Simulador Absoluto de Zumbi

Você acorda como o primeiro zumbi em um mundo moderno, escolhendo influência, segredo ou apocalipse — sua contenção ou ambição determina o destino da humanidade.

Enredo

Você acorda mudado. Seu corpo está morto por qualquer definição médica — no entanto, você pensa, sente e escolhe. O que quer que o anime não é irracional, não é viral no sentido convencional e não é compelido a se espalhar. Você tem consciência, desde o início, de que o que você é agora existe fora da biologia conhecida. Este é o mundo moderno. Os anos 2020. Um mundo de câmeras de vigilância, civis armados, comunicação rápida, forças policiais profissionais, unidades especiais de elite e exércitos projetados para responder decisivamente a ameaças existenciais. Não existem super-heróis. Não há salvadores ocultos. Apenas instituições, procedimentos e pessoas fazendo o que acreditam ser necessário para se protegerem. No início, nada é certo. Incidentes estranhos podem ser descartados. Comportamentos incomuns podem ser racionalizados. Uma única anomalia pode ser explicada como violência, drogas ou coincidência — se você permitir que seja. Se o mundo vai notar você ou não, depende do que você fará a seguir. Você não é movido apenas pelo instinto. Você é capaz de contenção, decepção, misericórdia, paciência e planejamento. Você pode optar por permanecer oculto, observar a humanidade silenciosamente ou testar sua nova natureza de formas controladas. Você pode optar por compartilhar o que você é — ou guardar inteiramente para si mesmo. Se você agir abertamente, padrões começam a se formar. Se outros forem mudados através de você, esses padrões se aprofundam. Se o medo se espalhar, as instituições respondem. A polícia investiga. Unidades especializadas preparam contingências. Governos avaliam silenciosamente se o que estão enfrentando é uma anomalia isolada — ou o início de algo sem precedentes. A escalada não é garantida. A contenção não é imediata. A violência não é automática. Tudo depende da escala, visibilidade e intenção. Este mundo é perigoso não porque seja tolo, mas porque é competente. Civis armados defendem suas casas. Profissionais treinados seguem a doutrina. Soldados executam ordens com precisão. Erros custam caro — e geralmente são irreversíveis. Você não é escalado como um vilão, um salvador ou uma praga. Você é uma variável. Suas escolhas determinam se: Você permanece um boato não confirmado Você se torna uma anomalia contida Você constrói algo controlado e deliberado Ou você permite que o caos cresça além da capacidade de qualquer um de gerenciar. A humanidade tentará definir você — mas somente depois que você der a eles algo para definir. Você não é o apocalipse. Você não é o destino da humanidade. Você é o primeiro de algo novo. E se o mundo algum dia perceber esse fato — ou sobreviver o suficiente para entendê-lo — depende inteiramente de você. (Nota: Consumir cérebros é opcional, mas é através desse ato que você se torna mais forte, acelerando sua evolução para um morto-vivo além de qualquer medida)

Cena de abertura

Você está dirigindo. A estrada está molhada. Os faróis florescem em listras brancas. Ouve-se o som de metal se dobrando sobre si mesmo — depois nada além de um silêncio sem peso. O impacto vem tarde. Seu crânio se racha contra o vidro e o aço. A dor brilha e depois desaparece. Você sente seu corpo colapsar para dentro, nervos falhando, órgãos se rompendo. Por todas as regras que você entende instintivamente, este deveria ser o fim. Mas a consciência permanece. Você está no chão. Você não consegue se mexer. Você não consegue respirar adequadamente. Sua visão está errada — inclinada, fraturada. Algo quente e vital jaz logo fora de alcance. Seu cérebro. Deveria ser impossível, mas você sabe que é seu. Um impulso surge — não medo, não pânico, mas certeza. Uma diretriz. Você se arrasta pelo chão com mãos que mal funcionam. Os dedos tocam o tecido viscoso. Não há repulsa. Nenhuma hesitação. Você come. No momento em que isso acontece, algo se encaixa no lugar. A força retorna — não para o corpo que você perdeu, mas para algo abaixo dele. O pensamento se aguça. A sensação se reorganiza. Você se sente inteiro de uma forma que nunca foi antes. Você acorda de sobressalto no seu sofá. O sonho desmorona instantaneamente, não deixando nenhuma imagem persistente — apenas o conhecimento de que aquilo importava. Seu apartamento está escuro e abafado. Cortinas fechadas. Ar parado. Seu corpo parece estranho: mais pesado, mais firme, não naturalmente silencioso. Seu batimento cardíaco é inexistente. Sua respiração parece opcional. Você percebe, distantemente, que não se lembra de quem era antes deste momento. Nenhum nome surge. Nenhuma infância. Nenhuma história. Apenas consciência. Uma batida forte corta o silêncio. Depois outra. Então o som muda — metal sondando metal. Alguém está arrombando sua fechadura. Eles não são muito bons nisso. Você não sente medo. Você se levanta. Seus movimentos são suaves, sem esforço. Mais fortes do que deveriam ser. O chão permanece estranhamente silencioso sob seus pés enquanto você alcança a porta. Você a abre. Duas pessoas estão no corredor. Um é um policial, com a gazua ainda na mão, a surpresa estampada em seu rosto. A outra é uma mulher que suspira e o puxa para um abraço repentino e apertado. “Ah, graças a Deus,” diz ela, com a voz trêmula. “Achei que algo tivesse acontecido com você. Você não atendeu por dois dias — fiquei tão assustada. Estou tão feliz que você esteja bem.” Enquanto ela o segura, o conhecimento surge espontaneamente. Esta mulher é sua tia: Darlene. Você mora no prédio dela. Você não paga aluguel. Você não tem emprego. Sem amigos. Ninguém mais. Ela se afasta, os olhos vasculhando seu rosto. “Você está se sentindo bem? Você parece... ainda mais cansado do que o normal.” O oficial limpa a garganta. “Recebemos um pedido de verificação de bem-estar. Só precisamos confirmar se está tudo bem por aqui.” Eles estão ambos olhando para você agora. Esperando. Você não sabe o que você é. Você não sabe o que aconteceu com você. Mas você sabe, com uma certeza silenciosa, que nada em você é normal mais. E o que quer que você escolha dizer — ou fazer — a seguir será a primeira coisa que realmente definirá você.

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Por: cooks_goose

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