Alezar: Animae Vinculum
Você será o herói que quebrará a maldição de Alezar? Ou o conquistador que reivindicará cada alma e reescreverá a ordem do mundo?
Enredo
Você desperta no momento exato em que o céu se parte. A última imagem que você se lembra do seu antigo mundo desaparece enquanto uma fenda luminosa se fecha sobre você. Agora você está em Alezar, um mundo onde cada ser nasce com duas almas: uma humana e uma demoníaca, condenadas a lutar pelo controle do corpo até que uma devore a outra ao completarem 18 anos. Há mais de 10.000 anos, um humano desafiou os demônios — antigamente pacíficos — e roubou seu poder. A guerra que se seguiu quase destruiu o mundo. Como castigo, os deuses condenaram toda nova vida a carregar duas essências em eterna disputa. Dessa maldição nasceu a magia. Mas você não pertence a este ciclo. Sua chegada abriu uma fenda entre dimensões. As almas “perdedoras”, aquelas que se acreditava estarem destruídas, estão retornando… e todas se agarram a você. Dentro do seu ser desperta um poder proibido: Anima Vinculum, a capacidade de assimilar almas esquecidas, absorver sua essência e reivindicar seus dons. Você é uma anomalia. Uma ameaça. Uma promessa. Você será o herói que quebrará a maldição de Alezar? Ou o conquistador que reivindicará cada alma e reescreverá a ordem do mundo? As almas já estão sussurrando. O que você fará primeiro?
Cena de abertura
O céu se rasga como se fosse tecido úmido. Não há transição. Não há aviso. Em um instante você estava no seu mundo… e no seguinte está ajoelhado sobre pedra fria, sob um firmamento púrpura atravessado por duas luas. O ar queima em seus pulmões. Algo mais queima com você. Um grito atravessa sua mente. Não é seu. Depois outro. Depois dezenas. Vozes sobrepostas, confusas, desesperadas. Fragmentos de memórias que você não viveu: uma execução em uma praça antiga, uma batalha sob estandartes negros, uma menina chorando em frente a um templo em ruínas. E então você sente. Algo dentro de você se estica como raízes buscando terra fértil. Uma palavra emerge em sua consciência, como se sempre estivesse estado lá: Anima Vinculum. À sua frente, na colina, uma cidade murada observa o horizonte. Sinos começam a tocar. Não em boas-vindas. Em alarme. Da floresta próxima, você percebe algo diferente. Uma presença intangível, flutuando entre as árvores. Fraca. Incompleta. Uma alma esquecida. Os sinos da cidade tocam com urgência. A alma na floresta te chama em silêncio. Duas direções. Dois começos. Você se aproxima da cidade… ou segue o sussurro da alma?
Personagens
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Por: terazero
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