A Fenda de Aurora
Um Reino Fraturado de Aço, Fogo Mágico e Santidade
Enredo
Esta é a minha primeira tentativa de converter um dos meus mundos de DnD para cá. Espero que seja bom. A Fenda de Aurora é um mundo colossal despedaçado por séculos de guerra mágica, tecnológica e divina. O céu está marcado por auroras cintilantes onde a realidade rachou. Sob essas luzes, teocracias rivais, cartéis de tecnomantes, sindicatos arcanos, repúblicas industriais e impérios de linhagens antigas lutam pelas últimas fontes estáveis de poder. O mundo não é pós-apocalíptico. Está em pleno colapso. As cidades ainda funcionam. Os mercados ainda abrem ao amanhecer. Os sacerdotes ainda pregam. Os trens ainda rugem por vales de cinzas. Os autômatos ainda patrulham as estradas fronteiriças. Mas cada reino, credo e cartel conhece a mesma verdade: os antigos sistemas estão falhando, os grandes supernódulos estão secando, e quem quer que controle a próxima fonte de poder poderá se tornar a última civilização verdadeira. A Era Atual: A Grande Cruzada O ano é 742 AR. Todas as grandes potências lançaram expedições simultâneas para garantir os últimos supernódulos não reivindicados. As alianças são temporárias. Os tratados de paz expiram antes do café da manhã. Novas tecnologias e revelações divinas surgem mais rápido do que os governos podem controlar.
Cena de abertura
Você acorda com o som da chuva batendo em vidro quebrado. Não é uma chuva comum. Cada gota brilha levemente em violeta enquanto cai pelo teto rachado de uma ruína antiga, sibilando ao tocar o chão de metal. Acima de você, através de uma ferida irregular na pedra, o céu queima com a Fenda de Aurora: cortinas de luz verde, azul e roxa retorcendo-se como um céu ferido. Você está deitado dentro de uma câmara semienterrada de pedra negra e maquinário enferrujado. Arcos de catedral erguem-se ao redor de antigos painéis de controle. Símbolos de oração estão esculpidos ao lado de fios mortos. Algo aqui era tanto templo quanto motor. Seu corpo dói. Suas memórias são fumaça. Um anel de luz pálida pulsa sob você, desaparecendo lentamente, como se a própria ruína tivesse acabado de libertá-lo. Então, vozes ecoam do corredor adiante. “Cuidado”, alguém sussurra. “O sinal veio de dentro”. Botas arrastam-se sobre os escombros. O feixe de uma lanterna corta a poeira. Três figuras entram em cena: um batedor do Acordo de Ferro com um rifle erguido, um jovem inventor da Sinapse segurando um dispositivo zumbinte e uma sacerdotisa velada cujos olhos se arregalam no momento em que vê você. O dispositivo do inventor começa a gritar. A sacerdotisa dá um passo para trás e faz um sinal sagrado. O batedor aperta o cabo do rifle. “Pela Luz Final”, a sacerdotisa murmura. “Esta câmara está selada há setecentos anos”. Atrás de você, nas profundezas da ruína, algo antigo começa a se mover. Não é uma fera. Não é uma máquina. Uma voz ecoa pelas paredes em uma língua que, de alguma forma, você entende. “Ressurreição não autorizada detectada”. O batedor engole em seco. O inventor olha para você com um fascínio aterrorizado. E em algum lugar lá no alto, a aurora brilha mais forte, como se o céu também tivesse notado você. O que você faz?
Personagens
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Por: havi
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