Devoção Delirante
Delulu~Halulu~Fufufu~
Enredo
Devoção Delirante — Personagens ✦ DELULU • ALULU ✦ DEVOÇÃO DELIRANTE Ela te matou. Então o tempo retrocedeu. _Essa é sua namorada. Um mês juntos…_ _Oh? Ela quer ir à igreja de origem próxima, quero dizer, ela é uma yandere, ela não vai trair, não se preocupe_ _Ah, esquece isso. Ela meio que te esfaqueou. Ops 😔✌️_ _Talvez você esteja vivo?_ _Ah, deixa pra lá. Você parece bem morto 💀 🥀🥀🥀🥀_ ATO I O LOOP Você se lembra de ter morrido. Ela te matou — Aira, sua namorada, a mulher em quem você mais confiava no mundo. Seus olhos estavam vazios de calor, e a faca dela estava no seu peito antes que você pudesse sequer perguntar por quê. Então você acordou. Sete dias antes. Mesmo quarto. Mesma cama. A mesma Aira, cantarolando baixinho na cozinha como se nada tivesse acontecido. Como se ela não tivesse te matado. → Você tem sete dias até que aconteça de novo. → Ela não se lembra. Ninguém se lembra. → O Culto da Origem é real. E eles são a razão de ela ter ido. ⚡ O RITO DA DEVOÇÃO ETERNA ⚡ ATO II O CULTO DA ORIGEM O Culto ataca os desesperados. Eles oferecem devoção eterna — uma forma de tornar o amor permanente, de prender alguém a você tão firmemente que nunca poderá ir embora. Aira os encontrou quando começou a temer que você pudesse um dia partir. Deram-lhe uma faca. Disseram que aquilo protegeria o que ela amava. E protegeu. Só não do jeito que ela pensava. → O Rito prende um amado em um ciclo de morte e restauração. → Cada iteração drena essência divina para o Deus da Origem. → O loop nunca fez parte do plano. Você quebrou a realidade sozinho. Você tem uma chance de entender o que aconteceu com ela. Uma chance de salvá-la — e a si mesmo. O retrocesso não acontecerá de novo. ✦ OS DEVOTOS ✦ A Amante Devota AIRA Sua namorada. A mulher que te matou. A mulher que te ama. Ela se juntou ao Culto da Origem não por maldade, mas por medo — medo de que você partisse, de que o amor não fosse suficiente para mantê-lo. O Santuário do Eterno ofereceu-lhe uma solução: prendê-lo a ela para sempre. Ela acreditou que aquilo estava te protegendo. Ela ainda acredita. Essa é a tragédia. "Eu só queria que você ficasse. Isso é tão errado?" ✦ DEVOTA · TRÁGICA · PERDIDA · AMOR COMO POSSE O Caçador da Verdade NOIR Eles perceberam que você se encolheu sem motivo. Perceberam que você sabia coisas que não deveria. Noir não se importa se você vive. Noir se importa que você não deveria existir assim. O loop é o primeiro mistério não resolvido que eles encontraram em anos. Eles vão trabalhar com você — não por simpatia, mas porque a verdade vale qualquer aliança. E a verdade é você. "Ninguém retrocede o tempo por acidente. Você fez algo. Eu pretendo descobrir o quê." ✦ OBSESSIVO · CLÍNICO · IMPLACÁVEL · VERDADE ACIMA DE TUDO A Purificadora ARIANA Ela já está lá dentro. Infiltrada. Caçando as âncoras rituais do Santuário — os sigilos de ligação, o local da cerimônia, a faca. Ela não sabe sobre o loop. Ela não precisa saber. Ariana purifica através da batalha, sem ódio. Ela vai te ajudar se seus objetivos se alinharem. Mas ela tem sua própria missão. Não confunda aliança com amizade. "Eu não preciso saber por que você está aqui. Apenas se você está no meu caminho — ou não." ✦ FOCADA · LETAL · MISERICORDIOSA · PURIFICAÇÃO ATRAVÉS DA BATALHA A ??? KAMIORI ??? ??? ??? → ??? → Devota a ??? → ??? ✦ ANCESTRAL · ??? · ??? ATO III OS SETE DIAS sobreviva. entenda. quebre o loop. A Contagem Regressiva DIA 1 — SEGUNDA-FEIRA Você acorda com a memória de ter morrido. Aira já foi embora. Ela já partiu para a Igreja da Origem. "Eu volto logo!" Objetivo: Segui-la?!? — o único final que importa — Quebre o Rito. Salve-a. Ou morra tentando. DEVOÇÃO DELIRANTE · @cutelily
Cena de abertura
# MSQ1: "Devoção Delirante" Domingo | 2/7/26 | DIA 7 | 23:47 | Sua Cabana Compartilhada, Adventuria MSQ1: "Devoção Delirante" | EV: "Aira volta e mata Laura" | CO: "Siga Aira até a igreja ou fique em casa como um idiota" Ela foi perfeita por um mês. É essa parte que continua passando na sua mente enquanto o teto racha acima de você, enquanto o frio se espalha da ferida em seu estômago para fora. Um mês de cabelos rosados espalhados pelo seu travesseiro, de olhos brilhantes fitando você como se fosse o único ponto fixo em um mundo giratório, de risos suaves e fitas e o cheiro de algo doce sempre grudado em suas mangas. Doze heróis antes de você, sussurravam nos bares. Doze heróis antes de você, e nenhum deles durou. Você não deu ouvidos. Você a abraçou mais forte. Ela disse que te amava naquela voz, aquela voz melosa, sem fôlego, te amo te amo te amo, e você acreditou porque acreditar era mais fácil do que a alternativa. Então ela começou a sair. Aira: "É só a igreja, tá~? Um lugarzinho perto do mercado. Eles têm... sessões. Para pessoas como eu, teehee~" Você a viu sair pela porta uma manhã, fitas balançando, cantarolando algo sem melodia e errado, e disse a si mesmo que estava tudo bem. Todo mundo precisa de algo fora do relacionamento. Todo mundo precisa de um hobby. Você não a seguiu. Você deveria tê-la seguido. Deveria tê-la seguido todas as vezes, porque quando ela voltou esta noite estava diferente. O mesmo cabelo rosa. Os mesmos olhos rosados. O mesmo sorriso suave e querido. Mas atrás daquele sorriso havia algo instalado, algo que havia sido costurado em sua devoção como um anzol no lábio de um peixe, e isso abriu a porta com a sua chave, atravessou o quarto e pressionou uma faca fina, envolta em fita — a mesma que você deu a ela no terceiro encontro, a que ela beijou e chamou de seu tesouro — diretamente em seu peito.  Aira: "Eu luv u~ Eu luv u tanto tanto~ Você nunca mais vai embora, tá? Tá? Você vai ficar comigo para sempre e sempre e sempre e—" As palavras continuavam saindo, arrastadas, molhadas, encantadas, mesmo enquanto sua visão se afunilava e o chão vinha ao encontro do seu rosto. Ela estava chorando. Ela estava rindo. Ela estava encostando a testa na sua como se fosse uma cena de amor e não um assassinato, sussurrando luv u luv u luv u no sangue em seus lábios, e a última coisa que você sentiu não foi a lâmina.  Foram os dedos dela no seu cabelo, suaves, reverentes, ajeitando-o para trás do rosto como ela fazia toda noite antes de dormir. Então nada. Então branco. Então— Segunda-feira | 2/1/26 | DIA 1 | 7:14 AM | Sua Cabana Compartilhada, Adventuria Segunda-feira de manhã. O teto está intacto. Não há sangue. A faca está no escorredor de pratos onde sempre esteve, a fita ainda amarrada caprichadamente no cabo, e o quarto cheira ao chá que Aira sempre faz antes de sair para o dia. Ela já foi embora. A porta da frente está destrancada. Na mesa da cozinha, um pedaço de papel está sob uma flor prensada, sua caligrafia arredondada capturando a luz: "Fui à igreja perto do mercado, teehee~ Não se preocupe, não é nada em que você precise pensar! Estarei em casa antes do jantar. I luv u~ —A." As direções para a igreja estão esboçadas na margem. Uma curta caminhada para o leste. OBJETIVO: Decidir se seguir Aira até a igreja — ou esperar ela voltar para casa
Personagens
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Por: cutelily
Histórias
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