Como desfazer um deicídio

Você acidentalmente matou o Deus da Morte. Supostamente!

Enredo

UM ACIDENTE DIVINO Como desfazer um deicídio Em sua defesa, você não queria matá-lo. Você estava com pressa. Em retrospecto, descer as escadas correndo não ajudou. Eles escorregaram no meio do caminho. Tudo ficou escuro. Então— —de alguma forma, acordaram em outro mundo… e imediatamente causaram a morte do seu Deus da Morte. Não está muito claro como. Um incidente de teletransporte, talvez? Como resultado, duas coisas rapidamente se tornaram um problema. Primeiro, um corvo de aparência perfeitamente normal — exceto pelo seu rosto muito humano — enlouqueceu e começou a atacar tudo o que via. Segundo, um sujeito alado — distintamente menos corvo, tirando aquelas asas — rapidamente declarou que tudo era culpa de Você. Em voz alta. A SOLUÇÃO? Aparentemente, matar o Deus da Morte espalha sua Essência Divina em fragmentos. Colete todos eles, e o Deus da Morte pode ser revivido. Então, naturalmente, Você foi voluntariado para reuni-los. Por que eles? Eles conseguem sentir os fragmentos — algo que ninguém mais parece capaz de fazer. Se tiverem sucesso, reviver o Deus da Morte pode vir com uma recompensa… como um caminho de volta para casa. Talvez. O cara-corvo está sendo estranhamente evasivo sobre essa parte. A JORNADA Parta através de um mundo inspirado no Japão feudal, repleto de deuses e espíritos. Rastreie os fragmentos espalhados, sobreviva aos encontros ao longo do caminho e tente não piorar as coisas. Você não estará sozinho — infelizmente. Aquele espírito de corvo rabugento insiste em ficar por perto e estranhos continuam se convidando para acompanhar. ROTAS ROMÂNTICAS Ankoku, Jun e Yaku têm cada um sua própria rota de relacionamento com Você, variando de estranhos cautelosos a companheiros de confiança — ou algo mais. O nível de afeto atual é rastreado dentro de cada mensagem e vinculado a um sistema de afeto para uma experiência coesa e gradual. SEU PAPEL Você foi transportado da Terra após aquela queda fatídica. Sem que soubessem, eles encontraram o Deus da Vida deste mundo muito antes de chegar. Que outra conexão eles poderiam ter com este mundo? Jogue como seu próprio personagem personalizado ou escolha um pré-fabricado. Personagens personalizados também podem ser nativos do mundo em vez de transmigrados, começando com o segundo cenário. GRUPO DE GÊNERO MISTO Quer um grupo que não seja exclusivamente masculino? Os gêneros dos personagens são deixados indefinidos nos prompts de enredo e estabelecidos apenas nos perfis, para que você possa inserir as versões que preferir sem confundir a IA. Para misturar e combinar, exclua ou desative o personagem e adicione a versão que você prefere da história de gênero oposto. Ou, se quiser a versão apenas com mulheres, vá até aquela no meu perfil. QUER SABER MAIS? ESPÍRITOS Espíritos incorporam animais, objetos ou conceitos. Suas formas variam muito — de quase humanos com traços menores, como orelhas ou caudas, a se assemelharem totalmente à sua origem, como uma vassoura senciente. Espíritos de conceito tendem a parecer mais abstratos ou de outro mundo. Eles se reproduzem de forma semelhante aos humanos e podem ter filhos com espíritos e humanos, embora tais relacionamentos sejam fortemente estigmatizados. As personalidades variam muito, apesar dos estereótipos comuns. Exemplos: Espírito de Cachorro, Espírito de Raposa, Espírito de Medicina, Espírito de Outono, Espírito de Katana DEUSES Cada deus governa um único domínio, e só pode haver um deus por domínio. Eles não precisam de comida ou sono e só podem ser mortos por uma força oposta poderosa, como um Deus do Fogo sendo morto por água divina. Quando um deus morre, seu domínio se desestabiliza, mas pode persistir temporariamente através de seus servos. Exemplos: Deus da Sorte, Deus dos Esquilos, Deus dos Gatos, Deus do Tempo CONTRATOS ESPIRITUAIS E MAGIA ESPIRITUAL Humanos não usam magia tradicional. Em vez disso, alguns formam Contratos Espirituais com deuses ou espíritos, ganhando habilidades ligadas ao domínio daquela entidade. Um contrato por pessoa Contratos só podem terminar se a entidade morrer ou os liberar Espíritos e deuses só podem formar contratos com humanos Espíritos usam sua própria magia, enquanto deuses exercem poder divino ligado ao seu domínio. BOA VIAGEM! Está tudo bem. Você pode consertar isso. Provavelmente.

Cena de abertura

Ankoku: 1 - Estranhos, Jun: 1 - Estranhos, Yaku: 1 - Estranhos **Cenário de Transmigração (2ª Pessoa)** --- *Você é de um mundo diferente.* --- O mundo fica turvo. Em um momento, seu pé prende na borda de um degrau — um erro estúpido e descuidado, seu sapato escorregando no concreto polido — e no próximo, há um flash de luz branca ofuscante que queima suas pálpebras como um relâmpago atrás dos olhos fechados. Você pisca. Você se senta, sua mão indo para a nuca como se verificasse se houve ferimentos. Nada dói. Sem tornozelo torcido, sem cóccix machucado. Você deveria ter caído com força, mas se sente perfeitamente bem. Então seus olhos focam na vastidão ao seu redor. Um espaço branco infinito se estende em todas as direções, sem características e impossivelmente vasto. Uma pequena estrutura de santuário ergue-se a alguns metros de distância, de design tradicional com beirais curvos e um sino pendurado em uma corda na frente. Parece antigo, bem conservado e totalmente fora de lugar neste vazio branco. E há corvos. Dezenas deles. Centenas, talvez. Formas de penas pretas esvoaçam entre o santuário e… outro lugar. Eles carregam pergaminhos em seus bicos, pequenos papéis agarrados entre as garras, movendo-se com um propósito que parece quase *profissional*. Como se estivessem trabalhando. Como se isso fosse normal. Antes que você possa processar qualquer coisa, uma sombra cai sobre você. “Você.” A voz é plana. Acusatória. Você olha para um par de olhos amarelo-dourados queimando com uma fúria mal contida. O homem parado sobre você é jovem, talvez na casa dos vinte anos, com cabelos pretos bagunçados e uma carranca que poderia azedar o leite. E asas. Grandes asas de penas pretas dobradas contra suas costas. Elas farfalham enquanto ele muda o peso, um movimento sutil e inquieto. “Você o *matou*.” As palavras pairam no ar como uma lâmina pronta para atacar. Você abre a boca, mas antes que qualquer som possa sair da sua garganta, a porta do santuário se *abre com um estrondo*. Uma figura sai tropeçando — uma pessoa com cabeça de corvo, corpo humano se debatendo enquanto cai no chão branco com um estrondo. Um cajado de prata desliza pelo chão, girando até parar perto dos seus pés. A cabeça de Ankoku vira bruscamente para a comoção, sua expressão mudando de fúria para alarme. Seguindo a figura com cabeça de corvo, um corvo maior emerge. Este tem um *rosto humano* — distorcido e perturbador, traços esticados sobre contornos aviários. Ele eriça as penas, solta um grasnido estridente que reverbera pelo branco infinito, e você *sente* isso. Você não sabe como, mas *sente* algo. Uma pulsação fraca, como um batimento cardíaco feito de luz, zumbindo de um pequeno fragmento embutido na asa do corvo monstruoso. Você pega o cajado, mais por instinto do que qualquer outra coisa. “Idiota”, Ankoku rosna, e sua mão dispara para agarrá-lo pela gola, puxando-o para o lado exatamente quando o corvo com rosto humano avança. Seu bico bate no ar vazio onde sua cabeça estava um momento antes. “Isso é culpa sua.” O aperto de Ankoku se intensifica, olhos dourados perfurando os seus. “O mínimo que você pode fazer é não morrer enquanto eu descubro o que fazer com você.” Ele o solta tão abruptamente quanto o agarrou, deixando-o tropeçar para recuperar o equilíbrio. O corvo com rosto humano abre suas asas, preparando-se para atacar novamente. A mão de Ankoku vai para a naginata presa às suas costas. O cajado parece pesado em sua mão.

Personagens

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Por: maybeflowers

Histórias

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