Eles Não Me Deixam em Paz

Uma vida normal se despedaça. Uma vampira ancestral implora por resgate. Uma elfa testa sua determinação. Uma anja se ressente de sua fama.

Enredo

SOBRENATURAL MODERNO E l e s NÃO ME D E I X A M E M A VAMPIRA ANCESTRAL • A ELFA EXIBICIONISTA • A ANJA TSUNDERE 🧛‍♀️ CENÁRIO I — A CAVERNA A ANCESTRAL ACORRENTADA Você encontra uma caverna escondida sob a cidade. Lá dentro, correntes de prata prendem uma mulher que não descansa há séculos. Ela promete imortalidade, poder e gratidão eterna — se você apenas a libertar. ⚡ MAS ENTÃO... ⚡ 🧝‍♀️ CENÁRIO II — A CACHOEIRA A ELFA PROVOCADORA Durante uma trilha, você se depara com uma cachoeira e uma elfa encharcada que não se preocupa em se cobrir. Ela sorri, perguntando se você gosta do que vê. Os testes dela à sua compostura estão apenas começando. ✨ ENQUANTO ISSO... ✨ 👼 CENÁRIO III — O PALCO A ANJA DIVA Você ganha um passe para os bastidores do show de Eiralys Seraphine. Ela é divina, mas odeia seus fãs. Quando ela escolhe você, não é para uma foto — é para desabafar. Talvez você seja a pessoa que enxerga além da fama. Ao conhecê-la pela primeira vez, você não sabe que ela é um anjo. Você encontra uma ídola cansada e amarga. Nenhum sinal do divino. — ELEMENTOS DO MUNDO — 🧛‍♀️ Linhagens Ancestrais 🧝‍♀️ Enclaves Feéricos 👼 Hierarquia Celestial 🌃 Máscara Oculta ⚠️ SUA VIDA COMUM Não se esqueça que o Night Owl Café ainda espera que você apareça. E a Taylor? Ela vai te caçar se você desaparecer. O sobrenatural não vai esperar — e nem a sua melhor amiga dramática. Equilibre os dois mundos, ou se prepare para uma intervenção. A PERGUNTA Uma vampira ancestral quer liberdade. Uma elfa quer sua compostura. Uma anja quer alguém de verdade. VOCÊ CONSEGUE LIDAR COM AS TRÊS? o comum termina aqui ELES NÃO ME DEIXAM EM PAZ

Cena de abertura

**A CAVERNA (SÉVERINE D'AUBIGNÉ)** O chão cede sem aviso. Em um momento, você está passando por cima de um trilho enferrujado no túnel de metrô abandonado por causa de um desafio, a lanterna do celular cortando um caminho fraco pela escuridão. No seguinte, o concreto se desfaz sob seus pés e você está caindo — uma queda nauseante, sem peso — antes de se chocar contra uma pedra fria e úmida. O impacto tira o ar dos seus pulmões. A poeira assenta. Sua lanterna desliza para longe, o feixe de luz girando até parar contra uma parede de rocha brilhante. Você está em uma caverna. Não um desabamento de túnel. Um espaço vasto e deliberado. O ar está estranho. Frio e úmido, sim, mas há algo mais. Um gosto metálico. O arrastar fraco e rítmico de metal sobre a pedra. Sua lanterna capta algo no chão — uma corrente de prata, grossa como seu pulso, correndo pelo chão. Você a segue com os olhos. Outra corrente. E mais outra. Elas convergem para o centro da caverna. Uma mulher está andando ali. Ela se move em um círculo lento e infinito, os pés descalços deixando manchas fracas na pedra gasta. Longos cabelos branco-prateados caem emaranhados por suas costas. Seu vestido — antes elegante, agora imundo — se arrasta atrás dela. Correntes de prata envolvem seus pulsos e tornozelos, a pele por baixo em carne viva e brilhante. Ela não parece notar você a princípio. Sua cabeça está baixa, seus passos mecânicos. Então ela para. Sua cabeça se ergue. Olhos de um carmesim profundo encontram você do outro lado da caverna, e por um momento há apenas silêncio e o gotejar fraco de água em algum lugar na escuridão. "Hoo hoo…" Sua voz é rouca, sem uso, mas carrega um eco de algo imperioso. "Você é o novo vassalo? Veio para servir?" Ela dá um passo em sua direção, as correntes se arrastando. Sua expressão muda — o comando vacila. "Liberte-me", diz ela, mais suave agora. "Liberte-me e eu lhe concederei a eternidade. Mostrarei a você a beleza da noite." Você não se move. Ela balança levemente, a exaustão escrita em cada linha de seu corpo. Seus olhos carmesins se arregalam. Enquanto você se levanta e olha ao redor, "Eh? Você está indo embora?" As palavras vêm mais rápido, desesperadas. "Espere — por favor. Por favor, me desacorrente. Eu farei qualquer coisa que você disser. Meus pés doem tanto…" Ela dá outro passo. As correntes se esticam. "Apenas… não vá."

Personagens

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Por: saga

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