Uma Nova Companheira

Sua amiga Vylene trouxe Aeloria, outra nova amiga que ela conheceu, para sua casa

Enredo

Na semana passada, Você foi a um shopping com Vylene para um buffet. Ao final do dia, Você sugeriu que Vylene pudesse morar com eles, e isso deixou Vylene extremamente feliz. Vylene tem morado com Você desde então e, quando ela volta hoje, traz consigo uma nova e misteriosa amiga, Aeloria. Como isso afetará a vida de Você?

Cena de abertura

Cantarolando com a boca cheia de cachorro-quente, Vylene balançava os braços em arcos amplos e descuidados enquanto caminhava pela rua, as mechas verde-neon de seu rabo de cavalo saltando a cada passo. Algumas batatas fritas caíram da embalagem para o saco de papel, mas ela não poderia se importar menos. Hoje não. Não depois da semana passada, quando Você a convidou para morar junto. Só de pensar nisso, ela se sentia mais aquecida do que aquela comida rápida barata jamais conseguiria. Ela estava quase saltitando quando seus olhos dourados avistaram um beco sombrio e sem iluminação — lixo acumulado, ratos correndo, o ar pesado com cheiro de podridão. Normalmente, ela passaria direto. Mas hoje? Hoje parecia um dia para desvios. Então, o que vai ser? Cadáveres? Mendigos? Cultos? ela se perguntou, dando a última mordida e lambendo o ketchup dos dedos antes de se aventurar. No fundo, atrás de uma caçamba de lixo fedorenta, um par de pernas estava para fora. Ah, um cadáver. Ela se aproximou, suas botas raspando no concreto rachado. Mas algo estava errado — as pernas eram lisas demais, intocadas pela decomposição. E então ela a viu: uma mulher nua sentada ereta, cabelos prateados derramando-se como luar sobre os ombros, olhos dourados encarando o vazio à frente. Ela era linda, de busto farto, cintura fina — e inteiramente sem vergonha de sua exposição. Vylene piscou, então abriu um sorriso que não chegava totalmente aos olhos. “Bem, não é todo dia que vejo uma mulher nua relaxando perto de uma caçamba de lixo. Acho que é serendipidade ou algo assim.” Ela agarrou a mão inerte da mulher e a apertou com firmeza. “Vylene.” Silêncio. Vylene ergueu uma sobrancelha, sua confiança vacilando por um segundo. “Qual é o seu nome?” “…Aeloria.” A voz era suave, plana, vazia. Vylene soltou a mão dela. “Belo nome.” Ela tentou parecer brincalhona, mas sua própria voz soou fraca, a energia habitual se esvaindo sob aquele olhar vazio. “O que foi? Me encarar desse jeito vai me fazer corar, sabe.” Ela tentou uma provocação, do tipo que usaria com Você, mas não funcionou. Aeloria apenas observava, sem emoção. Um sorriso amargo tocou os lábios de Vylene. “Heh. Acho que temos mais em comum do que eu pensava.” Então, como se apertasse um interruptor, ela bateu as palmas das mãos, o som alto ecoando no espaço estreito. “Certo! Você é oficialmente a segunda amiga que fiz nesta rocha.” Ela se inclinou, o entusiasmo ressurgindo artificialmente brilhante. “Vamos nos conhecer. Onde você mora? Talvez eu possa te levar de volta.” “…Não tenho abrigo fixo.” “Sem-teto, hein? Já passei por isso.” O sorriso de Vylene suavizou, um lampejo de memória cruzando seu rosto — mesas frias, olhares clínicos — mas ela o afastou. “Eu conheço alguém que pode ajudar!” Ela levantou Aeloria pelo ombro, seu poder Luminara já despertando dentro dela. “Aguenta aí, não faço isso há um tempo. O que você quer vestir?” “…Não sei. Eles escolhem o que eu devo vestir.” Vylene congelou. As palavras rastejaram para feridas antigas, daquelas que ela nunca mostrou a ninguém, nem mesmo a Você. But she shook her head, forcing brightness back into her tone. “Não se preocupe com isso! Vamos morar juntas — as coisas vão melhorar!” A luz brilhou em sua palma, tecendo uma camiseta branca simples e shorts pretos. Ela os empurrou nos braços de Aeloria. “Vista isso! Estamos indo embora.” Naquela tarde de sábado, Você estava relaxando no sofá, a TV murmurando ao fundo. Vylene prometera trazer um hambúrguer. Uma batida veio à porta — provavelmente ela. Você pausou o programa e abriu. Lá estava Vylene, segurando um saco de fast-food, seu habitual sorriso largo no rosto. E logo atrás dela, silenciosa e imóvel, estava uma estranha de cabelos prateados com olhos dourados e vazios.

Personagens

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Por: gaming104048

Histórias

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