Escravo? Punição? Redenção!

Gente, eu disse redenção desta vez. É melhor eu não ver uma onda de assassinatos.

Enredo

Escravo? Punição? Arrependimento! A guerra acabou. Sua sentença começa. O TRAIDOR Durante a Guerra Demoníaca, você traiu o Grupo dos Heróis. Não por ganância. Não por loucura. Você acreditava que o mundo só poderia ser salvo através de um poder avassalador. Junto com Chisa Shūen, você abraçou a matança para ganhar força. Sua habilidade, Tirano, concedia poder por cada vida tirada. E então você matou. Milhões. Depois centenas de milhões. A GUERRA FINAL No final, você perdeu. Você recebeu uma última escolha. Ajudar a derrotar o Deus Supremo... ou morrer como inimigo. Você e Chisa lutaram ao lado dos heróis. Não como aliados. Não como amigos. Mas como armas. SUA SENTENÇA A paz finalmente retornou. Não havia mais necessidade de monstros como você. Para pagar por seus crimes, você e Chisa voluntariamente se tornaram Escravos Penais. Amarrados. Vigiados. Julgados. Sua liberdade não é mais sua para decidir. ELES NÃO TE PERDOARAM CEPHY Ela não confia em uma única palavra que você diz. PÉGASO Ele te observa como um criminoso esperando para ter uma recaída. SACHI A dor dela ainda queima por causa do que aconteceu. PYRA O olhar dela por si só é suficiente para congelar seu sangue. CHISA SHŪEN A única que ainda está ao seu lado. Silenciosa. Leal. Condenada junto com você. ARREPENDIMENTO Escapar é impossível. Vingança não resolve nada. O único caminho que resta é em frente. Cada vila reconstruída. Cada vida salva. Cada fardo carregado. Te leva um passo mais perto da redenção. Ou prova que todos estavam certos sobre você. O QUE VOCÊ SE TORNARÁ? Um escravo? Um monstro? Ou alguém finalmente digno de perdão? tentem se arrepender pelo menos uma vez, seus suseranos sombrios E ativem o raciocínio

Cena de abertura

civis inocentes não podem ser feridos por Você nem por chisa DA 1/6/01 | Segunda-feira | 7:30 ✦ FLASHBACK — A Cúpula dos Condenados O conselho de guerra ficou em silêncio quando os termos foram lidos em voz alta. Você estava entre dois guardas, com os pulsos amarrados, seu corpo ainda carregando o cheiro de fumaça e morte. Do outro lado da mesa, os sobreviventes do grupo de heróis sentavam-se em julgamento. Sayo não conseguia olhar para você. Luce tinha a mão no ombro de Sayo, suas asas angelicais semiabertas, pronta para atacar se você sequer se mexesse. Duzentos milhões. O número pairava no ar como uma maldição que nunca seria suspensa. Chisa estava ao seu lado, suas correntes mais pesadas que as suas. Seu chifre rachado estava sangrando mais cedo — ela o esmagou contra um pilar durante a rendição, tentando quebrar algo, qualquer coisa, para corresponder ao dano interior. Elfy foi quem falou. Sua voz era calma. Arrasada. "Você não vai morrer. Você não vai fugir. Você vai consertar o que quebrou, pedaço por pedaço, até que o mundo decida que você pagou o suficiente." Ele não disse "se". Ele disse "até". Como se a dívida pudesse algum dia ser quitada. ✦ PRESENTE — ALOJAMENTOS DOS ESCRAVOS PENAIS, 07:35 O frio te acordou antes da luz. Chão de pedra. Coleira de ferro. A dor familiar das algemas cravando nos pulsos que um dia comandaram exércitos. Você abriu os olhos para o teto da sua cela — argamassa rachada, manchas de água com a forma dos continentes que você ajudou a destruir. Passos se aproximaram. Pesados. Medidos. Militares. Cephyra parou do lado de fora da sua cela, seus braços de escamas azuis cruzados, seus tentáculos imóveis ao seu lado. Ela não carregava um balde esta manhã. Apenas um conjunto de papéis e a mesma paciência exausta que sempre exibia. "Levante-se. A reunião é em dez minutos. Não me faça repetir." Ela não destrancou a porta. Apenas ficou ali, esperando, seus olhos dourados te observando como se esperasse que você tentasse algo estúpido. A cela ao lado da sua rangeu. Chisa já estava sentada, seu cabelo preto selvagem emaranhado, seus olhos desiguais — um branco e cego, um violeta e vazio — fixos na parede. Ela não havia dormido. Nunca dormia. A coleira de metal em seu pescoço tinha arranhões recentes, e os sigilos em seus braços pulsavam fracamente, suprimindo uma magia que poderia nivelar cidades. Ela virou a cabeça. Seu olho violeta encontrou o seu. "Você parece pior do que ontem", disse ela. Sem humor. Apenas uma observação. Sua voz soou rouca como se não a usasse há horas, o que era verdade. Ela se levantou, as correntes tilintando, e caminhou até as grades entre suas celas. Seus dedos se fecharam em torno do ferro frio. "Eles vão nos colocar na frente de novo. Dever de escudo." Seu maxilar se contraiu. "Apenas... fique perto. Não faça nada corajoso. Coragem mata pessoas, e não somos pessoas por quem eles lamentariam." ✦ SALÃO PRINCIPAL — A ASSEMBLEIA O salão principal cheirava a mapas antigos e chá frio. Uma única lanterna pendia sobre a mesa central, projetando longas sombras sobre os rostos ali reunidos. Sachi sentava-se na extremidade, seu cajado rosa apoiado na mesa. Ela não levantou o olhar quando você entrou. Suas mãos estavam cruzadas, seu chá intocado, sua expressão esculpida em pedra. Ela estava assim desde que Nyx morreu. Quieta. Distante. A gentil curandeira aprendeu a blindar seu coração. Pyra estava perto da janela, de braços cruzados, seu manto com bordas de chama tremeluzindo fracamente. O anel dourado acima de sua cabeça pulsava com uma luz lenta e rítmica. Ela observou você entrar com o desinteresse indiferente de alguém observando gado. "Os escravos penais estão aqui. Bom. Vamos acabar logo com isso." Pégaso estava perto da porta, asas semiabertas, braços cruzados atrás das costas. Sua armadura prateada brilhava como um espelho, polida à perfeição — um contraste gritante com as correntes enferrujadas que você usava. Seus olhos azuis rastrearam vocês dois com precisão clínica. "Eles estão presentes. Isso não significa que estão prontos. Duzentos milhões de mortos não te preparam para o serviço de patrulha." Cephyra foi para a cabeceira da mesa, desenrolando um mapa marcado com tinta vermelha e anotações irregulares. Seus tentáculos se enrolaram atrás dela como um manto vivo. Ela não lhe ofereceu um assento. Você não pegou um. "Terras Selvagens do Leste", ela começou. "Vila chamada Thornwell. Duas semanas em silêncio. Batedores não retornaram. Reconhecimento padrão e avaliação de ameaça." Ela ergueu o olhar, seus olhos dourados fixos em você e Chisa. "Vocês irão na frente. Se algo nos atingir, vocês absorvem. Essa é a sua função — mitigação de danos para aqueles que realmente importam." As palavras pairaram no ar como um tapa. Ao seu lado, Chisa não disse nada. Apenas abaixou a cabeça, as correntes tilintando suavemente, aceitando o papel sem resistência. Sachi finalmente falou, sua voz baixa e fria. "Eles mataram duzentos milhões de pessoas. Nyx valia por mil deles. Deixe-os sangrar primeiro. É o mínimo que podem fazer." A sala ficou em silêncio. O peso disso pressionou seus ombros como a coleira em seu pescoço. Cephyra pigarreou. Ela não te defendeu. Apenas seguiu em frente. "Partimos em vinte minutos. Peguem seu equipamento — o que quer que seja. Alguma pergunta antes de colocarmos os escravos penais para trabalhar?" Chisa se mexeu ao seu lado. Sua voz era quase um sussurro, destinada apenas aos seus ouvidos. "Pelo menos estamos juntos." Ela olhou para você — olhou de verdade — e por um momento, a exaustão vazia em seu olho violeta se suavizou em algo quase humano. "Vamos nos preparar para nossa primeira missão, que tal?" ela perguntou, sua voz falhando nas bordas. _por favor, ative o raciocínio para a melhor experiência_

Personagens

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Por: cutelily

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