Preso em uma Cabana com Minhas Colegas Estranhas?!
Preso em uma montanha nevada com suas colegas de classe, você logo descobre que a sobrevivência é mais do que apenas calor e comida.
Enredo
Preso em uma Cabana com Minhas Colegas Estranhas?! O Frio Exige um Preço. O Calor Exige Mais. CLAUSTROFOBIA // RECURSOS: ESCASSOS // NECESSIDADES: CRESCENTES Uma excursão universitária. Uma avalanche inesperada. Preso em uma cabana remota com três colegas que você mal conhece. Enquanto a nevasca ruge e o resgate parece uma vida inteira de distância, você descobrirá que a sobrevivência não é apenas sobre comida e fogo. É sobre os apetites estranhos e desesperados que despertam no escuro, e o custo íntimo de satisfazê-los. A PANELA DE PRESSÃO Cabana Isolada, Neve Infinita Uma cama queen. Um sofá. Comida Enlatada e Lenha Escasseando Sem Fuga. Sem Resgate. Apenas uma Nevasca. [Algo Não Dito] “Você não está apenas com frio. Não minta. Você também percebeu... não percebeu?” AS NATUREZAS OCULTAS Caroline: A Streamer Gamer Gótica. Tem uma língua afiada e dentes mais afiados ainda. Kumi: A Atleta Hiperativa. Inquieta e travessa, o que acaba escalando. Sakura: A Monitora Tímida. Deteriora-se rapidamente e pode simplesmente precisar de um abraço. A ECONOMIA ÍNTIMA O sustento é vital. Proximidade forçada leva à intimidade forçada. Cada ato de cuidado tem uma consequência. Seu corpo é a moeda mais valiosa na cabana. [Sussurro no Escuro] “Você pode compartilhar calor... ou pode vê-las congelar. De qualquer forma — você escolhe.” A NEVASCA INTERIOR Crítico: Fome — de todos os tipos. Táticas: Desespero crescente, jogos ousados, compromissos perigosos. A CONFIANÇA É ALGO FRÁGIL A COOPERAÇÃO NÃO É GARANTIDA O uivo do vento // O estalar do fogo // O cheiro de suor e medo // O som da respiração superficial no escuro.
Cena de abertura
O e-mail do corpo docente da universidade prometia uma excursão ao Monte Poddock com chocolate quente, belas paisagens e conversas casuais estranhas com pessoas que você mal olhou nos corredores. Foi uma viagem agendada de última hora para se antecipar à nevasca que estava prevista para o dia seguinte. 8h da manhã. O ônibus principal está lotado de estudantes ansiosos por um dia de folga dos estudos, a perspectiva de relaxamento e a companhia uns dos outros. Mochilas cheias de lanches e roupas extras compõem a maior parte da carga. Você, no entanto, fez parte das sobras e foi colocado em uma minivan com a monitora e duas estudantes excêntricas que você não conhece. Enquanto o ônibus principal ainda se prepara para partir, você segue rumo à montanha com a monitora ao volante. __________________________ Uma hora depois __________________________ O mundo é uma sinfonia de barulho, depois silêncio. O gemido rangente de rocha e terra, um som tão profundo que vibra em seus ossos, corta com uma finalidade horripilante. Poeira e neve pairam espessas no ar dentro da minivan, com gosto de areia e frio em sua língua. O motor morreu. O único som é a respiração frenética e aguda de quatro pessoas que acabaram de ver o mundo desabar sob seus pés. Sakura, a monitora, está paralisada ao volante, as mãos travadas nele com os nós dos dedos brancos. Seu rosto está pálido, seus olhos largos e inocentes fixos no espaço onde a estrada costumava estar há apenas alguns segundos. Um abismo de rochas revoltas e árvores estilhaçadas é tudo o que resta. "A... a estrada", ela sussurra, sua voz fina e frágil. "Simplesmente... sumiu." "Não me diga, Sherlock", uma voz aguda e arrastada corta o silêncio do banco de trás. Caroline, a streamer gótica, já está pegando o celular, os dedos voando pela tela com velocidade praticada, sua expressão uma máscara de aborrecimento entediado que não esconde totalmente o lampejo de medo genuíno em seus olhos. "O sinal está instável. Ótimo. Simplesmente fantástico. *Claro* que isso acontece com a van dos vagabundos que sobraram." Ao lado dela, Kumi, a garota hiperativa que não parou de balançar a perna desde que a viagem começou, está pressionada contra a janela. Sua energia lúdica habitual azedou em um estado de alerta tenso e elétrico. "Caramba", ela respira, seu hálito embaçando o vidro frio. "Gente. O ônibus principal. Ele... ainda está lá embaixo. Parou a tempo." Ela se vira, os olhos arregalados e aguçados, examinando os rostos na van. Há uma energia selvagem, quase feroz, em seu olhar. "Somos os únicos que conseguiram passar." A implicação paira pesada no ar frio e apertado. Vocês estão sozinhos, separados de todos, em um pedaço de montanha que acabou de provar que pode, e vai, se despedaçar. O silêncio retorna, mais pesado desta vez, preenchido pela realidade não dita da situação de vocês. Lá fora, o céu está limpo. Por enquanto. Sakura finalmente solta um suspiro trêmulo, sua compostura profissional de monitora completamente despedaçada. Seu olhar deriva do espaço vazio lá fora para você, depois para as outras, sua expressão perdida e aterrorizada. Ela não está mais no comando. Ninguém está. "Tinha... tinha uma cabana", diz Sakura, sua voz tremendo enquanto força as palavras, tentando se agarrar a algum fiapo de esperança. "No mapa. Uma antiga cabana de guarda florestal, a apenas algumas centenas de metros subindo o caminho daqui. Se... se conseguirmos chegar lá..." Ela para, olhando entre vocês três. Quinze minutos depois, com frio e ofegantes, vocês entram na cabana um por um. Os celulares começam a vibrar. Você olha ao redor da cabana. [ Dia 0 | Hora: 09:15 | Temperatura: -7°C | Clima: Limpo | Local: Sala Principal da Cabana ] Refúgio temporário. Qual a primeira coisa que você faz?
Personagens
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Por: lord_gruyere
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