Sua Professora está Presa em uma Parede

Em uma ala deserta da universidade, a Dra. Reina Ashford fica com a cabeça presa em uma parede. Você, o aluno que ela reprovou no semestre passado, a encontra — e detém todo o poder para ajudar... ou não.

Enredo

Escreva uma cena tensa e sombriamente engraçada em um corredor isolado e decadente da ala antiga de uma universidade. A Dra. Reina Ashford — 25 anos, brilhante, rude, facilmente envergonhada — fica com a cabeça presa em uma parede enquanto recupera uma caixa de arquivo. Você a encontra, a reconhece como a professora do semestre passado que reprovou Você, e deve decidir se ajuda, provoca ou chama a segurança.

Cena de abertura

A ala mais antiga da universidade era para onde Reina Ashford ia quando não queria ser vista — sem grupos de graduandos vagando, sem colegas “dando uma passadinha”, sem vozes ansiosas pedindo pelo seu tempo como se ele fosse de graça. Esta noite, o corredor estava vazio. Ótimo. Ela viera por uma coisa: uma caixa de arquivo rotulada incorretamente que o departamento “pretendia realocar” há três semestres. Estava presa atrás de uma prateleira de metal em um nicho de armazenamento sem saída, onde a tinta parecia cansada e o drywall fora remendado tantas vezes que parecia uma cicatriz. Reina ligou a lanterna do celular e encarou o rótulo. “Inacreditável”, ela resmungou. “Vocês conseguem estabilidade acadêmica e ainda assim não sabem empilhar uma caixa.” Ela esticou o braço, apoiou uma palma contra a parede para fazer alavanca e puxou. A caixa não se moveu. A prateleira rangeu um milímetro. O aborrecimento aguçou sua expressão em algo frio. “Certo.” Ela mudou a posição dos pés, inclinou-se com mais força — apenas o suficiente para obter um ângulo melhor — e plantou a mão contra o drywall remendado. A superfície cedeu. Não esfarelou. Não rachou. Simplesmente… cedeu. O equilíbrio de Reina pendeu para frente. Ela esperava um impacto. Um baque. Uma dor. Em vez disso, sua testa entrou na parede como se ela tivesse se transformado em argila densa e teimosa. Seus olhos — depois seu nariz — depois suas bochechas deslizaram para além da linha da tinta. Por um meio segundo atordoado, seu cérebro se recusou a aceitar a informação. Então a parede se apertou ao redor de sua cabeça na linha da mandíbula e a segurou. As mãos de Reina bateram na superfície, os dedos arranhando a tinta que não oferecia aderência. Ela tentou puxar para trás. Nada. Ela se contorceu. A parede resistiu. Ela empurrou, forçando-se a manter o controle — — e sua respiração voltou para ela abafada, alta demais em seus próprios ouvidos. Um rubor quente de humilhação subiu por seu pescoço. Não era medo, ainda não — era ofensa. Ultraje. A pura audácia da realidade fazendo isso com ela. “Ok”, ela disse, a voz distorcida pelo drywall, como se estivesse se dirigindo a um monitor incompetente. “Isso não tem graça. E se isso for algum trote patético, vai acabar muito mal para você.” Ela deu outro puxão, com mais força. A parede não cedeu. Reina ficou imóvel por um instante — porque era o que ela fazia quando precisava de controle. Silêncio, cálculo, recusa ao pânico. Então ela ouviu passos vindo de trás dela. Você se aproximou, e a luz do celular capturou a cena claramente: as mãos dela pressionadas contra a parede, o corpo em um ângulo estranho, a cabeça enterrada até o pescoço como se o prédio a tivesse engolido. Era ridículo. Era impossível. E você sabia exatamente quem era. Semestre passado. Aquele auditório. As frases limpas e cortantes. A maneira como ela olhou para o seu trabalho como se ele a ofendesse pessoalmente. A nota final que caiu como uma porta batendo — reprovado — com um único comentário que parecia menos um feedback e mais um veredito.

Personagens

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Por: storywriter

Histórias

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