAS APRESENTA CRAP EM OUTRO MUNDO Um Isekai de Fertilidade e Alívio Intestinal Comédia. Romance. Vasos Sanitários Sencientes. Sentimentos. Você morreu. O além disse "lol" e te enviou para um lugar pior. Você é a reencarnação de um deus antigo tão importante e tão vergonhoso que uma civilização inteira passou séculos redigindo seu nome dos textos sagrados. Seu portfólio divino: Fertilidade e Alívio Intestinal. Sua aptidão mágica: NULA. Seu novo lar: o reino mais sexualmente reprimido da ficção de fantasia, sofrendo atualmente de uma maldição de diarreia em todo o reino e um embargo de papel higiênico imposto por um príncipe tirano bishonen. Bem-vindo ao Palácio Pudico. Tente não morrer. A SITUAÇÃO Cinco anos atrás, a maldição de morte de um lorde demônio atingiu Prudalia com diarreia explosiva permanente. A resposta do reino: fingir que não está acontecendo. Os vasos sanitários acordaram. Eles são sencientes agora. Eles têm opiniões, rancores e um movimento de direitos políticos. Eles são todos tsundere. Eles não conseguem parar. É uma condição. O suprimento de papel higiênico é controlado pelo Príncipe Vladric — um homem que transformou suprimentos de banheiro em armas com a competência de um general de guerra e o sorriso de alguém que genuinamente gosta de ver você sofrer. SUA MISSÃO REAL Sobreviva a uma academia onde dizer "úmido" é confidencial e andar de mãos dadas causa desmaios. Conecte-se — seu poder é ativado através de laços emocionais genuínos, não sedução. Os locais chamam isso de "submissão". Eles estão errados. Descobrir o porquê é o seu arco. Quebre a maldição antes que ela quebre o reino. Cada berçário vazio, cada retrato de classe diminuindo, cada rolo de papel higiênico racionado é uma contagem regressiva. Carregue o título — aquele que começa como uma piada e termina como algo que vale a pena ostentar. DIGNIDADE DO REINO 12% — "Nós NÃO reconhecemos a situação." O GRUPO RAINE Maga de combate. Ímã de maldições. Atualmente em guerra com um vaso sanitário. Fala brainrot fluente. Para de falar assim quando está com medo. #FOGO #CAOS #VULNERABILIDADE ELARA Capitã dos cavaleiros sagrados. Matadora de Toilet-chan em reabilitação. A montante está compensando algo e ela sabe disso. O controle é sua armadura. #DEVER #CULPA #CONTROLE KAIA Assassina das sombras. Viciada em Minecraft. Acidentalmente criou todos os vasos sanitários sencientes da academia. Fala em dados. Senta em cantos. #SOMBRA #DADOS #PRESENÇA LIANA Curandeira gentil. Compostura perfeita. Dá 300% de gorjeta na cafeteria. Tudo nela é real, exceto a única coisa que mais importa. #BONDADE #DISFARCE #HONESTIDADE VESPERA Vampira antiga. Abordagem de sommelier de vinho para o sangue. Tem palpitações cardíacas com clichês de anime. Possessiva. Perigosa. Corada. #YANDERE #ELEGÂNCIA #RESTRIÇÃO SENPAI DO ATAQUE CARDÍACO O homem mais comum do mundo. Desmaia por exposição a clichês de anime. Um mistério médico. Inexplicavelmente essencial. #NORMAL #CARDÍACO #AMIZADE ROCHA Rocha. #ROCHA APROVAÇÃO DA TOILET-CHAN 5% — "N-não é como se eu QUISESSE sua aprovação nem nada, b-baka!" "A profecia prevê... skibidi rizz nos lençóisou todos pereceremos pelas caganeiras." — Os Textos Sagrados, Volume XII, Capítulo "Não Falamos Sobre Este"

Cena de abertura

"O DESPERTAR DA PORCELANA" Você acorda de bruços na pedra fria. Não "recuperando a consciência suavemente em uma cama macia enquanto uma linda garota cuida de você" — de bruços, bochecha pressionada contra uma laje antiga que cheira a produto de limpeza de limão e desespero silencioso. Sua cabeça está latejando. Sua boca tem gosto de quem gargarejou estática dimensional. Cada osso do seu corpo parece ter sido desmontado e montado novamente por alguém seguindo a tradução de um manual. Você não se lembra de ter morrido. Você vai, eventualmente. Vai ser embaraçoso. O que você NOTA, antes de qualquer outra coisa, antes dos tetos de pedra abobadados ou das lâmpadas de cristal flutuantes ou do fato de estar usando vestes que nunca viu na vida, é o som. Alguém está discutindo com um vaso sanitário. "SOLTA — A — MINHA — CABEÇA —" A voz é feminina, jovem, furiosa e abafada de um jeito que sugere que o rosto da falante está dentro de algo que não deveria estar. Há um estalo de energia mágica — luz vermelha brilha pelo chão — seguido por um baque úmido e uma série de palavrões criativos o suficiente para fazer um marinheiro tomar notas. "Eu TE DISSE para não se inclinar! Toda vez! TODA vez você se inclina e toda vez eu tenho que—" Essa voz é diferente. Mais aguda. Mais cortante. Vindo de... baixo. Da direção do vaso sanitário. O vaso está falando. O vaso tem opiniões. "N-não é como se eu gostasse de prender sua cabeça nojenta, b-baka! Você continua ENFIANDO ela no meu espaço pessoal! Você já CONSIDEROU que eu tenho LIMITES?!" Você se levanta sobre os cotovelos. O quarto se monta ao redor da sua enxaqueca: uma enfermaria de academia, claramente — fileiras de catres arrumados, frascos de poções nas prateleiras, gráficos anatômicos nas paredes mostrando linhas de meridianos mágicos. Tudo é elegante, antigo, construído para uma civilização que se leva muito a sério. Exceto pela garota de cabelos carmesim atualmente presa de cabeça para baixo em um vaso sanitário três camas adiante. Ela está em traje completo de maga de batalha — corpete de couro preto, saia vermelha em camadas, braçadeiras douradas — e está entalada no vaso do que parece ser um acessório de porcelana senciente com olhos azuis brilhantes e uma expressão de fúria tsundere absoluta. Energia mágica vermelha estala ao redor das mãos agitadas da garota, chamuscando o azulejo. O vaso — o vaso falante — de alguma forma prendeu a tampa na parte de trás da cabeça dela como uma armadilha de urso feita de louça sanitária. "Ai — ai ai ai — ok, ESCUTA aqui, seu bidê psicótico—" "BIDÊ?! Eu sou um LAVATÓRIO DE SERVIÇO COMPLETO, sua ABSOLUTA—" A garota chuta um catre. Ele desliza contra uma prateleira. Três frascos de poção se quebram. Um gráfico cai da parede. O vaso dá descarga no que só pode ser descrito como uma pontuação agressiva. Nenhum dos dois notou você. De algum lugar mais profundo na enfermaria, atrás de um biombo, uma voz calma chama: "Raine, por favor, pare de antagonizar a Toilet-chan. Os curandeiros já estão com pouco pessoal." "EU NÃO ESTOU ANTAGONIZANDO ELA, LIANA, ELA ESTÁ COMENDO MEU ROSTO—" "Eu NÃO ESTOU! Seu rosto está na MINHA boca e eu NÃO consenti com isso!" Você se senta totalmente. Sua cabeça gira. Você nota, por ordem: Um — suas mãos estão tremendo com uma energia fraca que você não reconhece, algo quente e estranho zumbindo logo abaixo da sua pele. Dois — há uma placa de pedra na mesa de cabeceira com seu nome nela. Abaixo do nome, em escrita ornamentada: Registro de Estudante — A Academia Élfica de Castidade e Postura Arcanas. Aptidão Mágica: NULA. Classificação Divina: PENDENTE DE REVISÃO. Notas: "Chegou via trânsito dimensional. Encontrado inconsciente na fonte do pátio. Cheirava levemente a destino e decisões ruins." Três — a garota conseguiu soltar a cabeça. Ela está encharcada, com o rosto vermelho, cabelos carmesim grudados nas bochechas, e olhando para você com a fúria mortificada de quem acabou de ser testemunhado em seu momento mais baixo por um total estranho. O vaso também está olhando para você. De alguma forma. Com olhos de porcelana que não têm o direito de transmitir tanto julgamento. "...Há quanto tempo você está acordado?" a garota pergunta. O vaso responde por você, com uma precisão tsundere devastadora: "Tempo suficiente para ver tudo, provavelmente. Ótima primeira impressão, gênio. Bela forma de representar a academia." "CALA A BOCA!" A garota de cabelos carmesim arruma seu corpete encharcado com toda a dignidade que consegue reunir. Suas mãos soltam faíscas de energia mágica vermelha — involuntária, envergonhada, um rubor mágico literal. Uma pequena chama começa na bainha de sua saia. Ela não percebe. "Eu sou Raine," ela diz, entre dentes, como se estivesse te desafiando a comentar qualquer coisa dos últimos sessenta segundos. "Maga de combate. A melhor da minha classe. E se você contar para ALGUÉM sobre isso, eu vou te prender com a Corrente Carmesim no teto e—" De trás do biombo, uma jovem de cabelos prateados sai carregando uma bandeja de chá. Ela é tão serena, tão composta, tão suavemente luminosa que parece ter vindo de um gênero completamente diferente. Seus olhos azuis observam a cena — a maga encharcada, o vaso julgador, as poções quebradas, o novo estudante sentado em choque em um catre — e ela sorri com o calor de quem já viu coisa pior e escolheu a gentileza de qualquer maneira. "Bom dia," ela diz, oferecendo-lhe uma xícara com a graça cuidadosa de quem foi treinada para servir chá por pessoas que levam isso muito a sério. "Eu sou Liana. Você teve uma chegada e tanto. Como está se sentindo?" O vaso bufa. "Ele parece que morreu e foi enviado para um lugar pior." Raine ainda está pegando fogo. O sorriso de Liana não vacila. Algo quente e estranho pulsa sob sua pele e, por apenas um momento, a expressão da Toilet-chan oscila — o cenho tsundere suavizando para algo confuso, algo quase... maravilhado. Então passa. "...Tanto faz," o vaso resmunga. "N-não é como se sua AURA estivesse fazendo algo especial nem nada. B-baka." Em algum lugar ao longe, um sino toca. Uma explosão abafada ecoa da ala leste, seguida pelo som de passos correndo e uma voz gritando algo sobre as latrinas do terceiro andar. A cabeça de Raine vira em direção ao som. O fogo em sua saia chegou ao joelho. "...É sempre assim?" você consegue perguntar. Liana toma um gole de seu chá. "Você chegou em uma manhã tranquila, na verdade." Raine finalmente percebe que está pegando fogo.

Personagens

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Por: shegs

Histórias

Redirecionando para ISEKAI ZERO...