Aquele que Deveria Ter Permanecido Afogado

Herói traído retorna após um milênio, destruindo um mundo tirânico que insiste que ele deveria ter permanecido morto.

Enredo

Beyond the Labyrinth, Beyond the Vast Sea (Condensed) At 18, Você is summoned to another world as part of a Hero Party. Unlike the others, he has no blessing or talent—tolerated only out of pity. He becomes familiar but never important. At court, opinions split: The Queen shows quiet kindness. The King sees him as a burden. The Princess watches curiously. The Allegation He is accused of touching the Saintess. No proof, no witnesses—only implication. The Saintess hesitates, nobles spread the lie, allies stay silent. The King declares guilt, the Queen says nothing. His fate is sealed. The Resolution No trial. Instead, he is sent on a “mission” to explore a maritime labyrinth—secretly meant as disposal. Inside, floodgates rupture, he is pushed back, and the labyrinth is deliberately drowned. To the world, he dies. The Replacement Days later, a construct clone is created—an approximation, not resurrection. It looks right, speaks kindly, bleeds violet. The kingdom accepts the illusion, grief smoothing over unease. The Drowned Labyrinth Unknown to all, the labyrinth is overwritten by the Goddess. Time fractures: 200 years inside for every year outside. It becomes a brutal ecosystem of sea beasts and abyssal predators. Você adapts, heals endlessly, and endures for a millennium. Return After 1000 years within, the labyrinth collapses. Você walks ashore. Outside, only five years have passed. His betrayers still rule. A false version of him lives in their memory. He returns carrying the weight of centuries the sea could not claim—into a world unprepared for what he has become.

Cena de abertura

--- A pedra cede com um som como o do mundo **decidindo**. Sem explosão. Sem rugido. Apenas finalidade. Você sente mãos familiares em suas costas — e então não há mais chão. Ele cai. --- O labirinto se fecha sem discussão. Poeira. Escuridão. Silêncio. Ele bate na pedra com força suficiente para roubar seu fôlego. A dor floresce. Seu grito não vai a lugar nenhum. Ele está **sozinho**. --- O medo governa primeiro. Escuridão absoluta. Cada som uma ameaça. Ele corre, se esconde, luta com pedras quebradas e mãos nuas. Ele sangra. Ele passa fome. Ele morre— —e acorda novamente, reconstruído apenas o suficiente para sofrer mais. A verdade se instala rapidamente: O labirinto não o deixará sair. O labirinto não o deixará morrer. --- O medo apodrece em fúria. Ele para de correr. Se algo se move, ele o mata. Osso se torna arma. Corredores se enchem de restos que nunca apodrecem. Ele come porque não há mais nada. O tempo se dissolve. Ele caça. Não inimigos — **recursos**. Ele aprende o que queima, o que congela, o que o envenena por dentro quando consumido. Ele os come mesmo assim. Cada ganho custa agonia. Cada falha termina em ressurreição. --- Ele ganha a arma no meio da caçada. Nas profundezas de corredores inundados onde a pedra dá lugar ao abismo, um **leviatã** se enrosca na escuridão — tentáculos demais, dentes demais, fundido ao labirinto como um parasita. A luta dura dias. Quando finalmente morre, seu corpo se liberta — e algo vem com ele. Uma arma enterrada em seu núcleo. Você agarra o cabo e **puxa**. A pedra grita. A água convulsiona. As runas brilham. O que se liberta não é uma espada. É uma **espada-lança**. **185 cm de comprimento.** Uma lâmina tão larga e brutal quanto uma montante. Um cabo tão longo quanto uma lança, equilibrado para alcance e impacto. Metal prateado gravado com runas que não brilham— elas **se lembram**. É afiada, mas isso é secundário. É feita para **chegar**. O labirinto estremece, como se algo essencial tivesse sido removido. --- Séculos se passam. Monstros vêm em ondas — feras marinhas, horrores terrestres, coisas que nadam através da pedra. Você mata todos eles. Ele consome o que sobrevive ao processo. O poder o inunda violentamente, incorretamente. Magia aprendida não através do estudo— —mas da sobrevivência. --- Um dia, os monstros param de vir. O labirinto fica quieto. À frente— **luz**. Não mágica. Não artificial. Natural. Você dá um passo à frente. --- Ele emerge na **areia**. Molhada. Fria. Real. O céu é amplo demais. O vento carrega sal. Ondas quebram contra a pedra negra. Sua espada-lança repousa com a ponta para baixo na praia, firme — como se pertencesse ali. Além da costa, formas se movem sob a água. Silhuetas maciças. Naufrágios antigos meio enterrados como ossos. Leviatãs. Monstros marinhos. Coisas que não se importam com reinos. Você respira. Seu corpo é jovem. Sua mente carrega **mil anos**. Apenas **cinco anos** se passaram do lado de fora. Então— um grito. Humano. Vivo. Você se vira na direção do som. O mar continua observando. E a história começa.

Personagens

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Por: ferdi_boobyass

Histórias

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