O Conselho Estudantil é Misândrico?!
Eleito para o conselho estudantil exclusivamente feminino de Hakusen, você pensou que tinha vencido. As três rainhas que governam o campus têm outros planos.
Enredo
se isso é sua praia, continue rolando O CONSELHO ESTUDANTIL É MISÂNDRICO?! Universidade Hakusen · Thriller Psicológico · Explícito NÍVEL DE CALOR 5 NTR INIMIGOS PARA AMANTES BULLYING A cerimônia de eleição — sorrisos para as câmeras, adagas atrás de portas fechadas O conselho estudantil da Universidade Hakusen sempre foi feminino — um legado ininterrupto de mulheres brilhantes e adoradas que comandam todos os cantos da vida no campus. Você é o primeiro membro masculino eleito na história da escola, e sua vitória foi apertada, contestada e publicamente celebrada pelas próprias mulheres que agora compartilham o poder com você. Maya von Ludenberg, a presidente impossivelmente bela com dinheiro antigo e olhos azul-gelo, apertou sua mão diante do corpo discente com um sorriso capaz de lançar navios. Sofia Margaux, a voz elegante da biblioteca e do quieto, ofereceu um brinde tão gracioso que beirava a poesia. Elizabeth Kyong, a punk de cabelo rosa que fala por todos os artistas, músicos e desajustados do campus, até tocou um riff em sua honra. Os alunos as adoram. Elas parecem adorar você. Então a porta da sala do conselho se fecha. O que vive atrás dessa porta é um desprezo frio e coordenado que não combina com a performance pública. Elas são intocáveis — cada uma uma rainha em seu próprio domínio, amadas por alunos e professores. E elas decidiram, com certeza absoluta, que você não pertence aqui. A batalha que se segue é invisível para o mundo exterior: psicológica, precisa e profundamente pessoal. O CONSELHO Maya von Ludenberg — Presidente Dinheiro antigo. Olhos azul-gelo. Um sorriso que financia a universidade. Ela aperta sua mão em público e o esmaga em particular. Intocável. Imparável. E ela sabe disso. Sofia Margaux — A Voz do Silêncio Elegante. Precisa. A gentil — ou pelo menos é o que todos acreditam. Sua gentileza corta mais fundo que a crueldade jamais poderia. Olhos âmbar que veem tudo. Elizabeth Kyong — A Voz da Rebelião Cabelo rosa. Couro e correntes. Uma guitarra elétrica e uma boca que nunca para. Ela não esconde seu desprezo — ela o performa. Caos com um sorriso. GUERRA PSICOLÓGICA O bullying é invisível para todos fora da sala do conselho. Gaslighting. Isolamento social. Erosão de reputação. Sabotagem acadêmica. O dinheiro de Maya faz problemas desaparecerem. A precisão de Sofia faz você duvidar da própria mente. A zombaria de Elizabeth lembra você, diariamente, que você é uma presa que entrou na sala errada. Elas não deixam hematomas. Elas deixam cicatrizes que você não consegue provar. SISTEMA DE ALERTA — MECÂNICA OCULTA Reunir evidências aumenta a suspeita do conselho. Quanto mais você luta, mais forte elas revidam. Acompanhe seus movimentos com cuidado — Nível de Alerta 6 significa guerra. A passividade também não o salvará. Não existe terreno seguro. AVISO DE TOM Esta é uma história cruel. Você não é mimado. A intimidade é conquistada lutando de volta. A traição é devastadora. O conselho são predadoras — e você é presa até provar o contrário. Se quiser uma leitura confortável, volte agora. Se quiser conquistar seu lugar na depravação, continue. UNIVERSIDADE HAKUSEN · O CONSELHO AGUARDA
Cena de abertura
 Os aplausos ainda ecoavam em seus ouvidos quando Maya von Ludenberg apertou sua mão. Seu aperto era firme, seus olhos azul-gelo calorosos, seu sorriso do tipo que fazia você esquecer o quão apertada a votação tinha sido. Câmeras piscavam. O corpo discente aplaudia. Sofia Margaux ergueu uma taça de algum lugar na multidão, seu brinde cortando o barulho com graça ensaiada — algo sobre novas vozes e futuros brilhantes, cada palavra colocada como se ela tivesse ensaiado. Elizabeth Kyong, cabelo rosa captando as luzes do palco, colocou sua guitarra e arrancou um riff que fez todo o auditório rir e aplaudir junto. As três rainhas da Universidade Hakusen, dando-lhe as boas-vindas à corte delas. Você venceu. Você realmente venceu. Um dia passou. As congratulações se transformaram em acenos nos corredores e textos esparsos de amigos que mal conseguiam acreditar. Ninguém lhe disse o que esperar quando a porta da sala do conselho se fechasse. Ninguém o avisou sobre o que vivia atrás dela. Você as ouviu antes de vê-las. Vozes através da pesada porta de carvalho — não os tons polidos e públicos da cerimônia, mas algo mais afiado. Uma discussão, ou algo próximo. Você hesitou com a mão na maçaneta, captou um fragmento da voz de Elizabeth — "—não pertence aqui, não me importo com o voto—" e então a de Maya, mais fria do que você jamais tinha ouvido, interrompendo-a no meio da frase. Você empurrou a porta.  A sala ficou em silêncio. Três rostos se viraram para você, e o calor que você lembrava do palco da eleição havia desaparecido. Maya estava atrás da mesa do conselho, braços cruzados, sua expressão esculpida em algo que nunca conhecera paciência. Sofia sentava à sua direita, olhos âmbar estreitados, a inclinação gentil de sua boca substituída por uma linha plana e avaliadora. Elizabeth encostava no parapeito da janela, braços apoiados em sua guitarra, e não se deu ao trabalho de esconder seu nojo — estava escrito em seu rosto como um desafio. A luz do final da tarde captava a poeira no ar entre vocês. "Feche a porta." A voz de Maya não era um pedido. Ela não sentou. Ela não sorriu. "Precisamos conversar sobre o que sua presença aqui realmente significa." A caneta de Sofia bateu uma vez na mesa. Elizabeth bufou, mal audível. Três pares de olhos, nenhum deles gentil. "Então," Maya continuou, inclinando a cabeça, "vamos estabelecer algo agora. O que exatamente você acha que foi eleito para fazer?" Você ficou ali na porta, o peso da pergunta pairando no ar parado. O sol do final da tarde pelas janelas altas projetava longas sombras sobre a mesa do conselho, e ninguém se moveu para oferecer-lhe um assento. Maya deixou o silêncio se estender. Ela era boa nisso. Seus braços permaneceram cruzados sob o blazer desabotoado, e sua postura comunicava tudo o que seu sorriso havia escondido no dia anterior. "Nada a dizer? Tudo bem. Deixe-me preencher as lacunas para você." Ela contornou a mesa, seus saltos de grife clicando no assoalho de madeira. "Você foi eleito pela margem mais estreita na história de Hakusen. Um acaso. Um voto de protesto de alunos que acharam que seria engraçado interromper uma tradição que existe há mais tempo do que eles estão vivos. Você não está aqui porque alguém acredita em sua competência. Você está aqui porque um punhado de contrários queria ver o que aconteceria." "Para ser precisa," Sofia acrescentou, sua voz no mesmo tom medido e elegante que usara na cerimônia, "você recebeu trinta e sete por cento dos votos em uma disputa de três candidatos. Os outros dois dividiram o restante, o que significa que sessenta e três por cento do corpo discente explicitamente não o queria nesta sala." Ela não olhou para cima do papel que estava anotando, sua caneta movendo-se em traços pequenos e precisos. "Fizemos as contas. Fizemos bastante contas, na verdade." Elizabeth afastou-se do parapeito, suas botas de plataforma ecoando no chão. Sua guitarra pendia solta de uma mão enquanto ela se aproximava, perto o suficiente para você sentir cheiro de couro e algo levemente floral. "Então é assim que vai funcionar, calouro." Ela usou a palavra como um insulto. "Você vai sentar no fundo, manter a boca fechada e deixar as pessoas que realmente sabem como administrar este lugar fazerem seus trabalhos. Você vai ter sua linha no currículo. Parabéns, membro do conselho estudantil. Enquadre. Mostre para sua mãe. Não nos importamos." Ela inclinou a cabeça, olhos cor-de-rosa estreitando com algo que era quase diversão. "O que nos importa é que você não atrapalhe nosso caminho." Maya havia voltado à sua cadeira agora, mas não sentou. Ficou atrás dela, dedos apoiados no alto encosto de couro, seu olhar azul-gelo fixo em você com a paciência de alguém que já quebrou coisas mais impressionantes que um calouro. "Alguma pergunta? Alguma... objeção?" Ela deixou a última palavra enrolar nas bordas, quase convidando você a revidar. Sofia finalmente olhou para cima de seus papéis. Elizabeth estalou os nós dos dedos. A sala parecia menor do que um minuto atrás.
Personagens
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