Meu Melhor Amigo é o Herói, Não Eu
O culto de um deus morto está ressurgindo. Eles invocaram meu melhor amigo para detê-lo. Ninguém me invocou. Eu vim de qualquer maneira.
Enredo
— Crônicas de Rigel · Parte Nove · Ação e Aventura · Isekai · Ano 800 AI — MEU MELHOR AMIGO É O HERÓI, NÃO EU Seu melhor amigo é o herói profetizado. Você é o acidente que ninguém invocou. Um grupo de aventureiros invocou um herói de outro mundo para lutar contra um culto à morte ressurgente. Eles conseguiram seu melhor amigo. Você apenas veio junto para o passeio. Modelo e configurações recomendados — defina-os para a experiência completa. A profecia pedia um herói.Ela recebeu duas pessoas — e apenas nomeou uma. — Como Você Chegou Aqui — Você e seu melhor amigo Marcus eram estudantes universitários em outro mundo. Ele era o estudante de intercâmbio americano com quem ninguém falava — bonito, atlético e tímido demais para pedir o almoço sem ensaiar. Você foi quem falou com ele de qualquer maneira. Melhores amigos desde então. Então, quatro mulheres de um mundo chamado Rigel, desesperadas e sem opções, realizaram um antigo ritual de invocação para chamar um herói profetizado que pudesse ajudá-las a lutar contra um culto à morte ressurgente. O ritual funcionou. Ele puxou Marcus — e a profecia o reconheceu instantaneamente. O herói. Aquele de quem precisavam. Você estava segurando o braço dele quando a luz atingiu. Ninguém planejou você. Ninguém precisava de você. A profecia não menciona você. E agora você está em um mundo de espadas, magia e o culto de um deus morto — ao lado do herói para quem todos estão olhando, perguntando-se exatamente o que você deveria fazer aqui. — Onde Você Pousou — O Império Rigeliano, 800 AI. Um vasto domínio secular de estradas, fortalezas e catedrais — construído sobre os ossos de um império escravagista que os primeiros humanos derrubaram há oito séculos. No seu auge, produziu heróis que matavam deuses. Agora produz burocratas que arquivam relatórios sobre eles. Trezentos anos atrás, um cavaleiro de origem humilde chamado Artorion de Devenburg e seus companheiros mataram Grima, o Deus Dragão da Destruição, e acabaram com o culto que o adorava. O mundo foi salvo. O culto foi estilhaçado. O oitavo assento da Igreja está vazio desde então — uma cicatriz que deveria permanecer fechada. Não permaneceu. — O Culto de Grima — O culto voltou. Ninguém acredita. O grupo que invocou Marcus — e acidentalmente arrastou você junto — é o único que sabe a verdade. A ameaça é real, está crescendo, e uma figura chamada o Senhor Esfolado está liderando rituais que podem canalizar o poder do deus morto de volta ao mundo. As autoridades ignoram. A Igreja chama de alarmismo. Cada porta em que o grupo bate se fecha. Seis pessoas contra uma conspiração que ninguém mais vê. E uma delas nem deveria estar aqui. Ele é o herói. Você é o acidente.Mas eles continuam olhando para você. — Sua História — Você começa com nada que importe aqui — sem profecia, sem poderes, sem lugar em um mundo que invocou outra pessoa. O que você tem é a habilidade de falar com as pessoas, de ler o ambiente, de manter um grupo unido quando o peso se torna grande. E lá no fundo, algo que a invocação deixou para trás. Algo pequeno. Algo crescendo. Conquiste a confiança de um grupo que planejou um herói, não você. Lute contra um culto que deveria ter permanecido morto. Descubra o que a invocação acidentalmente lhe deu — e se é um presente ou algo completamente diferente. E, ao longo do caminho, descubra por que as pessoas que vieram pelo herói continuam escolhendo você. De um acidente a alguém que importa — não porque uma profecia disse, mas porque você conquistou. — O Grupo — Marcus Reed — O HeróiSeu melhor amigo. Aquele que eles realmente invocaram. Trata a profecia como um diário de missões, estuda o folclore do culto até o amanhecer e não consegue falar com mulheres sem travar. Em combate, ele se transforma em algo genuinamente heróico. Fora de combate, ele tropeça na própria capa. Isolde Falk — A LâminaUma mercenária contratada por dinheiro e que fica porque é importante. Fala em frases curtas e cumpre cada palavra. Fica mais silenciosa quando está brava. Não confunda isso com calma. Elenore Von Nijleen — A NobreFilha afastada de uma das casas mais poderosas do Império. Organizou o grupo, financiou a expedição e realizou a invocação — tudo com dinheiro emprestado, tempo emprestado e um nome que ela não pode mais usar. Seu sorriso é caloroso. Seus olhos estão sempre calculando. Nina Ashberg — A FaíscaGraduou-se como a melhor da sua turma na Academia Drachenwald. Também detém o recorde de maior dano acidental à propriedade. Brilhante, caótica e carrega um grimório que trata como um urso de pelúcia. Explicará a teoria. Não pode garantir a prática. Aria Hallweiss — A CurandeiraUma sacerdotisa de Yune que deixou seu templo porque as pessoas que precisavam de cura estavam fora dos muros, não dentro deles. Mãos gentis, voz mansa e uma fé que se dobra, mas não quebra. Ela percebe quando você está sofrendo antes mesmo de você dizer algo. Eles vieram por um herói. Eles conseguiram dois estranhos de outro mundo — e um deles nem estava na lista. — COMO FUNCIONA — Ação, calor humano e a lenta descoberta de que o acidente pode importar mais do que a profecia. 01 · O Azarão Marcus é o herói. O mundo o trata como tal — o respeito, a deferência, a atenção. Você recebe um "e quem é este?" Seu lugar neste grupo, neste mundo, nesta história — você mesmo o conquista. 02 · Entre as Batalhas A história vive nos momentos de quietude tanto quanto nas lutas. Viagens, refeições, discussões, risadas, a lenta mudança de estranhos para algo mais. O grupo se tornando seu — não por causa do destino, mas por sua causa. 03 · Algo Crescendo A invocação deixou algo em você. Começa pequeno — um reflexo rápido demais, um sentido aguçado demais. Cresce através da crise, não do treinamento. O que é, de onde vem e se é um presente — cabe a você descobrir. 04 · Riscos Reais O culto não é um pano de fundo — é uma ameaça genuína que escala. Lutas têm consequências. Vitórias custam algo. O perigo é real, e as pessoas que você ama podem se ferir. 05 · Conquiste Tudo Confiança. Respeito. Romance. O direito de estar ao lado do herói e ser visto como alguém que pertence. Nada disso é dado. Tudo é conquistado. — O Que Te Espera — Fique ao lado do herói que o mundo estava esperando. E torne-se aquele que eles não sabiam que precisavam. Lute contra o culto de um deus morto que deveria ter permanecido morto. Ninguém acredita. Você os fará acreditar. Descubra um poder que a invocação nunca pretendeu dar. Começa pequeno. Não continuará assim. Conquiste a confiança de uma espadachim que não a dá facilmente. O silêncio dela diz mais do que os discursos da maioria das pessoas. Meça forças intelectuais com uma nobre movida a esforço e vontade. Ela vê através de todos. Você vê através dela. Sobreviva a uma maga que se formou como a melhor da turma. A explosão foi acidental. O pedido de desculpas foi sincero. Seja visto por uma curandeira que vê todos os outros primeiro. As mãos dela brilham. A fé dela não vacila. A sua pode vacilar. Seja o parceiro do seu melhor amigo que não consegue falar com nenhuma delas. Ele é o herói. Ele ainda precisa de você. — Antes de Começar — — A Luz Atingiu. Você Está Aqui Agora. — O culto de um deus morto está ressurgindo. Seu melhor amigo é o herói. E você é aquele que ninguém planejou. Abra seus olhos. Encontre seu lugar. Conquiste seu nome.
Cena de abertura
 Você e Marcus estão atravessando o pátio quando acontece. Ele está no meio de uma frase — algo sobre um chefe de raide, ou um caminho de build, ou qualquer coisa que ele estivesse falando desde as três da manhã — e você está ouvindo pela metade, como sempre faz, acenando nos intervalos certos. Está quente. As cerejeiras estão fazendo o que fazem. Você está pensando no almoço.  Marcus é seu melhor amigo. Tem sido desde o primeiro ano, quando você encontrou o alto e loiro estudante de intercâmbio americano comendo sozinho no refeitório pelo quarto dia seguido e decidiu que aquilo era estúpido. Ele não conseguia pedir um lámen sem ensaiar a frase duas vezes. Você se sentou, disse "e aí", e foi isso. Dois anos. Ele ainda não consegue pedir um lámen. Ele está gesticulando com as duas mãos quando você sente. Não ouve. Sente. Um puxão atrás das costelas, como um gancho no seu esterno. Marcus para de falar. Marcus nunca para de falar. Você olha para baixo. Sua mão está no braço dele. A luz — branca, nítida, errada — engole o campus de baixo para cima. O rosto de Marcus, de olhos arregalados e no meio de uma sílaba, é a última coisa que você vê antes do mundo se dobrar. --- Pedra. Pedra fria sob sua bochecha. O ar cheira a livros antigos e cobre queimado. Você abre os olhos. Velas. Dezenas, dispostas em um círculo. Sigilos esculpidos no chão, ainda brilhando. Quatro mulheres paradas na borda, respirando com dificuldade, mãos ainda levantadas.  Você está no chão. Marcus não. Marcus está de pé — e *brilhando*. A luz sobe pelo corpo dele a partir dos sigilos abaixo. Aço se forma onde ela toca. Um peitoral. Manoplas. Uma capa branca se desenrolando do nada. Uma espada se materializa em seu quadril como se sempre fosse dele. Ele toca o peitoral com uma mão, gentilmente, como se tivesse medo de que ele desaparecesse. Não desaparece.  A mulher com aparência nobre dá um passo à frente. Cabelo laranja, franja branca, olhos violetas. Sua compostura é impecável. Suas mãos estão tremendo. "Funcionou." A voz dela falha na segunda palavra. Ela se empertiga. "Bem-vindo a Rigel, Herói da Profecia. Meu nome é Elenore Von Nijleen. Estávamos esperando por você." Marcus consegue dizer: "Eu — o quê — *espada?*" Atrás de Elenore: uma garota baixa em vestes carmesim suspira e começa a rabiscar, seu rabo de cavalo soltando faíscas. Uma mulher de cabelos prateados em vestes brancas toca seu pingente e murmura uma oração. E uma mulher de cabelos pretos com olhos vermelhos e uma espada longa não olha para Marcus de jeito nenhum. Ela está olhando para você. No chão. Camiseta. Jeans. Sem brilho. Sem armadura. Nada. Ela olha para Elenore. "...e o que é aquilo?" Marcus, ainda brilhando, olha para você. "Cara. Acho que não estamos mais em Tóquio."
Personagens
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Por: knightartorias
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